Esposinha Evangélica Dedicada (Continuação)

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Continuando a minha história, falei pra vocês passei a ajudar outras esposas, certo? Como contei que virei a puta crente do irmão Renato (ainda dei tudo pra outros algumas vezes, como também já comentei), eu passei a ser mais feliz em casa. Beijava e abraçava meu marido e até chamava ele pra me comer, e ele até passou a aceitar mais vezes. Mas antes de ir trepar com ele eu me masturbava no banheiro e puxava meu grelo deixando ele bem sensível antes de começar, então nos poucos minutos que ele me fodia eu conseguia gozar. Ele passou a se achar o comedor, pois me via gozar e achava que era por causa dele.
Um dia, ele me chega com uma proposta. Me fala que tem vários casais na igreja que chegam pra ele com relatos dos problemas conjugais pedindo conselhos. E ele via que eu estava muito feliz como sua esposa e queria que eu aconselhasse as mulheres desses casais.
A princípio eu não quis. Era muita responsabilidade e eu não queria fazer isso. Não gostei mas prometi que tentaria.
Dias depois, durante o culto, meu marido anunciou que estaríamos disponível pra aconselhamento de casais. Depois do culto estávamos limpando a igreja e ele chegou com um casal, irmão Samuel e irmã Rosângela, casados há 15 anos e pais de uma menina de dez anos, Sara e outra de seis, Rebeca. A irmã Rosângela tinha na cara um misto de raiva e tristeza e o meu marido falou que eles estavam passando por problemas conjugais. A irmã Rosângela queria o divórcio mas o marido não aceitava. Divórcio não era plano de deus e a mulher era pra ser submissa ao marido, e estar disposta a cuidar da casa e dos filhos. A situação era grave: a irmã nem olhava pra cara do marido de tanta raiva.
Marquei no dia seguinte em casa para conversar com ela. O meu marido conversaria com o marido dela e eu, com ela.
No dia seguinte, na hora marcada, a irmã Rosangela estava lá. Envergonhada e ainda com o rosto triste, ela relutava em contar o que se passava até que caiu em prantos.
– Irmã Fernanda, eu não sei o que fazer. Descobri que meu marido me traiu com uma secretária do trabalho, praticamente uma menina, e eu me sinto tão mal, me sinto velha e feia, caída, depois que tive minhas filhas. Briguei com ele, ele prometeu que largava ela, mas acho que ainda anda se encontrando escondido com aquela vagabunda porque continua chegando tarde em casa. Ele não tem nada comigo, nem me olha, nem me procura. Me sinto tão mal!
Senti pena dela. A irmã Rosângela era bem mais velha que eu, tinha 39 anos, tinha se casado muito nova também, mas o marido dela era pouco mais velho que ela. Ele tinha 43 e parece que estava tendo um caso com uma moça no trabalho que mal tinha 19. Mas a irmã Rosângela se via de forma muito pior que era de fato. Ela era uma morena clara alta, tinha uma cintura fina e os quadris largos com as pernas grossas, estava pouco acima do peso, mas tinha uma barriguinha muito pequena pra quem já tinha tido dois filhos. Os peitos não eram grandes como os meus e estavam um pouco caídos, e ela andava sem sutiã, numa roupa mal arrumada de sapatos fechados baixos. Ela não se enfeitava nem maquiava e usava saias pouco abaixo dos joelhos e o cabelo longo sempre preso e onde ela andava se via claramente que era uma crente.
Comecei exaltando a beleza dela, e percebi que ela tinha um sério problema de auto estima.
– Irmã, a senhora é bonita, é um mulherão e se andar bem vestida com certeza vai chamar a atenção dos homens. A senhora precisa se cuidar e se amar primeiro. Vemos depois a parte do seu marido, mas a senhora precisa pensar em si e se esquecer dele.
Ela já foi enxugando as lágrimas e ouvindo atenta.
– A senhora acha que ainda chamo atenção?
– Sim, irmã, mas ainda precisa se cuidar. A senhora já pensou em começar a fazer academia?
Uma luz se acendeu no rosto dela.
– Não… Quer dizer, sim. Mas não estou velha pra isso?
– Nada, irmã! Aposto que se começar a se exercitar vai sentir muito melhor. Compre uma roupa para malhar, uma calça legging, uma blusa apropriada. Se quiser eu ajudo a escolher uma apropriada.
