Dando pra geral no Asilo

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Oi gente. Tudo bem com vocês meus queridos? Vou me apresentar como Patrícia. Sou baixinha, 1,60m, meio gordinha, também já tenho quase 40. Bem bunduda, pele clara e cabelo castanho claro.
Estava afastado do meu trabalho, como professora, devido a problemas familiares. Mas sou muito ligada à minha comunidade. Estou sempre engajada em projetos sociais e decidi que nessas “férias” Não iria deixar de fazer algo de útil. Desde o falecimento do meu marido, eu fazia de tudo para não ficar em casa sozinha.
Decidi ajudar em um asilo que ficava algumas quadras da minha casa. As tratadoras não eram das mais carinhosas, e os idosos, em sua maioria homens, não eram muito bem cuidados. Logo no meu segundo dia, apenas eu e mais uma moça fomos asilo, e no meio do dia, logo depois do almoço ela foi para casa, com um problema com o filho.
Eu fiquei desesperada. Eram muitos para cuidar e eu não sabia bem o que fazer ainda.
Eu tinha muita pena daqueles homens solitário. Sempre falando dos seus filhos que nunca ia visita-los e das falecidas esposas. E eu lembrava do meu marido.
No começo da noite, era a hora dos banhos. O primeiro foi o Senhor Clóvis. Um descendente de alemães, com pele bem clara, com o cabelo todo branco e olhos claros azuis. Era ainda um homem muito forte, mas com problema em uma das pernas. Coloquei-o sentado num banquinho e comecei a banhá-lo. Passei a esponja nas suas costas peludas e ele começou a conversar comigo. Elogiando meu trabalho, minha delicadeza, gentileza. Ensaboei suas pernas e tomei muito cuidado com a doente. Passei pro peito, muito cabeludo e dei a esponja para ele higienizar sua genitália, mas ele disse que não conseguia se curvar e eu fui limpar. Eu me abaixei e meu decote ficou bem na cara dele e eu percebi que ele ficou olhando. E ao passar a esponja no seu pau, ele começou a ficar duro. Não muito, até porque o velho tinha uns 70 anos, mas ficou mais alegre. Eu comecei a “limpar” com mais carinho, lavando de cima pra baixo, até aquele saco peludo. Até que ele falou:
_ Moça, seus peitos são muito lindos, desculpa falar assim.
_ Já estamos terminando aqui. – Tentei desconversar.
Ele enfiou as mãos no meu decote e me molhou toda.
_Sr. Clóvis, para com isso. Olha o que você fez.
_ Eu vi, te deixei “molhadinha”. – Ele deu um sorriso sacana.
_ Não tem graça. Vou pegar a toalha e nos secar.
Nesse momento o pau do velho já está pulsando. Ele segurou na base dele com uma das mãos, balançou oferecendo.
_Você estava gostado de mexer nele, não tava? Aposto que não via um desse tamanho faz tempo. Ninguém vai contar pra ninguém. Nós dois somos viúvos, livres pra fazer o que quisermos. E essa sua blusa vai te deixar resfriada.
Eu não sei que me deu, mas aquele velho, me deixava com a buceta piscando. O perigo de alguma das tratadoras aparecer do nada, ou dos outros velhos ouvirem e aquele macho que me lembrava meu pai, que também era alemão. Tudo era excitante.
Eu não fiquei me contendo, tirei a blusa e o sutiã, e exibi meu peitos fartos e o velho começou a punhetar. Eu me sequei com a toalha e ajudei ele a se levantar e a secar também. Ele se escorou na parede, por causa da perna e eu comecei a mamar aquela rola enorme, até minha boca se enroscar com os pelos brancos do saco dele. Ele gemia muito gostoso e me chamava de puta. Ele me chamou pr ir pro quarto dele. Disse que não tinha ninguém junto com ele. Eu vesti um calção nele e botei a blusa molhada por cima de mim e fui pro quarto. Chegando lá tinha mais três velhos já de cueca nas suas camas.
_ Eu disse que conseguia, não disse?
Ele tinha planejado tudo! Velho tarado do caralho. El arrancou minha blusa enquanto eu pedia pra ele parar. Um velho negro gordo me segurou por trás e começou a fungar no meu cangote e passar a mão nas minhas coxas. E subiu até a buceta. Por cima da calça. Só com o toque eu me contorci toda e gemi. Não podia esconder o tesão. Um tiozinho careca, baixinho que nem eu, começou a mamar nos meus peitos e me acariciar. Nem vi quem baixou minhas calças, quando notei, Sr. Clóvis estava metendo os dois dedos na minha xana e chupando meu grelhinho. O gordo negro me jogou na cama e botou o pau pra fora. Mesmo mole já era enorme. Um dos amigos começou a punhetar ele e ele o outro e logo ficaram duros. O tiozinho careca chupava a rola dele, devia ser a puta deles já que não tinha mulher. Disse que já estava lubrificada e ele veio pra cima de mim. Eu dizia não, mas meu corpo dizia sim. Ele me segurou firme e encaixou aquela rola cabeçuda na minha buceta e meteu sem dó. Eu gritei e chamei ele de puto. E ele começou a estocar até o fundo. Outros velhos vieram dos quartos do lado e estavam todos em volta de mim, por cima das camas assistindo, tirando suas roupas e se masturbando e masturbando uns aos outros. O Sr. Clóvis, estava enrabando o careca e ver aquilo, me deixava louva de tesão, a ponto deu implorar pra ele fazer gual comigo: comer meu cu. Nunca tinha dado o rabo antes. Meu marido era muito “papai mamãe” sabe?
Eu fiquei de quatro e empinie pra ele. Um coroa alto, magro, que não estava no quarto quando eu cheguei, chupou meu cu, enfio o dedo e cuspiu nele. O senhor Clóvis veio apoiado nos amigos e botou a cabeça. Entrou facinho. Meu cu estava engolindo o pau dele, chupando a rola dele pra dentro a cada piscada de tesão. Ele começou a meter de vagar, mais ia até o fundo, e tirava de novo, e me abria toda na volta. Me deixava loquinha. Pedi pra alguns dos outros vários vovôs tarados botar na minha boca, enquanto eu gritava sendo enrabada.
Me puseram no chão e um por um subiram em mim, me comeram de frango assado. Até o viado me botou de ladinho e comeu meu cu. Tinha uma rola enorme, a maior na verdade, bem grosso e retinha era linda. Ele gozou no meu cu. O senhor Clóvis, enrabou ele de novo e gozou no cu dele, com ele de quatro por cima de mim deitada. A porra escorreu do cu dele em cima de mim. O negão gozou na mão amiga com um dos outros velhos. O jato de porra pegou na minha boca aberta. Era doce e salgado ao mesmo tempo. Um por um eles escolherem como ia gozar. Punhetando em cima de mim, na minha buceta. Era muito gostoso, um enfiando o pau na minha buceta, toda melada de porra, e usando a porra do outro como lubrificante. Eu sentia o leite quentinho correndo pra dentro e pra fora de mim. Fui um magrelo alto que me fez gozar comendo meu cu e tocando uma siririca pra mim. Eu gozei e a porra deles escorreu pra fora junto com os sucos do meu orgasmo. Parecia que eu estava esporrando pela buceta enquanto o tiozão magrelo enchia meu cu de porra. Eu é que precisei de alguém me dando um banho depois disso.