Fui Pega Num Beco Por Três Caras

Click to this video!

Tenho 23 anos, sou morena, baixinha, cabelos compridos e negros, corpo na medida pois gosto de malhar e sei dos olhares dos caras quando passo por eles na faculdade.
Mais ou menos uns 3 anos atrás, saí do trabalho, peguei meu carro e fiz o mesmo caminho de sempre pra casa, no trajeto há uma rua meio deserta em um bairro pobre que me dá medo. Quando estava bem no meio desta rua meu carro resolveu morrer. Tentei várias vezes fazê-lo ligar, mas foi em vão. Depois de muitas tentativas desisti fui ligar para o auto-socorro. Neste momento que percebi que meu telefone estava sem bateria. Foi aí que comecei a ficar com medo, pois já era noite. Sem outra solução fui andando para achar uma ajuda ou pelo menos alguém que deixasse usar um telefone.
Eu usava um jeans colado e uma blusinha branca de alça que deixava meu sutiã bem marcado.
Quando já havia andado alguns metros comecei a ouvir uns passos vindo atrás de mim. Tentei andar mais depressa com medo de olhar pra trás. Foi quando olhei para a frente e vi um cara saindo de um beco ao lado e vindo em minha direção. Fingi que não vi continuei andando até que ele parou na minha frente e me olhou de cima em baixo com um sorrisinho maldoso no canto da boca. Era um negro grande, horroroso e fedia a suor. Pedi licença e dei um passo, quando ele segurou meu braço e disse:
– Onde vai gatinha? Vamos nos conhecer melhor?
Eu já estava com o coração na boca de tanto medo e respondi:
– Desculpe, mas preciso ir pra casa. Meus pais já devem estar aflitos pelo meu atraso.
Ele riu e disse:
– Então eles vão ficar mesmo aflitos pois vc vai demorar bastante pra ir pra casa hoje.
E nisso apertou ainda mais meu braço.
Eu não tinha reparado quando que os passos atrás de mim haviam acabado, mas eram dois cara que agora estavam parados nos olhando. Um negro magro e um branquelo barrigudo, feios e nojentos.
Foi quando esse homem que segurava no meu braço disse:
– Vem galera, hoje vai ter diversão pra gente!!!
Quando ouvi isso me desesperei. Tentei livrar meu braço e tomei um tapa na cara, e ele disse:
– Melhor vc não gritar pois não adianta, e nem me dê trabalho pois não tô de brincadeira.
Ele foi me levando pelo braço e os dois homens nos seguiam, até que chegamos em um beco imundo e sem saída onde ele soltou meu braço e me empurrou de encontro à parede.
Os três me olhavam de cima em baixo e percebi que um deles já apertava o próprio pau. Aquilo me fez começara a chorar já pensando no que poderia me acontecer.
Não era virgem, mas só havia tido um namorado, e nem anal nunca aceitei fazer.
De repente o cara que me trouxe pelo braço disse:
– Tira a blusa, a gente quer ver o que vc tem aí.
Eu me neguei e tomei um tapão na cara e o cara rasgou minha blusa me deixando apenas de sutiã.
Ele virou pros outro e disse:
– Ela é gostosa, vamos direto ao que interessa. Pedrão, arranca a roupa dela logo.
Então vi que Pedrão era o negro magro, que veio em minha direção, arrancou meu sutiã e minha calça jeans, me deixando só de calcinha. Eu tentei segurar minha roupa e ele me deu dois tapões na cara.
Ele se virou pros outros e disse:
– Vamos logo, meu pau já tá duro como pedra. Tô doido pra meter na morena. Maior gostosa, essa bundinha tá me pedindo pra comer ela. Vai Zeca, aproveita.
Ele falava isso enquanto passava as mãos nos meus peitos e na minha bunda.
Zeca, que pelo visto era o branco barrigudo veio e rasgou minha calcinha. Era o mais violento deles. Apertava meus peitos e chupava os biquinho mordendo e eu chorava e pedia para eles pararem que tava machucando meus peitos.
Eles nem ligavam pro meu choro ou para o que eu falava.
O negro grande veio pra perto de mim e me fez cair no chão com um tapa na cara. Fiquei sentada no chão e quando vi ele estava com pau na mão, era enorme e estava duro, com aquela cabeçona apontando pra mi.
Então ele disse:
– Fica de joelho, que o papai Betão quer uma boa chupada. E se me morder vou te bater até acabar com a tua cara.