Ela aceitou animada e nesse mesmo dia fomos a uma loja de departamentos. Escolhemos um macacão legging muito bonito mas que marcava a buceta dela e ficava entrando na bunda, porque ela era alta e eu escolhi de propósito um número um pouco menor. Para ficar mais discreto, ela comprou um saiote de usar por cima da calça.
– Irmã, não é pecado se cuidar e querer se sentir desejada nessa situação. Compre uma lingerie pequena, não use calçolas. Vá malhar e veja a reação dos homens. Não precisa dar trela pra ninguém mas a senhora vai perceber que mulher bonita que é.
Escolhemos também uma calcinha pequena, que não era fio dental, mas era apertada pra ela e marcava bem a roupa.
No outro dia ela foi à academia se matricular e já começar. Voltou na minha casa ainda na volta da academia, toda renovada. Parecia outra mulher.
– Irmã, a senhora não vai acreditar! Recebi alguns olhares. Um moço muito novo passou por mim olhando meu corpo e disse: bom dia, linda. Senti vontade de rir.
– Irmã, eu não disse? A senhora tem um corpo bonito, pode chamar a atenção dos homens, sim. Precisa se vestir de uma forma que destaque seu lado sensual. Venha ver como as mulheres se aprontam pra academia.
Peguei o notebook e fui mostrar pra ela algumas fotos de roupas de academia sensuais. Acabamos caindo em fotos que fazem aquela pata de camelo na xaninha. Como a dela era alta, já marcava na legging, mas não dividia.
– Irmã, pelo amor de deus, que coisa desavergonhada!
– É irmã, mas se seu marido não vê isso em casa ele vai ver na rua. Porque só o que tem é mulher mostrando. Já virou coisa normal.
– Mas irmã, porque fica assim?
– É que elas usam uma calcinha muito pequena, entrando nos lábios ou vão sem calcinha mesmo.
Comecei a ensinar pra irmã Rosangela que era preciso se arrumar. Fomos ao salão que sempre vou e hidratamos o cabelo, pedi uma maquiagem pra ela que fosse natural, não colorida, para realçar os lábios e os olhos e ela ficou muito bonita.
Durante cerca de três dias ela já estava super animada, ainda não tinha passado a raiva do marido tampouco melhorado em casa, mas ela já não pensava tanto nele. Estava animada com as olhadas que levava. Me falou que queria experimentar usar a legging com a calcinha enfiada na buceta, e me perguntou se não era pecado mesmo. Garanti que não. Ela precisava se sentir bem consigo e estava se enfeitando. Então, na tarde desse dia, ela passou lá em casa antes de ir pra academia. Por pouco ela não encontra irmão Renato que tinha acabado de sair depois de me deixar toda esfolada mais uma vez.
Mas ela estava muito bonita e tesuda. Tirou o saiote da calça e me mostrou a legging branca dividindo a bucetinha e atrás entrando gostosamente no bundão que ela tinha.
– Vai assim, irmã. Vá sem o saiote. A senhora está muito atraente.
Assim ela fez. Na volta, passou novamente lá em casa e estava arrepiada e suada, me confidenciou que estava toda molhadinha das olhadas que levou e da sensação da calcinha roçando no meio dela.
– É, irmã. A senhora está se sentindo assim porque está carente. Seu corpo está pedindo carícias, sexo que é uma coisa saudável e natural que deus deixou pra gente.
– Mas como faço, irmã? Meu marido já me olha mais, está estranhando minha mudança, mas ainda continua chegando tarde em casa. Tenho raiva e não quero fazer coisa com ele.
– Irmã, eu entendo. Mas a senhora pode se aliviar se acariciando sozinha.
– Como? Eu… eu nunca fiz isso… nem sei como é.
Sentei ela no sofá e fui falando baixo em tom de confidência.
– Irmã, a senhora pode se masturbar. Não tem problema. Alise seu clitóris, enfie os dedos na sua xaninha. Sinta prazer sozinha. Alise seus seios.
– Irmã, eu nem sei onde fica isso. Esse “clitório”.
Fiquei olhando pra ela como se fosse um ET. Ela não tinha nenhum conhecimento do corpo dela.
– Irmã, vou lhe fazer uma proposta e a senhora me diz se aceita. Se não aceitar tudo bem, mas fique entre nós que lhe falei isso, porque somos mulheres e a gente precisa se ajudar.
