Iniciando a um casal de professores – PARTE I

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– PARTE I –
Um dia qualquer, sem nada a fazer, para passar o tempo fui a um cinema na Rua Augusta em São Paulo assistir um filme na sessão das 20 horas. Tratava-se de um filme erótico chamado Sabrina e seus amantes. Encontrei um casal de professores enquanto esperava dar o horário de uma nova sessão cinematográfica. Eram duas pessoas bem apresentáveis, que se destacavam no meio daqueles que estavam como eu esperando a apresentação. Ela bem falante tinha 32 anos e ele quieto, introspectivo tinha 40, conversamos um pouco, mas não deixei de notar que eles me olhavam bastante. Tive uma idéia, pensei e coloquei em prática, inicialmente dei bastante atenção a eles e, depois do filme chamei o casal para tomar uma bebida num bar night, próximo do Cine Jóia, um espaço agradável para nos conhecermos melhor. O cinema hoje é um espaço de shows, mas na época deste relato estava em plena decadência, era um espaço com exibição unicamente de filmes pornográficos. Dei bastante trela ao casal para verificar se eu poderia vir a tê-los sob meu controle, pois sou um DOMINADOR e já fazia algum tempo que não tinha ao meu comando um casal. A mulher, chamada Carla, pediu uma caipirinha de vodka e disse que gostou e que ficou muito excitada com o filme. O marido simplesmente afirmou que não apreciou e achou extremamente vulgar e uma perda total de tempo. Fixei os olhos em sua direção e, com a fisionomia de desprezo pela sua opinião, expus que achei excitante o que vi, concordando e valorizando a opinião de sua esposa e continuando disse que, para me aliviar depois do que vi no filme, iria hoje ainda a um Clube privativo de suingue na Bela Vista. A Carla disse que nunca foi e adoraria ir a uma casa de suingue e falou que já tinha pedido ao marido para levá-la. O Cláudio confirmou o pedido da Carla e explicou que não levou porque as casas de suingue são como um clube de putaria sofisticado. O sócio geralmente leva um casal iniciante e que, invariavelmente, ocorria transas a três e, que às vezes iam até quatro ou mais pessoas, quando pretendiam troca de casal, mas que nunca a levaria porque não aceitava dividir a Carla com mais ninguém. Confirmei as palavras dele sobre o Clube e disse que eu, eventualmente, gostava de levar um casal comigo. Diante do que falei a Carla pediu licença por um instante, chamou o marido, conversaram por alguns minutos, percebi que ele estava nervoso e ela falava de forma bem dura com ele, não sabia sobre o teor da conversa, embora pudesse especular que se tratava de algo relacionado à suingue.
Ao voltarem, Carla com a carinha bem vermelha, perguntou se eu não poderia levá-los para eles conhecerem. Dei uma risada e concordei com o pedido dela, com ar de troça perguntei se o marido tinha mudado de idéia. Cláudio, em resposta, disse que estava bem relutante em ir até o local, mas diante da insistência dela afirmou que tinha acabado de aceitar irem os dois, dizendo que só iriam se fosse somente para conhecer o local, tudo bem. Respondi que não faríamos nada que eles não quisessem, dei uma piscada para Carla e fomos.
Peguei meu carro e fomos os três juntos, no trajeto estranhei o fato de Carla ir junto comigo na frente e Cláudio no banco atrás, tudo me levava a crer que ela é que comandava a relação entre os dois, com ele numa situação mais passiva. Parei na porta do clube e entreguei para o manobrista estacionar. Na portaria havia dois homens imensos, verdadeiros armários como se diz, Carla perguntou-me o porquê da presença deles, expliquei que lá estavam para evitar algum desentendimento que pudesse ocorrer pelo fato de alguém se alterar pela bebida ou algum fato no interior do estabelecimento. Depois de apresentar a carteira de sócio entramos os três, ela super interessada em conhecer. Logo no primeiro salão, tinha um casal fazendo strip-tease, ele com um pau imenso, em torno de 22 centímetros, ela bem gostosa com um bundão delicioso e lindas tetas durinhas. Varias mulheres que lá estava, urravam e gritavam como doidas. Assistimos ao show que acabou com uma trepada linda, cheio de posições nada comuns feitas pelo casal com os dois gozando de verdade, depois os levei para conhecer o clube e como eu já sabia como era o local, os levei para uma sala vip usada apenas por sócios especiais, sem a presença de mais ninguém, só nos três. Logo que entramos, Cláudio, marido da Carla, pediu para ir ao banheiro no final do corredor e, nos deixou, acho que propositadamente para que eu explicasse como era que se comportavam os usuários no clube, mas com certeza sem imaginar o que iria acontecer.
Quase imediatamente, olhei para Carla e ela estava com uma saia bem curta. Não esperei mais nada, me aproximei dela, dei-lhe um beijo que ela correspondeu e, não parei apenas nisso, enfiei as mãos nas suas belas coxas, bolinando-a para que ficasse ainda com mais tesão do que já apresentava. Ela era loura, bonita, com pernas grossas e uma bunda deliciosamente sensual. Comecei a alisar as pernas delas e sem encontrar resistência, pelo contrário, ela se adiantou ao que eu esperava e alisou a minha mão. Fui entrando com a mão até chegar à buceta. Apalpei a suculenta xana por cima da calcinha e entrei pelo lado, dedilhando-a. Ela ficou doida e pediu: – Para, por favor, o Cláudio pode chegar e vai ficar puto descobrindo que eu quero transar. Não dei atenção a ela e Eu abri a minha calça e coloquei o meu cacete para fora. Não tenho um pau tão grande quanto o cara que se exibiu no desempenho que vimos, mas que sei que faz direitinho o que preciso, em torno de 19 centímetros. Ela começou a pegar e a bater punheta. E falou: – É grande também, lembra o do cara do show. Eu vou ficar doida nesta noite. Você não quer marca outro dia sem o Cláudio.
