Esposinha Evangélica Dedicada – E as crentes mal-comidas

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Iniciei irmã Rosângela no mundo da safadeza e ela com certeza gostou. Estava toda empolgada pra experimentar uma pirocona também. Já tinha levado uma chupada gostosa da depiladora e agora se andava toda sensual.
Alguns dias depois ela chegou na minha casa. Eu ainda estava à procura de um lugar que tivesse depiladores homens que atendessem mulheres mas não era fácil achar.
Ela já chegou com fogo na buceta.
– Irmã, a gente pode ter uma sessãozinha daquela de banana porque eu tô acesa. Preciso lhe contar umas coisas, mas queria começar logo porque não tenho muito tempo.
– Tá, irmã, então tire aí sua roupa e se ajeite pra gente começar.
– Vou tomar um banho rapidinho porque fiz as compras e não deu tempo tomar antes de vir pra cá.
Ela tomou um banho e veio se enxugando andando nua pela sala. Agora ela tinha soltado a rapariga que tinha dentro dela estava sempre sensual. E me despertava desejo, eu confesso. Muitas vezes eu me masturbei puxando os bicos dos meus peitões imaginando ela chupando.
Então ela se sentou na poltrona com as pernas pra cima já dedando a buceta e esticando aquele grelão com os dedos. Puxei a minha poltrona pra junto dela e comecei a alisar as pernas dela como fazendo massagem.
– Então, irmã, comece a contar.
– Irmã, primeiro deixa esclarecer, antes que a senhora pense algo. Eu não traí o Samuel, longe de mim isso.
– Irmã, não se preocupe. Nada que a senhora tenha feito vou julgar. Nem que a senhora traia seu marido. Também tenho meus pecados secretos. A gente que é mulher sabe o que passa em casa e se o marido não dá assistência, o que tem ao redor é gavião querendo enfiar a piroca na gente. Às vezes a carne é fraca e deus perdoa.
Ela me olhou com os olhos brilhando. Eu já sabia que ela estava doida por rola. Mas estava ansiosa pra saber o que ela queria me dizer.
– Pois irmã, vou me abrir com a senhora. Tenho me sentido muito acesa, me transformei numa outra mulher. Esse meu lado que a senhora me ensinou a aflorar eu tô gostando muito de aproveitar. Até tomo cuidado porque na academia e nos lugares já olho pros homens com pecado.
– Sei como é, irmã. Tenho também umas experiências assim.
Falei enquanto massageava a virilha dela. Subi e comecei a massagear os peitos dela, enfiando os dedos nos bicos como se tivesse querendo enfiar eles pra dentro e apertando os peitos todos na mão.
Eu estava de vestido fino de alças, era um dia bem fresco. Estava com uma calcinha fina embaixo que já estava melada do meu caldo. Minha bucetona gulosa piscava.
– Ai, irmã. A senhora sabe me ensinar como me acender. Me pega assim e eu sinto lá dentro de mim tudo piscar, pedindo pra entrar alguma coisa.
– Calma, irmã. Ainda não chegou no ponto, mas continue.
– Então, irmã. A casa da gente é muito antiga, minha e do Samuel. E vez por outra ele chama um faz-tudo que é de confiança dele. Um homem meio bruto, nunca falo com ele. Mas o aquecedor lá da sala deu problema e ele tinha chamado o homem. O homem normalmente vai quando ele tá lá, mas se ele não pode sair do trabalho, né, por causa da vagabunda que ele fode lá, o sujeito vai mesmo quando eu tô só com as minhas meninas. Ele nunca se abusou e eu nem me preocupo. Toco as meninas pro quarto e digo pra elas ficarem brincando até eu chamar, porque tenho cuidado nelas e fico eu esperando ele terminar e fazendo minhas coisas.
– Entendo. Continue.
Falei e agora eu já abria a bucetona dela e começava a alisar o grelão. Enquanto ela fosse falando eu ia abrir aquele priquito carnudo com os dedos e puxar as peles que saiam dele, e apertar aquele grelo, esticar o buraco e enfiar os dedos, preparando pra receber a cenoura. Eu ficava imaginando como devia ser gostoso pra um homem agasalhar uma pomba, de preferencia bem grossa, naquele monte de carne quente e mole. Devia ser mesmo que ser chupado por um priquito babão.