– Claro, irmã. Pode dizer. Confio 100% na senhora.
– A senhora não quer tomar um banho e eu lhe mostro algumas coisas no seu corpo? Lhe ensino como se masturbar e onde se tocar.
– A senhora faria isso por mim????
– Claro.
E assim foi. Ela foi tomar um banho. Disse a ela que passasse bastante sabonete na “vagina”, alisasse e sentisse onde daria mais prazer. Depois fosse de toalha pra sala, e eu mostraria pra ela. Eu já estava banhada, tinha colocado minha pequena pra dormir no quarto e estava com um vestido leve. Fiquei pensando em como fazer aquilo e fui tendo algumas idéias. Deixei numa mesinha da sala algumas bananas e cenouras, que eram meus brinquedos antes de contar com as pirocas de amigos pra me satisfazer.
Ela voltou envergonhada mas muito curiosa. Pedi pra ela sentar no sofá e pus outro de frente pra ela. Sentei e disse:
– A senhora se tocou?
– sim… senti que era gostoso, ainda estava melando por causa da academia. Eu tô nervosa, irmã, mas estou ansiosa, está ainda melando um pouco.
– ótimo. Sinal que a senhora está excitada. Faça o seguinte, sente à vontade, abra as pernas, coloque em cima do braço do sofá. Uma em cada braço.
Era um sofá de um lugar apenas e o meu também.
Quando ela sentou, me levantei e fui pra perto. A buceta dela tinha bastante cabelo. Ela não se depliava. Abriu-se toda e vi um grelo grande saltado no meio e a pele dos lábios era grande, parecia as folhas de uma couve, mas era muito atraente.
– Irmã, primeiro, a senhora precisa se depilar. Assim é mais difícil sentir prazer e desejo e o sexo com seu marido vai ficar melhor se a senhora ficar toda raspada.
Levantei e peguei uma tesoura. Eu segurei as pontas e aparei os pelos da buceta dela, deixando bem curtos. Agora dava pra ver aquele meio cor de canela, melado e inchado pois ela tinha muito tesão reprimido.
– Pronto irmã. Agora a senhora por favor conheça seu clitóris, mas a gente normalmente chama de grelo, na intimidade. Faça uma massagem nesse botão de carne aqui, passe os dedos. Feche os olhos e fique sentindo.
Ela obedeceu.
– Nossa, irmã, é bom. Hum… é uma delícia. Que gostoso! Como eu nunca fiz isso antes?
Eu fiquei olhando e aquilo me dava muito tesão. Ver a irmã Rosângela arreganhada no sofá, massageando o grelo e a buceta aberta brilhando, me lembrava eu mesma me arreganhando pro irmão Renato. Entendi então o tesão que ele sentia, porque eu mesma vendo a irmã Rosângela ali aberta me dava vontade de tocar ela.
Ela virava o pescoço pra trás e se abria mais.
– Irmã, agora experimente colocar os dedos da outra mão no buraco da sua xana. Mas assim, na intimidade, vamos chamar de buceta. É pra senhora se sentir sensual, desejada, pode falar safadeza e pensar também. Pense num homem enfiando os dedos e lhe alisando.
– Certo, irmã. Mas não sei como fazer isso.
– Basta ir enfiando os dedos e continuar apertando seu grelo.
Ela começou tímida a enfiar o indicador da outra mão.
– Cutuca lá dentro, irmã. Enfia o dedo todo e sente como é por dentro.
Ela enfiou o dedo e ficou mexendo lá. Gemia gostosamente com as sensações novas.
– Enfia dois dedos agora, irmã.
– Dois? Não machuca?
– Machuca não. Pode enfiar. Eu enfio também assim.
– A senhora também faz isso???
– Sim, não é sempre que o pastor está em casa. De ver a senhora fazendo dá vontade de fazer também.
Ela seguia enfiando os dois dedos e cutucando dentro da buceta.
– Irmã, isso é bom. Meu deus, como eu não fazia isso antes. Sou muito inocente nessas coisas.
Ela se concentrou e tenho certeza que imaginava um macho gostoso fazendo aquilo nela. Deixei ela aproveitar bem, e então avancei:
– Irmã, agora pegue uma banana ou uma cenoura.
– Pra que????
– Pra enfiar na sua buceta. Tem que imitar um pau entrando. Assim é mais gostoso. Já que não tem um homem pra lhe comer, tem que meter uma coisa na buceta.