Fiquei de joelhos e chorava sem parar. Então ele veio e enfiou aquele pau enorme na minha boca. E mandava eu chupar, e eu fazia, pois cada vez que eu parava ele me dava mais um tapa na cara. Ele começou a meter cada vez mais na minha boca enquanto eu engasgava e ele ria de mim. Quando me viu engasgando segurou minha cabeça com as duas mão e socava na minha boca como se estivesse comendo minha garganta e eu babava e engasgava. Enquanto isso os dois tiravam seus paus da calça e punhetavam olhando meu desespero. Ele socou o pau até minha garganta e segurou ele dentro da minha boca enquanto me debatia sem ar, aí senti ele pulsando na minha boca e o Betão gemia cada vez mais alto e gozou na minha boca enfiando a porra bem fundo na minha garganta. Quando acabou de gozar eu fazia vômito e ele segurou meu rosto e me mandou engolir a porra dele ou me bateria mais ainda.
Então Zeca e Pedrão me colocaram de pé enquanto passavam as mãos em mim, chupavam meus peitos até que o Zeca passou os dedos na minha buceta e apertava ela (que é gordinha) com força. Até que enfiou um dedo em mim, e depois outro, e ficava metendo dois dedos em mim com força até entrarem bem fundo. Nisso o Pedrão estava chupando e mordendo meus peitos até machucar um deles e vendo meu seio sangrando, ele começou a rir, dizendo que eu era uma patricinha.
O Zeca ainda me fudia com os dedos quando o Pedrão largou meus peitos e mandou eu abrir mais as pernas que ele queria ver meu cuzinho.
Obedeci e ele meteu a cara, lambendo meu cu enquanto punhetava seu pau.
Zeca falou que não aguentava mais e me jogou batendo minhas costas na parede. Abriu minhas pernas, levantou uma delas foi forçando o pau na entrada da minha buceta. O pau dele era enorme e foi doendo pra entrar. Quando a cabeça entrou ele olhou bem nos meus olhos e meteu tudo de uma vez só até o talo. Dei um grito e ele começou a socar com força, e cada vez mais apertava meus peitos e dava estocadas no meu útero. Quando percebi eu estava molhada, e ele disse aos amigos que eu estava gostando.
Mesmo sendo contra minha vontade admito que gozei. Minha buceta doía e ardia com cada socada que ele dava com o pau me mim.
Quando ele abocanhou meu peito ele gemia cada vez mais alto, até que o Zeca gritou:
– Vou gozar, vou encher essa buceta de porra, ai gostosa. Vou te dar muita porra bem no fundo sua vadia. Arghhhhhhhhhh!!!!
Socou em mim como um louco, enfiou tudo e senti ele enchendo com sua porra, quando gozei de novo.
Aí vieram Betão e Pedrão me mandando ficar de quatro. Sem forças eu fiquei de quatro e o Pedrão me mandou abrir a boca e chupá-lo. Obedeci. Eu nunca tinha visto um pau tão grande nem em filmes. Ele enfiava na minha boca e gemia. Falava com o Betão:
– Mete nela, vamos dar muita porra pra ela, quero esfolar meu pau de tanto meter hj.
Quando percebi Betão estava encostando o pau na minha buceta e começando um vai e vem dentro de mim. Enquanto eu chupaava o Pedrão. Ele metia na minha buceta e passou o dedo na minha buceta melada e foi melando meu cu com o dedo. Quando senti ele cuspiu no meu cu e começou a enfiar o dedo no meu cuzinho. Eu gritei e tomei um tapa na cara do Pedrão, que mandou eu continuar a chupá-lo.
Betão ia enfiando o dedo no meu cu eu sentia uma dor enorme quando ele conseguia meter mais o dedo em mim. Quando enfiou o dedo todo, achei que tinha acabado a dor, então ele parou de bombar na minha buceta e disse que queria meter no meu cu.
Meu medo aumentou ainda mais.
Foi quando Pedrão mandou eu parar de chupar, deitou no chão e mandou eu sentar no pau dele.
Eu obedeci. Enquanto eu sentava sentia aquele pau me rasgando por dentro. Era realmente enorme. Quando viu que eu sentia dor quando ele me penetrava, ele segurou na minha cintura e me forçou pra baixo, fazendo o pau todo entrar em mim de uma vez só. Meus olhos encheram de lágrimas com a dor. Mas ele não parou e continuou metendo e gemendo. Quando parei de chorar senti o Betão Vindo por trás de mim e mandou o Pedrão abrir a minha bunda que ele ia comer meu cu.