– Então, irmã, ontem o homem chegou pra fazer o serviço sem eu esperar. Eu tava de camisola, uma camisolinha velha de cetim que eu uso em casa mesmo e sem nada embaixo. Toquei as meninas pro quarto, espalhei os brinquedos e liguei a TV e fui mostrar pra ele qual era o aquecedor queimado. Quando me abaixei pra mostrar que mesmo regulando ele não ligava, notei a olhada que ele deu na minha bunda e nas pernas. Ele deu uma secada que eu não esperava, porque ele nunca foi disso pro meu lado. Mas eu tô diferente também, né?
– Sim, irmã. Agora duvido que tenha um homem que não pense safadeza lhe vendo.
– Então, aquilo me deu um fogo, sabe, irmã? Uma coisa queimando que meu priquito começou a piscar. Fiquei doida. Andei mais um pouco pra lá e pra cá enquanto ele mexia no aquecedor só pra ver ele me olhando. E pra onde eu ia ele virava os olhos discretamente, mas com uns olho de me comer inteira. Rebolei andando pra lá e pra cá e me abaixei quase deixando ele ver meu cu e minha buceta, irmã. Mas fiquei com medo dele voar em cima de mim. Então fui pro meu quarto que fica pertinho, aquele lá que tá com a porta sem fechar direito.
– Sim, irmã, sei qual é.
– Deitei na cama e liguei o ventilador pra refrescar e tentar tirar aquela ideia da cabeça. Nem me ocupei mais do homem, peguei a biblia e fui ler, sabe? Pra tentar pedir perdão a deus pelos pensamentos que eu tava tendo.
Lembrei das minhas orações com a rola do irmão Renato socada no meu rabo e de outras orações que nem contei pra vocês. Mas sei como é bom rezar com tudo arreganhado e enquanto elfa ia falando eu ia metendo a cenoura no buraco da bucetona dela e a bicha ia engolindo fácil, toda melada, bem arrombada. A cenoura deslizava sozinha.
– Pois irmã, quando dei por mim ele não tava me vendo pela porta? Não olhei direto mas vi o movimento da cabeça dele na porta, sabe? De onde ele tava dava pra ver meu fundo e ao invés de me fechar eu fiz foi abrir mais as pernas irmã. Abri, nem consegui pensar mais em nada. Abri as pernas e comecei a alisar a testa da minha buceta, abrindo as beiras dela, deixando a bichona safada ainda mais aberta. Puxei as beiras e puxei as carnes pra fora, ficou toda aberta, parecendo uma flor. Irmã do céu. Vi o homem com a cabeça na porta e me arreganhei. Me babei toda, se ele entrasse ali e me arrombasse eu não ia falar nada. Tava doida pra ele fazer isso.
– E então, irmã? Me conte o resto.
Falei vendo que aquela cenoura não ia satisfazer aquela bucetona gulosa. Olhei pros lados e vi um tubo de desodorante na estante. Fui até lá e peguei. Enquanto ela falava, eu enfiava os dedos e abria o buraco de puta dela e ia esfregando o tubo e encaixando na buceta dela. Empurrei apertado e ela gemia enquanto falava, ela nem olhava o que eu tava metendo.
– Então, irmã. Mas eu tive medo. O homem se levantou e eu me asssustei e saí do quarto de uma vez, fui bem afobada e num pulo cheguei nele e perguntei: O senhor terminou? Pois ele tava com a rola de fora, irmã. O zíper da bermuda aberto e a pirocona de fora.
– Era bonita, irmã?
– Era grossa, preta. Ele é um negão, sabe? Um moço novo que deve ter uns 25 anos e uma pomba do capeta, irmã. Roxona e grossa, parecia um tronco. A cabeça que era rosada, sabe? Mas aquilo era de estourar uma buceta.
Ela falava resfolegando, se torcendo feito uma cobra na poltrona e eu socando o tubo de desodorante dentro dela até o fim, pra arrombar ela gostoso.
– Irmã, que delícia. Uma pomba dessa faz a gente pecar demais.
– Irmã do céu. Eu fiquei feito estátua olhando. E ele balançando a bicha pra fora sem a menor cerimônia, olhando pros meus peitos duro na camisola e chegando perto, sabe? Ele disse assim: não sei se terminei… O aquecedor já tá esquentando. Tá quente aqui, né?
– Irmã e ele não lhe fodeu o priquito?