– Mas irmã, vai machucar.
– não, irmã. Não machuca.
– Não sei se consigo.
– tente.
– Ela pegou a banana e ficou olhando.
– Tem que descascar?
– Melhor não, senão fica mole. Com casca mesmo.
Ela começou a tentar mas estava nervosa. Vi que estava secando a buceta e ficando cada vez mais nervosa. Levantei, fui até o quarto da minha filha e peguei o óleo Johnson dela e fui até ela.
– Irmã, me dê aqui.
Ela me deu e eu segurei, apontando pro buraco dela.
– Amasse o grelo pra cima e pra baixo. Assim. Arreganha bem as pernas.
Melequei a banana no óleo e deixei cair um filete em cima da buceta dela. Pus no dedo e enfiei o dedo no buraco dela, ela gemeu e ficou sem saber como reagir, porque sentiu tesão e vergonha comigo dedando a buceta dela. Enfiei e fui melando e esticando o buraco dela, enquanto ela gemia e fechava e abria os olhos.
Fui enfiando a banana e vendo a buceta dela se contrair, engolindo a fruta. Peguei uma banana das maiores, enfiava gostoso e tirava e colocava na buceta dela.
– Irmã, imagine uma pomba bem gostosa entrando na sua buceta. Imagine um homem tarado por você, com a rola bem dura lhe comendo safado. Alise seus peitos.
Ela abriu a tolha e começou a passar a mão nos peitos, sem soltar o grelinho.
– Puxa os bicos, irmã. Alisa os dois, deixa que aqui embaixo eu cuido.
Alisei gostoso o grelo dela pra cima e pra baixo rápido e com força e socava a banana toda ensopada na bucetona dela, que engolia tarada tudo. Dava pra enfiar a banana inteira lá dentro. Enterrei e deixei só a pontinha de fora, dando batidas com os dedos e vendo a buceta piscar em cada batida.
– Irmã, tá me subindo um calor, dando uma coisa na buceta.
A senhora vai gozar, irmã. Alise os peitos, puxe os bicos com força que é gostoso.
Ela apertava com força, repuxava os peitos e se arreganhava enquanto eu amassava o grelo dela que estava enorme, beliscava e puxava e apertava com força. Senti que a buceta dela empurrava a bananona pra fora.
– Irmã, imagina uma piroca e fala, pode falar. Estamos entre amigas.
– Me come com esse pirocão, me come. Que piroca gostosa, ai que pirocona gostosa na minha buceta. Ai minha bucetaaaaa…
Senti o gozo chegando e acelerei no grelo, com força, fazendo as pernas dela tremerem todas. Empurrei a banana com força que a buceta dela colocava pra fora com as contrações do gozo.
– Goza, irmã, goza gostoso nessa piroca, goza.
– Ai, aaai, meu Deus, aiiiiiiiiiiiiii, hummmmmmm…. Ai minha buceta, ai ai ai….
Ela gozou deliciosamente. E embaixo do meu vestido eu estava ensopada, as pernas totalmente meladas de tesão. Senti vontade de chupar aquele bucetão. De engolir o grelo dela mas tive receio de estragar. Era melhor manter minha aluna ali.
– Irmã de deus nunca senti uma coisa tão gostosa.
– Glorifique, irmã. Agora a senhora sabe o que é uma gozada gostosa. Falta sentir isso numa piroca grossa.
Ela riu.
– Irmã, essa parte é mais difícil. Meu marido até é bem dotado, mas anda enfiando a pomba dele em outro buraco.
– Vamos ver, irmã. Quem sabe ele não volta a agasalhar aí nos seus buracos.
– Mas agora eu já posso apagar meu fogo sozinha também. Não vou me sentir tão carente. Só tenho pouca oportunidade porque minhas meninas não param, e eu não posso ficar trancada no quarto muito tempo.
– Sim, irmã. Pode vir sempre aqui se quiser. É sua segunda casa. Mas avise antes pra saber se eu estou em casa (na verdade, era pra não me pegar sendo arrombada pelo irmão Renato).
– Pode deixar, irmã, eu agradeço demais pela senhora me ensinar tanto!
A irmã saiu rebolando feliz. Uma outra mulher. Enquanto isso, continuava levando minha filha ao médico, aproveitando minhas viagens de táxi e engolindo a pirocona do irmão Renato por todos os buracos.
