O Proprietário – 3 – Final

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Eu devia estar ficando louca naquela hora, mas corri para o quarto, tirei a roupa, coloquei uma blusa de ir trabalhar do Ivo, amarrei-a de maneira que cobria apenas os bicos e os meus seios ficaram quase saltando para fora. Coloquei uma saia menor e folgada de tecido fino, continuei sem calcinha e calcei um tamanquinho de salto alto. Eu estava muito oferecida.
Não demorou muito o Sr. Murilo chegou com o meu marido. O Ivo foi mostrando para ele algumas rachaduras na parede interna da sala. Na verdade aquilo estava lá desde que chegamos na casa e não causavam problema algum.
Eu entrei na sala e fingi surpresa com a visita, mas quem ficou surpreso de me ver ali, vestida daquela maneira foi o Sr. Murilo.
Eu, toda sorridente, falei para ele sentar que eu buscaria um suco e algo para ele beliscar. O Ivo se sentou com ele na sala e eu sai rebolando para ele. Tenho certeza que ele gostou e o Ivo mais ainda.
Quando eu voltei para servir o suco e as rosquinhas, me debrucei bem na frente do Ivo colocando meu seios bem perto para que ele pudesse ver o que o Sr. Murilo ia ver também, depois fui servir o Sr. Murilo que estava na cadeira em frente. Notei que ele ficou ouriçado na cadeira. O Ivo me pediu mais suco e eu abaixei de novo na frente dele virando bem o meu traseiro para o Sr. Murilo.
Depois disto me sentei ao lado do Ivo, cruzando e descruzando as pernas, enquanto conversávamos, deixando o Sr. Murilo olhar de relance minhas coxas. Ele estava inquieto na cadeira.
A rola dos dois devia estar muito dura, eu podia notar, cada um com os seus motivos.
Eu disse para o meu marido que eu gostaria de beber uma Fanta, mas que não tínhamos nenhuma. O Ivo entendeu a indireta e disse que sairia para comprar, e pediu ao Sr. Murilo que o aguardasse.
Sentada na cadeira eu comecei a falar com o Ivo, que já estava perto da porta e não parava de sorrir, e fui abrindo as pernas suavemente para que o Sr. Murilo pudesse apreciar algo mais. O Ivo notou e alisou o pau dizendo que caminharia até a loja de conveniência que tinha no posto de gasolina.
Depois que o Ivo saiu, eu pude notar que o short do Sr. Murilo estava marcado pelo pênis ereto. Eu disse para o Sr. Murilo me perdoar por estar assim tão à vontade, mas é que eu não sabia que alguém ia vir até a nossa casa naquela noite. Ele disse que eu estava linda, assim à vontade, sem sutiã e sem calcinha.
Minha buceta contraiu. Eu perguntei como ele sabia daquilo. Ele respondeu que estava me analisando desde que ele tinha chegado, mas que não tinha ainda muita certeza se eu realmente estava sem calcinha.Eu sorri, e disse que estava mesmo sem calcinha. Assim era muito mais confortável de ficar em casa.Ele disse que entendia perfeitamente, que também gostava de ficar à vontade em casa, de short, até sem cueca, como ele estava agora. Nós sorrimos e eu disse que sabia disto. Ele fez cara de safado e perguntou como eu sabia. Então tive de contar sobre o que havia visto naquela tarde enquanto ele “dormia” e eu fui acordá-lo.
Ele então colocou o caralho duro para fora e perguntou se eu havia visto de perto assim. Eu gelei, era mesmo grosso, minha xoxota contraiu, ficando mais encharcada. Eu fiquei parada olhando. Ele puxou meu braço e colocou a minha mão em seu pênis. Era bom demais estar pegando naquele caralho cabeçudo.Como eu queria aquilo. Eu estava com a buceta babada de tão excitada.
Eu de leve comecei a punhetar, e ele chegou perto e passou a mão em meus seios, e começou a desamarrar minha camisa fazendo eles ficarem livres.
Ele elogiou, pegou, passou os dedos nos mamilos duros. Eu estava pulsando de tesão.