– Não, irmã. Justo nessa hora o corno do meu marido chegou. Aquele porra nunca chega cedo porque fica comendo a menina e nesse dia veio cedo. por causa do faz-tudo. Quando a gente ouviu o barulho do carro entrando na garagem ele logo botou a bicha nas calças e eu corri pra colocar um roupão em cima da camisola, mas tava aquele clima.
Nessa hora ela perdeu um pouco o tesão.
– Que droga, irmã! O cornão não te come e nem deixa o outro comer.
– Irmã, mas ele me comeu ontem. Eu não tinha como negar. Na verdade, eu que comi ele.
– Como assim, irmã?
– Quando ele chegou ele viu que o cara tava de pomba dura, né? Pagou, agradeceu e o rapaz saiu feito um raio. E então ele me olhou dos pés à cabeça, sabe? vendo a roupa que eu tava e me perguntou o que tava acontecendo. Eu falei: Por quê? E ele disse: Eu vi como ele saiu daqui. Vocês tavam trepando? E eu disse: Homem de deus, sou crente. Não me acuse disso. Mas eu vi que ele tava me olhando, não sou de ferro.
– Ele acreditou, irmã?
– Irmã, ele não acreditou muito, mas eu não liguei. Chamei ele no quarto, me arreganhei na cama enfiando os dedos na buceta e pedi pelo amor de deus pra ele me fuder. E ele não resistiu, né? É homem. Quem foi corna foi a puta dele ontem.
– Irmã e foi bom?
– Pela primeira vez foi, irmã. Me comeu feito um cavalo. Mas não matou meu fogo. Veja a senhora como eu tô.
Ela estava mesmo gulosa, a buceta engolindo o tubo de desodorante.
– Irmã. mas com uma dessas até eu tô precisando de carinho.
– Irmã, pois meta uma cenoura dessa aí, também. Vamos, eu preciso gozar. Goza também.
Eu nem esperei ela repetir. Baixei as alças do meu vestido soltando minhas tetas e puxei minha poltrona colada de frente com a dela. Ficamos com as pernas de fora por cima dos braços das poltronas que estavam juntinhos, um de frente pro outro. As bucetas da gente ficaram perto.
Puxei as mãos delas e fiz ela alisar meus peitos e ela apertava com força.
– Irmã, como a senhora é peituda. Que bonitos seus peitos. Que bicão lindo.
– Irmã, pois aperta minhas tetas, elas são muito sensíveis. Uma chupada nos peitos e eu sou capaz de gozar.
Ela nem perguntou se podia. Se curvou por cima de mim e caiu de boca nos meus peitos. Mamava puxando os bicos e eu gemia alto. Puxei o tubo de desodorante da buceta dela e meti na boca sentindo o gosto dela. Ela ficou olhando tarada e eu enfiei três dedos naquele bucetão arrombado e depois chupei. Enfiei dois na minha bucetona que também estava precisando de rola e enfiei na boca dela, que chupou gulosa.
– Irmã, vira de costas pra mim.
Ela falou e eu subi no sofá pondo os joelhos nos braços e me arreganhei pra ela. Vi quando ela meteu o tubo de desodorante na própria buceta gemendo e então caiu de boca na minha buceta.
– Aaaaaaaaaaaai, que lingua gostosa, irmã. Ai que chupada boa! Chupa meu priquito, chupa. Engole minha baba, morde meu grelo, pelo amor de deus. Ai meu deus, irmã do priquitão, chupa o meu priquito de puta, chupa!
Ela fez tudo que eu dizia, enfiava a cara na minha buceta e se masturbava com o tubo de desodorante. Eu empurrava meu rabo na cara dela, fazendo ela se afundar nas minhas carnes. Esfregava a buceta na cara dela inteira.
De repente ela puxou o tubo da buceta dela, todo ensopado e melado e socou de uma vez na minha me fazendo gritar. Chupou meu grelo socando com força aquele tubo inteiro na minha buceta arreganhada. Era tão forte que puxava as bordas da minha buceta quando entrava e me fazia sentir dor e prazer.
Gozei aos berros, sentindo a boca dela no meu grelo e aquele tubo no fundo da minha buceta, pensando na pirocona roxa que ela tinha falado. Mal terminei exausta e ela disse:
-Irmã, me faz gozar gostoso agora, faz.
