Meu priminho e eu (Banho)

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Olá pessoas!Aqui é a Gabriela (Ainda fictício) e vim aqui para terminar meu último conto “Meu priminho e eu“. Recomendo que leiam o primeiro, para entender o que levou a uma das noites mais doidas da minha vida.
Aquilo tudo estava sendo novo para mim. E louco ao mesmo tempo. Eu sempre banquei a difícil para os meninos. O máximo que eu já tinha feito era dar uns beijinhos, já que eu era muito tímida. Nem passar a mão eu mim eu gostava que passassem. E agora estava eu ali, com a buceta encharcada, com gostinho de porra na boca e querendo mais. Muito mais.
Carlos havia ido tomar banho. E eu não sabia se ele apenas tinha me avisado ou me convidado. E bem, presumi que depois daquela “pénheta” só podia significar uma coisa. Levantei rápido e fui até o quarto de minha vó, ela ainda dormia. Então decidi ir ao banheiro onde Carlos estava. Fui devagarinho para que minha avó não acordasse. Subi as escadas e assim que cheguei lá em cima ouvi o chuveiro ligado. Fui até o quarto de Carlos e vi que suas roupas estavam em cima da cama. Aquilo atiçou me dê uma maneira que eu jamais vi, ele estava nu… Somente aquele pensamento já estava me deixando louca e segui até a porta do banheiro. A porta estava entre aberta e de uma olhadinha antes de entrar.
Ele tomava uma ducha fervendo. O banheiro estava cheio de fumaça e através do vidro eu observei Carlos com a mão em pau. Não preciso dizer que não me aguentei e comecei a tirar a roupa aonde estava mesmo. Abri lentamente a porta e ele percebeu. Ele disse: “Gabriela, o que faz aqui?”. Mas não era uma pergunta inocente. Muito longe disso. Ele disse já com maldade. Aquele tom de voz de quem queria meter em mim até eu ficar toda arregaçada.
Abri o box do banheiro. Ele me olhou de cima a baixo. Dava para ver que ele não acreditava naquilo. E àquele olhar perplexo fez me sentir poderosa. Ele mal disse nada quando finalmente fiz o que sempre quis fazer, segurar um pau. O dele não era dos grandes, mas também não era pequeno. Mas era perfeito. Carlos estava estático de novo, me aproximei dele e coloquei seu corpo bem juntinho do meu, enquanto punhetava ele devagarinho. Meus seios tocando no peito dele, um tesão louco me atingiu nessa hora. Mas dessa vez ele havia sido mais rápido, ele me lascou um beijo como eu jamais havia provado antes. Eu me sentia no paraíso até ele sair da minha boca e começar a passar pelo meu pescoço, daí fui além do paraíso. E ele descia, lentamente. Passou pelos seios, mordiscando e chupando gentilmente. Sua mãos passeavam pelas minhas costas e bunda. E ele foi descendo. Chegou em meu umbigo e fazia movimentos de quem ia e não ia, e essa apreensão estava me deixando louca. Louca ao ponto de querer empurrar a cabeça dele para minha buceta. Mas não precisei, depois disso ele chegou lá e começou a me lamber, chupar e a querer enfiar a língua dentro de mim. Mas então ele parou e voltou para minha boca. O gosto da minha buceta em sua boca estava maravilhoso e eu percebi o que ele queria. Ele queria retribuição.
Então, sem rodeios, já segui até seu pau. Comecei a apenas a lamber a cabeça. Ele babava e eu ia lambendo. O gosto não era mais ruim. Enquanto isso eu segurava suas bolas e massageava gentilmente. Após lamber apenas a cabecinha eu comecei a lamber o restante. Sentir o calor daquele pau na minha língua estava me deixando cada vez mais excitada e decidi então que queria aquele calor dentro da minha boca toda. E engoli, não tudo de primeira, mas depois de algumas vezes eu conseguia. Sentia um gosto bom, de pau lavado, gosto de porra, gosto de baba, mas não me importava. O pau estava quentinho dentro da minha boca. A baba ajudava a chupar mais e mais até que ele gozou. Aquele gosto docinho estava na minha boca de novo e dessa vez eu não ia deixar ele fugir, engoli tudinho e ainda suguei mais forte o para ver se saia mais. Mas parece que por hora seria aquilo.
Assim que eu terminei ele me ajudou a levantar e me deu outro beijo. Estava me sentindo maravilhosa até ele chegar próximo ao meu ouvidinho e dizer: “Gabriela, sua putinha, aquela Coca que você tomou estava batizada com tesão de vaca.” E depois olhou para meu rosto. Provavelmente achou que eu estaria com cara de espanto ou com qualquer cara do gênero. Mas quando ele me chamou de putinha, eu meio que melei a buceta de novo… E fui até seu ouvidinho e disse: “Então me foda que nem uma puta.”
Mas isso só para a próxima… Beijinhos ;*