Implorei para ele não fazer isso, mas não adiantou. Senti aquele pau forçando na entrada do meu cu enquanto o outro ainda bombava na minha buceta. Então Betão mandou eu chupar seu pau e cuspir na cabeça dele. Eu o fiz.
Ele voltou a forçar no meu cu e foi me arrombando, eu comecei a gritar, e o Zeca, que já estava de pau duro de novo veio e meteu o pau na minha boca.
Então o Betão conseguiu fazer a cabeça do seu pau entrar. Eu achei que ia desmaiar.
Eu estava chupando o Zeca. O Pedrão bombava na minha buceta e o Betão estava dentro de meu cu e começava a meter seu pau cada vez mais fundo.
O Betão gritava:,
– Caralho de cu gostoso, até mastiga meu pau, gostosa, vou socar gostoso nesse cuzinho. Isso vadia, engole meu pau todo com esse cu. Aiiiiiii, gostosa, toma meu pau bem fundo nesse cu, toma. Arrrr. Issso. Vai. Ahhhh.
Enquanto gritava isso, e gemia, metia o pau bem fundo no meu cu, quando eu não aguentei e acabei gozando e melando o pau do Pedrão. Ele sentiu e disse pros caras que tava gozando.
O Zeca ouviu e meteu o pau na minha garganta e segurava minha cabeça com o pau na minha garganta, tirava e via minha baba espessa cair, e repetia enquanto os outros dois me arrombavam. Ficaram assim por uns 20 minutos. Quando Zeca meteu na minha garganta e segurou até eu quase vomitar e disse:
– Aguenta, que eu quero sentir meu pau na tua garganta enquanto eu gozo gostoso, sua vadia, vai cachorra, engole tudo, via, e gozava enquanto eu engasgava. Ele encheu minha boca de porra e me deu mais um tapa na cara me chamando de puta gostosa.
Enquanto isso os outros dois me socavam os paus e eu sentia o pau do Betão pulsando no meu cu, quando ele começou a meter com violência enterrando até as bolas em mim. E gritou bem alto enquanto ou sentia a porra quente me preenchendo o cu:
– Agora vc vai saber o que é ter porra nesse cu sua puta. Ahhhh…. Assim, tô gozando muito nesse cuzinho de cadela.
Quando tirou o pau, senti sua porra escorrendo pra fora de mim.
Pedrão que bombava na minha buceta saiu de baixo de mim e mandou eu continuar de quatro, veio por trás e disse que queria provar meu cu também. E foi metendo no meu cu.
N:ão acreditei quando vi o Zeca novamente de pau duro. E ele disse:
– Caralho, essa puta fez meu pau subir de novo. Vou arregaçar essa buceta. Vou meter até sangrar hj,
Então ele deitou embaixo de mim e meteu na minha buceta enquanto o Pedrão metia no meu cu.
Pedrão metia com rapidez e gemia até que senti ele gozar em mim enquanto ria.
Os dois que haviam terminado se ajeitavam enquanto Zeca ainda metia na minha buceta e parou de repente.
Aí riu e disse:
– Eles provaram teu cu então também quero provar. Não acreditei, mas ele veio e meteu três dedos no meu cu e metia até o fim, eu gemia sentindo dor e vontade gozar de novo.
Então ele tirou os dedos e meteu o pau todo dentro do meu cu de uma vez só. Agarrava meu cabelo, mordia minhas costas e falava:
– Vai ter porra de três nesse hoje. Rebola gostoso no meu pau, vai sua puta. Rebola. Mexe gostoso pra eu te encher de leitinho vai vagabunda.
Então ele meteu três dedos na minha buceta e socou o pau bem fundo no meu cu, e rebolava, morrendo de vontade gozar. Ele socou mais umas vezes em mim e gozou. Acabei gozando soltando um gemido alto enquanto sentia mais porra no meu cu.
Ele me largou e me chutou me fazendo cair no chão. Fiquei ali, nua, suja, cheia de porra, mas nunca tinha gozado tanto na vida.
Um senhor idoso passou um tempo depois e me ajudou pra que eu pudesse ir pra casa.
Ainda passo nessa rua vendo se acho eles pra me darem outra noite dessas
Espero que gostem.