No dia seguinte, marquei com a irmã pra levar ela numa depiladora. Ela se animou toda! Com a buceta depiladinha podia ir sem calcinha pra academia. Antes os pelos marcavam a calça legging e ela tinha que usar calcinhas.
O salão é enorme e tem três cabines femininas, onde as depiladoras depilam mulheres e três masculinas, onde os depiladores depilam homens. Isso pra evitar problemas que já tiveram com assédio. Mas isso não deixava de ocorrer. A depiladora era minha amiga já porque eu sempre ia lá e sabia que tinham clientes lésbicas que procuravam as depiladoras em que tinham mais tesão pra cavar algum carinho. E dependendo de pagar um por fora, elas recebiam um tratamento especial com os dedos enfiados e de quebra, dependendo do agrado, umas chupadas. A mesma coisa acontecia nas cabines masculinas, já que os depiladores eram a maioria gays. Mas eram muito profissionais. Apesar de admirarem umas picas lindas que apareciam lá eles só avançavam o sinal quando o cliente demonstrava que queria isso. Antes de ir, perguntei a ela qual a depiladora que toparia tocar de um jeito insinuante a minha amiga e até avançar mais se ela demonstrasse interesse e ela me indicou qual seria.
Fomos no salão de depilação que eu ia. As cabines femininas estavam lotadas. Dei o toque que havíamos chegado pra minha amiga e ela já avisou para a depiladora escolhida. Assim que ela liberou a cliente anterior, já chegou pra avisar à gente que estava disponível, e ia somente limpar a sala e substituir os descartáveis pra nos receber.
Ela era uma mulher branca de cabelo preto e curto, com um piercing na língua e tatuagem. Bem sensual. A irmã Rosângela me olhou e quando ela saiu perguntou:
– Irmã, mas essa é meio homem, a gente pode ir nela?
– Claro, irmã. Eu já fui quando minha amiga estava ocupada. Ela é muito respeitadora.
Fomos pra sala quando ela nos chamou e perguntei se podia ficar junto, porque era a primeira vez da minha amiga e ela tava muito nervosa. A depiladora aceitou e perguntou como ela queria.
– Completo. Tira tudo, na frente e atrás.
Eu respondi antes dela.
Ela fez que sim com a cabeça e a depiladora pediu pra ela tirar a roupa e se acomodar na cama. Ela foi ao trocador. Como estava de vestido teve que tirar tudo. Deitou na cama nua, o corpo bonito dela deitado estava todo arrepiado e a respiração ofegante.
A depiladora começou a passar um hidratante. Foi explicando que prepararia a pele, antes de depilar, depois faria a depilação e por último ia passar um creme para relaxar a pele, para diminuir a dor.
Começou a espalhar o hidratante pela parte interna das coxas e virilhas da irmã, abrindo devagar as pernas que ela fechava por vergonha. Deixou ela toda arreganhada. Pedi pra ela fechar os olhos e relaxar que logo acabaria e ela esticou a mão pra mim, em sinal de confiança. Segurei a mão dela e fiquei alisando seu braço, fazendo ela relaxar com os toques em toda a área de baixo da depiladora, que espalhava o hidratante em toda a buceta e virilha dela, menos dentro do meio.
Então ela aparou os pelos e deixando eles curtinhos começou a depilar, com cera morna, que diminuía a dor. Mas a irmã não reclamou muito. Depois das primeiras puxadas ela já se acostumou. A depiladora se apoiava estrategicamente perto do grelinho dela, colocava os dedos pra segurar ali perto e quando colocava o papel com cera apoiava o polegar bem em cima do grelinho. Também abria a buceta dela, e às vezes escorregava sem querer o dedo na racha e pedia desculpas em seguida.
– Fiquem aí um minutinho que vou ali pegar mais material. Já estou quase terminando na frente.
Quando ela saiu a irmã Rosangela me confidenciou:
– Irmã, do jeito que ela tá pegando tá me deixando melada. Que eu faço? Se ela notar?
– Irmã, relaxe. Não se preocupe que ela é profissional. Se ela notar ou ela vai gostar ou vai ignorar.
– Valei-me, irmã, e se ela gostar?
– Aí deixa acontecer, irmã. Ela vai acariciar enquanto trabalha e a senhora aproveita.
– Irmã, mas não é pecado?
– Irmã, a senhora não vai fazer nada. Só deixar ela fazer. Se for pecado é dela.