– O Cláudio poderia ter dito que não queria vir. Expliquei que o clube permite que um comedor possa trazer um casal para trepar. Ele aceitou já sabendo o que se faz numa casa de suinge’s. Pediu para sair e ir ao banheiro para deixar nos dois mais as vontade.
Diante da minha explicação e ela achando que contava com a permissão do maridinho corninho não pensou duas vezes, começou a chupar meu pau, debruçando no meu colo. Enfiei a mão por debaixo da saia dela e tirei a calcinha dela e coloquei em uma mesa redonda que existia no reservado. Nós estávamos sentados em um sofá, Eu a puxei para o meu lado, beijei demoradamente a boca, abri a blusa, tirei o sutiã e chupei os dois peitos. Ela estava totalmente louca, ajoelhou na minha frente e começou a chupar o meu pau. Eu abri a calça e abaixei até o joelho, ficando somente de cueca.
Neste momento, o Cláudio retorna trazendo três copos e uma cerveja. Ficou com cara de apavorado. Ela não viu e continuava chupando. Falei: Senta aí Cláudio, depois eu explico.
Ele ficou sem atitude, sem saber o que fazer, apenas sentou-se e continuou olhando a nós.
Ela chupava o meu pau com grande velocidade e eu alisava os cabelos e falava:
– Chupa putinha, chupa gostoso. Agora levanta e senta no meu pau agora no sofá, vamos logo. Falava com autoridade a ela e tinha completa obediência de Carla, estava como hipnotizada pelo ambiente e pelo que fazíamos.
A Carla levantou e nem olhou para o marido que estava atrás. Levantou a saía e sentou no meu colo e colocando a buceta no meu pau. Entrou tudo com facilidade e Carla começou a grita, a gozar e a falar: – Vai filho da puta, come a buceta da mulher do seu amigo. Era isso que você queria. Mete, me arromba com esse pauzão.
E Carla gozou duas vezes. Ficamos descansando e engatados por alguns minutos e Cláudio apenas assistia.
Depois eu falei para ela: Eu não gozei. Levanta e fica de quatro no sofá, quero comer essa bunda. Ela levantou sem reclamar e sem olhar para o marido, que continuava parado e com a cerveja na mão. A Carla ficou de quatro no sofá, com cabeça encostada nas almofadas. Quando a peguei por trás, ela falou: – Bota na frente de novo. Depois você põe na bunda.
Encaixei o pau na xoxota e entrou com facilidade. Fiquei bombeando e ela gozou novamente em alguns minutos. Retirei da buceta, cuspi na mão e passei no cuzinho. Encaixei o pau na entrada da bunda e fui colocando devagar. Quando a cabeça entrou no cu, forçando muito e passou, ela deu um grito e xingou:
– Filho da puta, você está me arrombando. Cachorro. É isso que você gosta, não é. Comer a mulher na frente do marido. Mete desgraçado. Eu falei: você agora é minha putinha. Geme alto que eu quero ouvir você gemendo e o seu maridinho também, quem sabe ele vai gostar.
Quando estávamos terminando, Cláudio transtornado levantou-se e, saiu da sala dirigindo-se ao bar. Terminamos e bebemos cerveja que ele trouxe.
A Carla saiu e foi ao banheiro do lado de nosso reservado. Voltou e o marido dela não tinha retornado, eu lhe falei que queria um boquete. Ela tentou fugir, mas eu a segurei e coloquei o caralho na sua boca e a mandei chupar e falei não estou preocupado com o corno. Ela não se fez de rogada e chupou com força, lambeu até o saco com muito gosto e quando estava quase terminando e eu já gozando na boca da safada, o marido chegou e ficou assistindo. Para mim foi maravilhoso.
Depois, o marido chegou e reclamou. Que porra é essa. Não era só para ver como é uma casa de suingue. Vocês são animais.
Respondi: – Eu falei para você que eu gosto de transar em clube de suingue e que adoro dominar um casal. A sua mulher já estava excitada desde que saiu do cinema e quando eu lhe propus, vocês concordaram. Se você não quisesse não deveria vir trazendo a sua mulher e um comedor, e além do mais fique quieto que assim estará tudo bem. Ele, diante da minha segurança, engoliu em seco, abaixou a cabeça como um bom cordeirinho e, logo depois saímos os três. Antes de nos despedirmos, na frente do clube, dei um estrondoso tapa na bunda da Carla e falei, quero de novo. Fiz isso para ele saber que aquele traseiro agora é meu e ele deveria ser um corno manso dando alegrias à sua amada esposinha. E, dirigiram a um ponto de taxi, os dois separados, não estavam nem abraçados e nem de mãos dadas, não estavam se comportando como um verdadeiro casal, porque será?
– CONTINUA –
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Ao ler este conto e desejar entrar em contato com dúvidas, informar-se sobre o BDSM e/ou receber outros relatos de minha autoria, entre em contato – ficarei satisfeito por poder mostrar-lhe meus trabalhos e, quem sabe sermos amigos.
DOM GRISALHO