– vira de costas, irmã. Fui me virando sem tirar o tubo da buceta e depois ela ficou na posição que eu estava antes. Vi aquele priquitão enorme, carnudo e babado se abrindo pra mim esperando uma linguada e matei a vontade que estava. Chupei de todas as formas que consegui. Puxava as carnes dela com a boca e mamava naquela bucetona. Chupei o grelão dela como se fosse uma piroca pequena. Mordi a bunda dela, alisei o cu, estava pensando se o irmã Renato visse aquilo, se fudesse ela. Se arrombasse nós duas. Ou se ele me comesse enquanto ela chorava com o tronco preto do faz-tudo no cuzão dela.
Enfiei os dedos na bucetona dela, empurrei fundo e mexi lá dentro arrancando tanto gemido dela que ela quase chorava de tesão gritando: ai meu deus, ai meu deus, aaaaaaaaaai meu priquito, tô sentindo tuas dedadas lá no fundoooo!
Depois tirei os dedos melados de dentro dela e enfiei no cu. Cutuquei o cu marronzinho dela, cutuquei fundo, lá no fundo ao mesmo tempo no priquito e no cuzão. Ela pinotava de quatro na poltrona sentindo minhas cutucadas no fundo do rabo dela. Lá dentro meso, bem fundo. E ao mesmo tempo, cutucando bem no útero dela com os dedos. Soquei gostoso e quando vi que ela estava próximo de gozar, tirei o tubo enfiado em mim e falei pra ela:
– Pensa agora na rola preta. Pensa nela que ela ainda vai te esfolar.
– Ai, irmã. Que gostosa que aquela piroca é. Queria ter sentindo atolada inteira no fundo do meu priquito. Lá dentro até os ovos.
Enfiei o tubo de uma vez e empurrei. Não tirei o dedo do cu dela. Enfiei foi mais um, deixando dois dedos atolados lá.
– Pois sente a rola roxa agora, sente. Sente aquela tora preta socando até os ovos nesse priquito de vagabunda, sente. Puta safada, vai tomar muita rolada nesse bucetão de vagabunda. Vou te fazer dar esse priquito pra tanto macho que ele vai ficar rasgado e dormente de levar rola e porra. Até esse cu vai ser arrombado, rapariga gulosa.
– Ai, irmã, aiiii, que pirocão grosssooooo, aaaaai…. aiiiiiiiiiii….
Ela gozou estremecendo o corpo todo e gemendo, empurrando o vidro de desodorante pra fora. Até o cu piscava e fazia bico de tanta força do gozo dela.
Ela se jogou ainda de quatro no encosto do sofá e eu nem tirei o tubo de desodorante de dentro dela.
Dei duas batidinhas na bunda dela e tirei o tubo, dei um beijo de língua gostoso na buceta dela toda gozada e esfolada daquele tubo enorme.
– Pronto, irmã. Apaguei seu fogo por enquanto.
Ela se jogou no sofá arreganhada e eu, que também estava com as pernas abertas por cima dos braços do sofá fui escorregando até minha buceta encostar na dela. Pus uma perna por cima do corpo dela, pra encaixar melhor. FIquei rebolando devagar e ela correspondeu, fazendo as bucetas se esfregarem macias.
– Irmã, obrigada por isso. A senhora me abriu um mundo novo. Somos confidentes agora.
– Por nada, irmã. Meu papel é fazer você ter uma vida mais feliz. Veja que até foder com seu marido a senhora fodeu.
– Mas eu quero sentir outra rola pra me satisfazer também. Ele come outra buceta. É justo.
– É verdade, irmã. Mas a senhora sabe que homem pra comer uma mulher ainda mais sendo crente, casada e mal-comida em casa, sempre tem. Até na igrjea a gente acha uns irmãos dispostos a suprir nossas necessidades.
– Irmã, é verdade. Já notei os olhares que os homens da igreja me dão agora que estou mais mudada.
– Pois irmã, arrume um motivo praquele faz-tudo ir na sua casa e fazer o serviço completo. Cu, buceta e boca. Dê uma baita chupada naquela piroca e agasalhe no fundo do seu rabo e do seu priquito. Depois arrume mais um irmão bem roludo na igreja e tenha mais opção. Quando um não lhe comer, o outro come. Falta de pomba a senhora não passa mais.
Rimos juntas.
– Irmã, é realmente uma boa idéia. Vou dar um jeito de pegar o telefone do faz-tudo e chamar ele la em casa um dia desses. E vou ver as malas dos irmãos na igreja pra avaliar quando pode me servir melhor.
– Ótimo, irmã. Esse é o caminho da felicidade.