Meu primeiro boquete

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Olá me chamo Carol e vou contar um pouco da minha vida sexual.
Bom eu sou fruto de uma traição, meu pai era comprometido e traiu sua namorada com minha mãe, quando eu nasci minha mãe fez de tudo p ficar com meu pai, mas ele não a quis e nem dava muito ideia p mim também. Eu cresci no meio desse fogo cruzado, minha mãe sofrendo pelo meu pai e ele, mesmo morando em um bairro vizinho só me via por obrigação umas duas vezes por ano. Minha mãe sempre foi do tipo sem juízo, e nessa situação piorou tudo, frequentemente saia e enchia a cara na bebida. Sempre fiquei jogada, na maioria das vezes sozinha, brincava na rua até tarde, andava p tudo quanto é lugar….

Com meus 12 anos, eu já estava um pouco desenvolvida, morena, do cabelo castanho e anelado, e tinha os peitos e a bunda de um tamanho bem avantajado. Eu era uma garota bem danada, gostava de beijar os meninos na rua (meninos novos, era coisa de criança mesmo.) e sempre tinha uma pequena curiosidade sobre o sexo, ver pinto e essas coisas, mas era só um sentimento, não fazia nada ainda.

Eu tinha uma amiga chamada Amanda, que virou minha “melhor amiga”, nisso ela me chamou p ir na casa dela e eu fui. Ela morava com a avó e um irmão, mas tinha uns priminhos que sempre iam lá. Então eu passei a frequentar a casa dela direto, a vó dela trabalhava em um posto de saúde, e o seu irmão o caio, não queria saber de trabalhar, só queria saber de sair e curtir. O caio tinha 22 anos, era um moreno escuro, alto, um bom físico não era definido mas parecia que malhava, ele até que era legal, gostava de jogar bola, ficar na esquina com os amigos e mexia com tudo quanto é mulher que passava na rua.

Em uma das vezes que fui brincar com a Amanda, estávamos eu, ela e uns priminhos delas jogando verdade ou consequência no tapete da sala. O caio estava com mais dois amigos no sofá esperando dar o horário p eles saírem.
Caio: nessa idade eu era terrível, pegava as meninas tudo que eu brincava- comentou com os colegas, eles começaram a falar que eles também.
Caio: vocês vão ficar dando no mole, a menina bonitinha vocês não dão nem um beijinho. – ele falou com um dos meninos que estavam brincando com a gente, e os colegas dele colocava pilha.

Logo o ritmo da brincadeira mudou, mas nada demais só uns selinhos que os meninos pediam. Depois disso o caio e seus colegas saíram. Continuei indo lá na casa da Amanda, e brincando com os garotinhos, eu sempre fogosa beijava os meninos, deixava eles passar a mão em mim e até chupar os pintinhos deles eu chupava (essas coisas só eu fazia, a Amanda ficava só no selinho).

A essa altura minha mãe começou a namorar com o Davi, esse homem teve uma briga uma vez com meu pai por causa de drogas, e eles passaram a se odiar, acho que minha mãe ficou com ele só pra provocar meu pai. Ele foi morar lá em casa com minha mãe, e não sei se é por causa do meu pai, mas ele me tratava com muito desgosto.
Mas tudo ia normal, até que um dia eu estava brincando com os meninos, e na consequência um deles pediu p ver meu peito, ai eu fui em um corredor que tinha lá na casa e levantei minha blusa p ele, ele ficou chupando meu peito que parecia duas peras, me assustei quando eu vi que o caio estava no quarto do lado olhando p gente, abaixei minha blusa e sai correndo.

Passou um tempo e o caio foi p sala, ficou observando a gente, e depois pediu p entrar na brincadeira. De início ele jogou como quem não quer nada, mas depois de um tempo, deu eu e ele e eu escolhi consequência, e ele disse que essa consequência eu teria que pagar no particular. Então levantamos e fomos p quarto que tinha do lado.
Ele estava sem camisa e com uma bermuda de pano mole, entramos e ele fechou a porta, ficamos um de frente p outro.
Caio: a consequência é você chupar meu pau, ok
Eu afirmei com a cabeça que sim.
caio: então ajoelha ai e desabotoa minha bermuda.

E assim eu fiz, ajoelhei e desabotoei a bermuda dele, na hora o pau dele pulou p fora. Eu fiquei impressionada, pois, só tinha visto os pintinhos dos meninos que eram bem pequenos, já o dele era grande e grosso e estava extremamente duro.
Como eu fiquei só olhando, ele segurou na minha cabeça com a mão esquerda e com a direita pegou no pau, depois começou a passar só a cabeça nos meus lábios, e então eu comecei a chupar, bem devagar, ia e voltava… ia e voltava…e ele ajudava com a mão na minha cabeça.
Passou um tempo e eu falei
Eu: já ta bom.
Caio: não, espera eu gozar.
Eu não entendi muito o que era aquilo, as continuei, depois ele pediu p eu chupar as bolas dele e enquanto eu chupava ele batia punheta. eu estava gostando daquilo, estava me sentindo o maximo em ver ele se contorcendo de prazer. De repente ele pega o pau e mira na minha cara e começa a gozar, foi estranho sentir aquela coisa molhada e quente na minha cara, em seguida ele me deu uma blusa p limpar meu rosto e depois saiu e nem foi continuar brincar.
No mesmo dia, quando eu voltei p casa, minha mãe tinha saído, e o davi estava lá. Teve uma hora que chamei ele p alguma coisa, mas ele não gostou porque chamei ele pelo nome.
Davi: agora eu to morando aqui, e agora eu sou seu pai, então é p me chamar de pai.
Eu não gostei do tom que ele falou comigo, e retruquei, falei que não ia chamar.
Ele começou a gritar
Davi: me chama de pai AGORA!!!
Eu fechei a cara e não falei nada. Então ele me pegou pelo braço e começou a apertar e me mandou chamar ele de pai novamente. Eu fiquei assustada com o nervosismo dele e falei.
Eu: então ta bom…. pai.
Davi: isso ai, não gosto de menina topetuda, agora vai p seu quarto que você esta de castigo, não quero ver você saindo p lugar nenhum.
Fiquei morrendo de raiva, mas fui p meu quarto. Minha raiva aumentou mesmo quando minha mãe chegou e ainda me deu bronca, falando que era p respeitar ele. Pensei que daria p escapar do castigo, mas o davi que era um atoa, ficava de cima de mim….
Próximo conto: o inimigo do meu pai