Ele perguntou se eu estava gostando. Eu acenei calada com a cabeça que sim. Eu queria que ele soubesse. Ele começou a me beijar o rosto, o pescoço, a boca e eu continuava punhetando. Ele passou a língua em meu pescoço, e eu tive vontade de desmaiar. Ele pediu para eu sentar na beirada da mesa da sala.Eu atendi prontamente e calada, e ele foi se chegando, se abaixou e abrindo minhas pernas ele pôde ver minha buceta. Ele elogiou, começou a beijar minhas coxas e a passar aquele rosto com a barba por fazer no meio das minhas pernas. E ele continuava falando.Eu estava querendo desfalecer de tanto tesão, quando a boca dele encostou e começou a lamber toda a minha xoxota eu tive espasmos. O meu marido nunca fazia aquilo. Eu nem de longe imaginava como era bom sentir uma boca encostando na minha buceta molhada, lambendo ela toda, esfregando a língua de cima até embaixo.À medida que ele lambia, eu abria mais as pernas, e eu queria me oferecer toda. Eu estava uma vagabunda toda arreganhada para aquele homem. Como era bom me arreganhar.Enquanto lambia, ele enfiou um dedo de leve na minha buceta e depois tirou. Eu não aguentei e pedi mais. Ele então começou a enfiar o dedinho em minha bunda, que começou a piscar, junto com outro em minha buceta.
Nossaaaaa!!!! Como era bom ficar ordinária. Eu nunca havia sentido tanto tesão na vida, nunca havia imaginado como era gostoso ter um dedo no meu cú.Meu marido nunca tinha feito aquilo comigo. O Sr. Murillo ficava escorregando os dois dedos para fora e para dentro de mim como se eu fosse uma puta qualquer.Ele tinha parado de me lamber, mas continuava falando, me mostrando como os meus peitinhos estavam duros, como eu estava toda arreganhada para ele, como eu era uma putinha oferecida.À medida que ele enfiava e tirava de leve os dedos de mim eu comecei a ter espasmos, minha buceta ficava contraindo, e eu tremia toda. Eu estava me sentindo a puta mais realizada do mundo.Nós ouvimos o barulho do meu marido chegando, e rapidamente nos recompomos. Ele, falando rapidamente antes que meu marido entrasse em casa, pediu que eu fosse até a casa dele depois que ele fosse embora. Eu disse que daria um jeito de ir, já imaginando que o Ivo ia consentir.O Ivo entrou, e sentiu o nosso clima meio nervoso. O pênis dele estava duro também, pelo que ele devia estar imaginando que tinha acontecido. Ele trouxe a Fanta, nós bebemos e conversamos mais um pouco. O Sr. Murilo disse que tinha de ir, se levantou, se despediu e pegando na minha mão deu um leve apertão.Assim que ele saiu, o Ivo se virou e me perguntou o que aconteceu já colocando o pau duro para fora da bermuda. Eu perguntei se ele queria mesmo saber. Ele já quase babando disse que queria saber tudo.Eu contei que tinha punhetado a pica do Sr. Murilo, sentei na mesa e mostrei para ele, toda arreganhada, como eu tinha ficado para ele me chupar e me bolinar em cima da mesa. O Ivo estava se deliciando, enquanto ficava batendo punheta. Ele estava transformado de tanto tesão, e ele queria saber se o caralho do Sr. Murilo tinha entrado em mim, se ele tinha me esporrado. Eu disse que “ainda” não, mas que ele me queria na casa dele ainda hoje.O Ivo gozou me chamando de vagabunda, de puta, de piranha safada. Eu estava sorrindo e adorando. Eu continuava arreganhada para ele em cima da mesa, apertando os meus peitinhos e dizendo que eu sabia que ele queria que eu sentisse outro caralho em mim, que ele queria que eu gozasse com outra rola em minha buceta.Quando meu marido terminou, ele disse que eu devia gozar também, e me perguntou como eu queria. Eu disse que o Sr. Murilo estava lá de pênis duro me esperando e eu estava toda molhada querendo ir. Ele ficou rindo.
