Fodi com minha amiga aos 16 (lésbicas)

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O conto está grande, mas vale a pena ler. Me chamo Clara e tive minha primeira experiência lésbica aos 16 anos. Era bem safadinha na época, sempre gostei de mandar vídeos e conversar com homens na internet e marcar encontros com eles, mas nunca havia ficado com uma garota. Sempre tive os seios rosados, com um biquinho bem pequeno e de tamanho médio, além de uma bunda redondinha, uma bucetinha rosa e o cabelo enorme e loiro claro. Era uma típica ninfetinha.
Pois bem, tinha convidado uma amiga pra fazer um trabalho de geografia da escola e dormir na minha casa logo depois. Ela se chamava Gisele e sempre me chamou a atenção: morena dos olhos verdes, gostosa, com seios enormes e pernas super definidas. Durante as aulas eu costumava fantasiar diversas coisas com ela, como nós duas fodendo gostoso com um cara mais velho ou eu chupando a bucetinha dela até ela gozar na minha boca. Apesar de todos esses pensamentos, eu nunca tive coragem de falar com ela. Nós nunca havíamos ficado com garota nenhuma e eu muito menos sabia se ela ficaria comigo, mas naquele dia, ficaríamos sozinhas na minha casa e aquela era minha chance. Eu havia bolado um plano infalível pra dar em cima dela e sabia que ia dar certo!
Ela chegou por volta de umas 18h, nós lanchamos, fofocamos um pouco sobre umas coisas bestas de escola e fomos fazer o trabalho de geografia. Durante o trabalho, eu dava umas provocadas de leve pra ver se ela reparava; pousava minha mão sobre a coxa dela, falava baixinho no ouvido e passava a mão naquele cabelo lisinho e preto. Acho que ela reparou com facilidade, porque logo depois começou a retribuir, mas não passou disso.
Quando chegou lá pelas 23h, nós já havíamos terminado o trabalho e estávamos assistindo TV bem entediadas, sem clima nenhum. Cheguei até a pensar por um momento que não aconteceria nada porque já estávamos ficando com sono. Até que tive a brilhante ideia de pegar uma bebida pra nós duas. Por que não? Aos 16, uma das coisas mais legais do mundo era encher a cara, até porque tudo o que é proibido é mais gostoso. Ela aceitou prontamente e eu peguei uma garrafa de vodka que sempre ficava escondida no meu quarto e fui fazer uma batida pra nós duas. A essa altura, já estávamos de pijama: eu, vestindo apenas uma calcinha preta e uma blusinha de seda roxa com um lacinho, deixando meus peitinhos excitados bem marcados; ela estava com uma camisola azul de renda, daquelas no estilo lingerie, com o sutiã valorizando o busto e a parte de baixo soltinha. Estava extremamente gostosa.
Não demorou muito até que ficássemos tontinhas e safadinhas. Eu comecei a ficar excitada e falei que a gente podia jogar um jogo:
– Qual? – Ela disse.
– Verdade ou consequência.
Todo mundo sabe que esse jogo sempre dá merda, não é? Era justamente a minha intenção. Eu comecei perguntando a ela com quantos caras ela tinha transado, como foi a primeira vez dela, se ela gostava de chupar, ser chupada (essas coisas básicas, mas que abririam caminho pra mim e me fariam entender melhor o que ela gosta). Ela alternava me perguntando coisas parecidas. Enquanto isso, a gente enchia a cara e ficava cada vez mais bêbada e soltinha.
Até que, por incrível que pareça, ela deu a primeira investida:
– Clarinha… – ela disse com uma voz tão doce e dengosa que me deixou molhadinha – você ficaria com outra mulher?
– Não sei – disse meio sem graça, mas sugestiva. Desviei o olhar por um segundo e depois olhei dentro dos olhos dela com a cara mais safada do mundo – Na verdade, eu ficaria sim. Por que?
– Porque eu te quero muito.
Na hora ela me deu um beijo delicioso. Eu fiquei paralisada, em êxtase. Quem diria que ela me pegaria espontaneamente de jeito (e com tanta facilidade), quando eu passava horas tocando uma pensando naqueles peitos lindos e em seguida me frustrando porque jamais conseguiria chegar na minha amiga.
Depois que voltei a mim mesma, comecei a retribuir as carícia e beijar mais intensamente. Os fios do cabelo dela se entrelaçavam nos meus dedos e eu já conseguia sentir aqueles peitos maravilhosos ficando durinhos e eriçados, assim como os meus. Ela colocava a mão na minha bunda e apertava com força, eu tirei minha blusa e ela começou a chupar meus peitos. Chupava maravilhosamente bem, lambendo a pontinha do mamilo e mordendo devagarinho enquanto olhava pra mim com aqueles olhões verdes e aquela cara de puta deliciosa. Eu estava molhadinha e minha buceta estava implorando por uma chupada bem dada, mas não antes de eu retribuir chupando aqueles seios enormes.