Ela aceitou meu argumento sem-vergonha e relaxou. Eu sentei em um sofá de um lugar que ficava quase por trás da depiladora, me dando uma visão privilegiada. A depiladora voltou e encontrou ela já aberta, sem se fechar. Continuou fazendo as depilações e passeando os dedinhos, mas agora observava que a irmã fechava os olhos e os bicos dos peitos estavam bem arrepiados. Então ela percebeu que o sinal estava verde. Deslizou mais demoradamente o dedo pelo grelinho da irmã Rosângela, que respirava fundo e não fechava as pernas.
Nessa altura a irmã tava pra lá de melada. A depiladora usava papel descartável pra diminuir a baba e cutucava discretamente o buraco da irmã quando passava o papel, forçando um pouco. Quando foi apoiar pra depilar a virilha, deixou escorregar a cabeça do polegar na entrada do buraco e olhou pra irmã, que nem abria os olhos. Então ela foi enfiando devagar e vendo a buceta acolher o dedão dela gulosa. A irmã de olho fechado fingia que não via, mas a buceta pulsava e o peito subia e descia.
Ela então deu as últimas puxadas de cêra com o polegar enfiado no buraco da irmã Rosângela. Depois tirou e a irmã abriu os olhos.
– Tá peladinha agora. Vira de lado que vou depilar atrás.
A irmã obedeceu deitando de lado na cama e deixando o cuzinho à mostra pra depiladora, que fez a depilação inteira com o dedo médio enfiado na buceta da irmã, e às vezes metia bem devagar e tirava. Deixou o cuzinho pelado também e sem tirar o dedo da buceta dela, pegou um gelzinho espalhou no cuzinho dela que piscou. Espalhou por toda a parte depilada e massageou tudo e especialmente ao redor do buraco, massageou até o dedo entrar no cuzinho. Deixou um dedo médio no cuzinho e outro na buceta e movimentou algumas vezes enquanto a irmã gemia de olhos fechados. A irmã estava toda melada, melando a mão inteira da depiladora.
– Querida, pode voltar a ficar de barriga pra cima? Preciso passar o gel relaxante na frente também.
A irmã foi se movimentando e a depiladora não tirou o dedo dentro da buceta dela. Só do cuzinho, porque não dava pra manter dentro.
Então ela espalhou um gel de morango, o cheiro subia pela cabine. Então ela colocou dois dedos dentro da buceta dela e ficou enfiando e tirando enquanto espalhava o gel pela buceta pelada e vermelha, e várias vezes passava no grelinho da irmã.
– Posso dar um agrado de brinde?
A irmã olhou pra mim, fiz que sim com a cabeça e disse:
– Po..pode…
A depiladora, sem tirar os dedos, caiu de boca na buceta da irmã, que arregalou os olhos pra mim e fiz sinal de silêncio. Fiz gesto pra ela fechar os olhos e ela fechou e eu fiquei deliciada e com uma certa inveja vendo ela levar um banho de língua que fazia barulho na buceta. A depiladora chupava esfomeada a buceta dela, enfiando a língua no buraco e tirando, depois enfiando os dedos novamente e depois chupando o grelo duro da irmã, que estava enorme e inchado.
Ela só parou quando a irmã, aos espasmos, gozou na boca dela, com a língua enfiada na buceta e recebendo puxões gostosos e tapas no grelo.
– Gostou do brinde?
– Sim. Gostei muito, obrigada.
Ela saiu envergonhada e eu me encarreguei de pagar o serviço extra que ela tinha feito.
Quando entramos no carro, a irmã estava respirando fundo.
– Então, irmã? Foi bom? Porque eu confesso que fiquei morrendo de inveja.
– Irmã, pelo amor de deus. Foi uma delícia. Posso lhe perguntar uma coisa?
– Claro, irmã.
– Já que num é pecado, já que eu não fiz nada. A gente pode ir num depilador homem?
Eu caí na gargalhada. Ela queria uma piroca dentro dela, isso sim. Porque dedo e boca era tudo igual.
– Claro, irmã. Se a irmã quer que uma pomba gostosa fique dura por sua causa, vamos providenciar.
Ela ria e confirmava que era o que queria. E eu tratei de providenciar algum depilador pra matar o fogo daquela outra crente priquituda gulosa e mal comida.

Esposinha Evangélica Dedicada – E as crentes mal-comidas