A Vovó do Meu Enteado

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A vovó do meu enteado – do interior de MG
Bem, esse conto é verídico e por isso farei sigilo de nomes e cidades, afinal ninguém sabe e nem pode saber o que rolou.
Tenho 50 anos, sou casado e tenho dois filhos com minha mulher, um de 17 e outro de 25. Moramos no RJ.
Minha mulher deixou um filho no interior de MG, morando com a ex sogra dela, mas desde 2013 que ele veio morar conosco em busca de trabalho e estudo. Ele tem 18 anos.
Depois de oito meses morando aqui, decidi levá-lo ao interior de MG para que visitasse a sua avó, pois eles estavam um com saudades do outro. Fomos somente ele e eu. Lá chegamos por voltas das 10 da manhã, depois de 5 horas de viagem, fomos bem recebidos pela vovó dele (de bengalinha e com seus 87 anos, ela fuma dois cigarros por dia e bebe sempre vinho a noite). O avô dele ainda é vivo também e está com 92 anos, vive a maioria do tempo deitado ou sentado e assistindo TV. Ela, apesar da idade e da bengalinha é muito ativa e anda, bem devagar, para visitar a outra filha no outro extremo da pequena cidade.
Bem, o garoto logo depois de matar as saudades e comer a comidinha da vovó, conversar com o vovô foi pra rua rever os amigos. Eu fui me deitar logo após o almoço pra descansar da viagem. Ao acordar, por volta das 16h fiquei batendo papo com a vovó na sala e o vovô no quarto assistindo a um futebol. Bem, nessa conversa ela me elogia, me diz que sou bem aparentado e coisas do tipo. Ela é bem esperta e sinto que ela olha muito pra minha parte de baixo. Daí ela se levanta e diz que vai passar um café pra nós. Encabulei, fiquei pensando não ser possível, que era imaginação minha e fui até a varanda fumar um cigarro. Ela chegou com o café e voltamos a bater papo. Eis que ela me pede para levá-la até a casa dessa sua filha. Avisei ao enteado pelo wzap e ele disse pra eu ficar tranqüilo que ele logo voltaria pra casa.
Para entrar no carro fiz a gentileza de abrir a porta pra ela e ajudá-la segurando em seu braço. Ela agradeceu e me olhou nos olhos e disse: você é muito gentil. No carro, durante o pequeno trajeto, ela reclama muito do velho, pois ele não “brincava mais” e que ela o amava muito mas nunca tinha o traído em todos esses anos. Fiquei muito sem graça com o assunto. Mas ela insistiu e ainda falou: “antes de morrer ainda quero transar mais uma vez”. Pronto, a conversa ia ficando quente. A velhinha jogou pesado. Fiquei calado e imaginando como seria se eu transasse com ela. Coisa de homem, né? Logo tentei desfazer desse pensamento, mas foi em vão, aquilo não saia mais da minha cabeça. Fizemos a visita e retornamos por volta das 19h para ela dar comida pro velho. Lá, na casa dela, comemos todos e o meu enteado disse que tinha programado a ida a uma festinha com os amigos e que iria dormir na casa de uma namoradinha. Nem deu 21h e ele já tinha saído e o velho foi dormir. Voltamos eu e a velha a ficar a sós. Agora eu já tinha me banhado e estava apenas de short (calor lá), comprei umas cervejas e fui pra varanda beber sentado numa confortável cadeira de balanço. Ali fiquei imaginando mil coisas com a velha. Ela lá dentro bem quietinha. Eu só ouvia o barulho vindo da cozinha, águas, panelas e copos sendo lavados e guardados. Adormeci num cochilo muito bom.
De repente eu escuto a voz dela perto de mim e me falando: vá se deitar filho. Eu disse: não aqui tá bom e fresquinho, daqui a pouco entro. Ela sentou ao meu lado e voltamos a conversar.
Ela agora olhava mais ainda para meu pau dentro do short. Claro, que eu ali imaginando coisas e ela olhando pro meu pau, ele cresceu. Quer saber? (pensei) vou ver até onde ela vai. Deixei ela ficar olhando e cada vez mais fazia movimentos para deixar o pau bem duro e à vista dela. Até que deixei a cabeça apontar pelas pernas no largo short de dormir. Fingi que foi sem querer e que não havia notado e fiquei bem relaxado. Ela olhava firme aí foi o golpe fatal. Ela disse: “ o seu pinto ta saindo pra fora do calção”. Eu fingi surpresa, e mais que depressa (ainda fingindo) pedi desculpas e guardei. Ela disse: “se preocupa não, sei que foi sem querer, mas foi bom, eu gostei de ver”. Aí não deu mais. Fiquei em pé perto dela alguns minutos pra ela ver o volume. Aí ela disse: “vamos entrar filho, me ajuda a levantar aqui”. Fui levantá-la e ela muito atrevida roçou a mão no meu pau. Levei a velha com cuidado pra dentro, sentei ela no sofá e fiquei ali em pé ajeitando as almofadas nas suas costas e nisso (agora já com maldade) deixei o pau roçar em seu rosto, bem perto da boca. Ela sabia que agora eu estava fazendo de propósito e pediu pra ver a pica toda dessa vez. Abaixei o short e deixei a pica bem perto dela. Ela veio abriu a boca e começou a fazer um boquete lento, quente e trêmulo. Eu não acreditava. A velha estava chupando meu pau sem cerimônia alguma. De repente ela engole tudo, chega se engasgar tira da boca e fala: “que delícia, que saudades, quero mais”, e voltou a chupar a rola. Eu já estava tremendo e adorando a velha mamando a pica com paciência e maestria. Daí em diante, ela disse que queria era foder gostoso. Desci sua calcinha, e comecei a lamber a buceta da velha. Ela gemia e pedia mais, cada vez mais. Chupei os peitos muxibentos dela e depois dela bem tesuda, abri as suas pernas e meti a rola naquela buceta. Era uma buceta grande, de racha enorme e com poucos cabelos e brancos. Fudi muito, soquei até o fundo e deixei a velha se satisfazer
Eu disse que iria gozar e ela falou. Pode gozar a vontade onde quiser. Direcionei o pau pra boca dela e enchi a boca da velha de leite. Eu estava gozando na boca daquela velha. E ela calmamente e com muita experiência ia retendo a porra dentro da boca e muito arisca cuspiu tudo num vaso de planta ao seu lado. Depois, fui pro quarto dormir pensando naquilo tudo. Era muita loucura, mas ao mesmo tempo leve, pois foi ela com certeza que começou tudo e sabia o que queria e estava fazendo. Eu fui apenas o cara que matou a sua vontade.
No outro dia, ela já se esfregava mais em mim quando estávamos a sós. A tarde ela segurou meu pau na hora do café e disse que a noite queria mais. Era certo eu comer a velha novamente. Ela era safada e parecia estar querendo aproveitar e recuperar um tempo perdido. E eu estava lá, pronto pra satisfazer a velha.
Claro que passei ir anualmente a cidadezinha, sempre com o pretexto de saber se estava tudo bem com eles e levar o meu enteado pra visitá-los.
Depois conto mais…a velha é realmente safada e gosta mesmo de pica.