Ela tirou a camisola e acreditem: tinha um piercing no mamilo! Quase gozei quando vi aquela pedrinha brilhante enfeitando o que parecia ser uma obra de arte: peitos enormes com mamilos pequenos, arrepiados e durinhos. Fiquei boquiaberta admirando aquilo, era melhor do que imaginei! Lógico que caí de boca e chupei com toda a dedicação que pude, apertando um peito enquanto lambia, mordia e chupava o outro. Ela gemia a cada vez em que eu rodava a língua em volta da auréola. Era um gemido suave e quase angelical, ela tinha uma voz de santinha que encantava a todos.
Nesse momento, eu estava tão excitada que minha buceta chegava a latejar, devia estar totalmente vermelha e inchada de tão molhadinha que eu fiquei. Acho que minha calcinha ficou toda suja do meu melzinho, mas nem tive tempo de ver, de tão rápido que ela arrancou aquela peça do meu corpo e já saiu enfiando a língua no meu clitóris.
Que sensação deliciosa! Ela chupava como homem nenhum jamais me chupou! Eu urrava a cada vez que ela lentamente chupava meu clitóris e sugava, e a vadia sabia que aquilo me levava a loucura. Ela lambeu tudo. Aproveitou que eu estava toda melada e ficou lubrificando meu cuzinho e minha buceta inteira com meu gozo; enfiava um dedo, metia com vontade e depois tirava só pra me ver perder o controle. Aquela puta da Gisele me chupou com tanta vontade e intensidade que eu não aguentei: eu ia gozar. Ali mesmo. Comecei a gritar:
– Isso, continua, me chupa, sua vadia! Eu vou gozar!
E no instante seguinte eu gozei. Gozei litros. Jorrei tudo na boquinha dela e ela não pareceu se importar, se deliciando com meu melzinho e lambendo tudo enquanto chupava minha bucetinha que latejava.
Eu não conseguia acreditar que aquilo estava acontecendo. Aquela minha amiga gostosa que eu sempre desejei ali, na minha cama, me comendo gostoso. Era inacreditável, mas ali não era lugar de delirar, e sim de foder: pedi pra ela ficar de quatro pra mim porque queria chupar ela tão bem quanto ela me chupou. Queria que ela sentisse tudo o que senti.
Comecei tocando aos poucos o clitóris e os grandes lábios enquanto ela gemia baixinho e gostoso. Depois parti pro ataque e comecei a fazer movimentos mais intensos, metendo minha língua na portinha dela, que jorrava muita porra na minha boquinha. Ela estava adorando e não apenas os gemidos me contavam isso, mas aquela xaninha vermelha, inchada e pulsante quase me dizia com todas as palavras que ela estava prestes a gozar: dito e feito. Ela soltou um grito e me deixou com a boca e o rosto bem melados.
Depois, começamos a nos beijar e foi uma delícia sentir o nosso gosto na boca da outra enquanto nós metíamos os dedos alternadamente dentro de nós. Apesar das vastas experiencias sexuais pra alguém de 16 anos, a buceta dela era apertadinha e era uma delícia senti-la molhadinha. Ela era uma puta e eu também. Duas ninfetinhas ali, provando uma a outra, sem pudores nem nada.
Resolvemos gozar juntas. Ela se sentou em cima de mim e começou a se esfregar na minha buceta. Que sensação indescritível esta! Acho que toda mulher deve sentir como é ter outra vadia safada em cima dela gozando direto na bucetinha. Eu gozei com tanta facilidade que não consigo nem descrever o que aconteceu durante toda essa esfregação, mas sei que perdi totalmente o controle enquanto o gozo dela escorria entre as minhas pernas e vice-versa. Aquela cena era linda: minha amiga que tanto desejei ali, em cima de mim, com aqueles seios perfeitos, um piercing brilhando, o cabelo todo molhado e bagunçado e aqueles olhinhos verdes revirando de tanto prazer. Nós gozamos tanto que deixamos o lençol da minha cama todo sujo e eu tive que lavar no dia seguinte (depois de me masturbar lembrando da noite anterior e daquela porra deliciosa da Gisele). Acho que gozamos umas quatro vezes no total, sendo que ela teve orgasmos múltiplos quando a chupei novamente mais tarde. Foi uma delícia. Não me arrependo de nada e faria tudo de novo.
No dia seguinte, nós evitamos tocar no assunto, mas era inevitável. No café da manhã, nós olhamos uma pra cara da outra e rimos, mas não de vergonha, foi mais como uma boa memória e uma grande loucura. Meus pais chegaram para o almoço, nós comemos e ela foi embora. Só a vi novamente na escola e depois disso nós não fizemos mais nada sexual. Até hoje lembro dessa história e gozo horrores pensando na Gisele e no quanto nós duas éramos (e até hoje somos) putinhas bem safadas. Foi uma ótima iniciação lésbica e nos dias atuais eu às vezes eu fico com mulheres porque sinto vontade, apesar de me considerar majoritariamente hetero, assim como ela.
Qualquer dia volto aqui pra contar mais historinhas 😉
– Clarinha.