Ele disse para eu ir, mas era para colocar uma camisa longa, por sobre a minha roupa, afinal, eu era uma mulher de família, e não ficava bem ficar indo à casa do proprietário vestida como eu estava dentro de casa.Ele disse para eu dizer que eu havia dado uma desculpa para ele de que havia deixado alguma roupa de molho. Quando eu voltasse, ele queria saber tudo que aconteceu. Tudo mesmo.Eu estava com a buceta latejando de tesão. Eu ia encontrar outro homem, o meu marido estava em casa sabendo e me esperando voltar. A minha excitação aumentava à medida que eu estava chegando perto da casa do Sr. Murilo. Já na cozinha eu vi que ele estava me esperando.Eu mal entrei, ele já foi me agarrando, me beijando. Eu adorei ver aquele homem doido, de pau duro, roçando no meu corpo. Ele me apertava e eu correspondia. Ele me perguntou se eu queria caralho e eu só dizia que sim. Ele me chamava de gostosa, de safada, de linda, de tesuda. Eu estava no céu. Eu nunca tinha visto um homem me desejar tanto.Nós fomos beijando e andando até o quarto dele, lá ele já tirou minha camisa longa, minha blusa, e me deitou toda arreganhada de saia levantada. Então ele disse que queria terminar de me lamber, e lambia minhas coxas, minha xana, e meu cuzinho. O safado enfiava a língua nos meus buracos. Estava uma delícia, aquilo me deixava maluca.Eu disse que queria pegar naquele tronco grosso. Ele botou para fora, eu punhetei um pouco e depois caí de boca. Eu beijava, metia na boca, babava, lambia o saco cabeludo dele, arrastava o pau na cara, voltava a enfiar até quase a garganta. Eu estava uma ordinária, muito mais que a aluna dele.Eu nunca tinha feito aquilo com meu marido, mas estava adorando fazer aquilo com o Sr. Murilo. Aquela piroca era melhor do que quando eu sonhava.
Ele me puxou, beijou minha boca, lambeu meu rosto, meu pescoço. Meus seios esfregavam nele. Ele, com as mãos, me pegava toda. Me alisava por inteiro enquanto me beijava.Ele se sentou na cama, e eu sentei de frente no colo dele, abraçando e beijando, louca para sentir aquela rola grossa me penetrando, arreganhei as pernas para envolvê-lo.A pica dele foi entrando deliciosamente, eu estava louca de saber que o caralho de outro homem me invadia. Ele me abraçava, passava a mão em minha bunda, enfiava o dedo em meu rabinho e tirava e voltava a enfiar novamente.Eu gemia e dizia para ele fazer o que quisesse comigo, que eu era dele.
Ele me fudeu de frente, depois me virou de costas e disse que queria comer minha bunda. Eu disse que queria tudo com ele.
Ele pegou gel na gaveta, e disse que nunca iria me machucar e que eu ficaria viciada em sentir tesão na bunda.Ele estava certo, era bom demais dar assim, só que mesmo ele fazendo tudo com muito carinho, eu estava com a bunda doendo.Fiquei trepando com ele por mais de uma hora. Dei, chupei, punhetei, desfilei para ele, fiz poses de todo o jeito que ele me pediu. Me mostrei por completa, de luz acesa.Ele ficava falando, me elogiando, narrando os pensamentos dele e os meus, a voz dele me enfeitiçava. Até falar e pedir coisas que eu queria eu fiz. Gozei várias vezes, como nunca tinha me acontecido na vida.
Foi a melhor trepada que eu já havia dado em minha vida toda.
Ele perguntou como eu chegaria em casa naquele estado, com a buceta toda gozada. Eu disse para que ele não se preocupasse que eu daria um jeito, e que a única coisa que eu não daria era a bunda, que estava muito dolorida.
Despedimo-nos com um longo beijo, e ele me disse que ia me querer todos os dias.
Eu disse que eu seria dele também, daquele dia em diante.
Votei para casa. Mal entrei, o Ivo foi me pegando, me cheirando e me perguntando tudo que havia acontecido.
Eu contei e mostrei minha buceta e meu cú. Ele estava doido de tesão. Me colocou deitada no sofá e veio me lamber toda enquanto punhetava.Eu estava exausta, mas estava impressionada com o comportamento do meu marido. Ele gozou urrando, lambendo a minha buceta, enquanto eu dizia como havia gostado do caralho grosso de outro homem entrando em mim.Aproveitei que ele estava louco de tesão e disse que queria ser penetrada todos os dias pelo Sr. Murilo, e ele disse que sim.Ele disse que eu poderia fazer tudo que tivesse vontade que ele deixaria. Mas que ele teria de saber de tudo.Eu disse que era a esposa dele e que tudo seria do seu conhecimento.Fui dormir exausta, exatamente como eu estava. Dormimos bem juntos um do outro.Agora todas as noites eu saio de casa só de camisola e vou até a casa do Sr. Murilo.Nos dias que trabalho à tarde lá, nós fazemos um monte de sacanagens, batemos fotos, fazemos filminhos na máquina digital (que levo tudo para o Ivo ver) e até já peguei a aluna dele chupando sua pica na sala (porque nós combinamos),
Sei que eu sou uma mulher direita casada, que está apaixonada por tudo que está vivendo com o proprietário sacana e o marido bonzinho que teNHO. Eu estou simplesmente adorando o que vivo.