O mais viado dos dias

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Sou casado, mas sempre sempre senti atração por paus. Eu vivia na internet procurando imagens de paus grossos, duros, cheio de veias, pentulhudos, obscenos…
Sonhava com rolas lindas, sonhava em beijar, lamber, engolir. Mas tudo ficava na fantasia.
Até que eu fui em viagem de negócio para Salvador. Eu até conseguia passar alguns dias na praia. Já no primeiro tudo começou a mudar.
Quatro capoeiristas se apresentavam por ali, loucos para tirar uma grana dos turistas. Ofereci uma cerveja para eles na minha mesa e eles aceitaram prontamente. Conversamos por algum tempo. Bebemos, falamos de Salvador, de mulheres, de carnaval. Eu estava cheio de ideias, mas não dava bandeira. Até um deles perguntou:
– Você está ficando em hotel?
– A empresa me alugou uma casa por três meses. Aquela lá.
Apontei para a casa ampla do outro lado da avenida da praia.
– Caralho! Que mansão!
Não sei o que me deu. Perdi toda a noção de segurança:
– Vamos lá. Vou mostrar pra vocês.
Paguei a conta, saímos, atravessamos a avenida e entramos na casa.
– Podem sentar por aí. Vou pegar mais cerveja.
Sentaram-se três em um sofá enquanto Antônio (o macho alfa) sentou-se ao meu lado. Ele falava, gesticulava, pousava a mão na minha perna. Então ele me encarou:
– Fala a verdade. Você tá querendo uma curtição, não é?
Estremeci. Antônio passava a mão no pão que endurecia embaixo da sunga. Os outros três me olhavam.
-Não é bem assim…
Antônio, colocou o pau para fora:
– Segura aqui – ele disse.
Não acreditei naquele pau. Que coisa linda. Grossão, proporcional, cheio de veias. Aquilo que se pode chamar de caralho. Aproximei a mão, mas parei.
– Que foi? – ele perguntou.
Eu não consegui tirar os olhos daquele pau maravilho. Não resisti, abaixei-me e comecei a dar beijinhos de adoração:
– Que pau bonito, que rola gostosa, que cacete delicioso…
Os três no outros sofá deram risada e arrancaram as sungas. Antonio se levantou, pegou o pau e começou a passar na minha cara, esfregando, batendo.
– Você é viado, então?
– Sou.
– Bem viado?
– Sim, sim, sim…
Eu lambia a cabeça do pau, lambia as bolas, esfregava no rosto. Abri a boca para abocanhar a cabeça. Depois fui enfiando mais e mais até ficar com quase tudo inteiro na minha boca. Não sabia que era possível.
Ele segurou minha cabeça e começou a foder minha boca. Parecia que fodia uma buceta.
Os outros três vieram e começaram a se revezar enfiando o pau na minha boca. Eu chupava como gost, louco de prazer. Finalmente eu tinha pau para chupar. Quatro varas lindas e negras.
– Vai dar o cu? – perguntou o Antônio.
– Não.
– Vai sim.
– Não vou. Só quero chupar.
Ele me puxou e com a ajuda de outro deles, me fez ficar de quatro no tapete, os braços apoiados no sofá. Resisti um pouco, mas resolvi ficar quieto por fim.
– Isso – disse Antônio – quietinho, bonzinho. Que bunda linda, viado, que cu tesudo!
Fiquei envaidecido. Ele deu um tapinha. Depois abriu minha bunda e começou a lamber meu cu.
Enfiava a lingua, o dedo, dois dedos, três. Preparava meu cu para o que viria. E quando veio foi a melhor experiência da vida.
Antônio passou a cabeça do pau no meu cu. Tentou enfiar. Voltou. Tentou de novo, a cabeça foi alargando minhas pregas até entrar. Quase gritei. Ele parou e eu senti que ele deu uma cuspida.
O pau entrava mais e mais.
– Rebola – ele mandou.
Rebolei bem viado e aquele pau enorme entrou inteiro no meu cu.
Comecei a gemer, a choramingar, a rebolar, a pedir rola:
– Me fode, me come, me enraba, enfia esse cacete no cu, come o teu viadinho, enfia nesse rabo, vai!
Ele tirou o pau de uma vez.
– Vem – disse Antonio a outro capoeirista.
– Ora -nem tá arregaçado ainda.
Também cuspiu no meu cu, posicionou a vara, me agarrou pela cintura e enfiou no meu rabo.
– Seu viado, sua bicha louca, toma essa rola, aguenta essa tora no rabo!
Senti que meu cu se arregaçava, ardia. Eu tinha gozado duas vezes e meu pau ainda estava duro. O terceiro também me fodeu.
O quarto (o de pau mais grosso) me comeu que nem uma cadela por alguns minutos, bateu na minha bunda, disse que ia foder minha mulher e gozou no meu cu.
Eu já não sabia quem me fodia agora. Outro veio, enfiou no meu cu cheio de porra e gozou também. Quando o quarto veio me enfiar a vara, meu cu estava arregaçado, porra escorrendo, eu me sentindo o maior de todos os viados do mundo. Que delícia! Se minha mulher soubesse…
Aquilo aconteceu durante quinze dias. Eu passava o dia inteiro chupando pau e dando o cu. Foram os quinze dias mais viados e felizes da minha vida. Adoro chupar um pau tesudo. Adoro dar o cu, adoro.