Sobrinha da minha esposa sempre gostou de homens mais velhos

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Na época, Jennifer tinha 10 aninhos e eu casado com sua tia, com 38 anos.
Fomos, em família, passear na praia. A criançada não queria sair da água e eu sempre ali tomando conta das crianças e brincando com elas. Jennifer era diferente das outras crianças, sempre chamou a atenção por ter peitinhos pontiagudos, lábios carnudos e uma bundinha empinada. Era uma bela garotinha que certamente iria ser uma mulher bem gostosa.
Ela sempre ficava agarrada comigo dentro d’água e não tinha como, com o balanço das ondas, acontecer uma vez ou outra de ela se encostar na minha pica. E eu sentia que ela gostava. Ela era bem assanhadinha.
E uma outra coisa estava diferenciando ela das demais meninas. Ela já gostava de garotos mais velhos e sempre, mesmo em família, quando o assunto ou perguntavam a ela sobre namoradinhos, ela falava que iria namorar um coroa. Bem, tudo ia normalmente. Nada de pensamentos ou atrevimento meu para com ela. Apenas uma apreciação (comum nos homens) aos seus dotes femininos.
Aí, numa ocasião eu voltei de uma viagem e trouxe presentes para a criançada. Jennifer ganhou uma boneca. Ficou feliz, mas não brincava com a boneca. Passaram uns dias e eu perguntei: “Não gostou da boneca Jennifer? ”E ela me disse: “Ah! gostei, mas não brinco muito de boneca. Isso é coisa de criancinha.” Aquilo me deixou um pouco triste. Mas logo em seguida ela me abraçou e me disse: “Ah tio, fica assim não. Eu gosto muito de você. Quero brincar com você”. Eu não entendi muito bem e ela falou baixinho: “Sempre que te abraço, fico diferente. Sei lá. E gosto de encostar em você.” Eu logo percebi que ela estava ficando mocinha e já estava com tesãosinho de menina. Bem, daí em diante foram muitos abraços e demonstrações de carinhos quando a gente se encontrava e sempre, ela arranjava um jeito de encostar no meu pau ou roçar os peitinhos em mim. Já estava perdendo o controle e ela sempre que podia, repetia que gostava de coroas. Aquilo foi mexendo muito com minha imaginação.
Veio uma noite e ela foi dormir lá em casa. Vestiu um shortinho e uma blusinha de dormir que a deixaram muito gostosinha. Ela ficou com a gente vendo TV até tarde da noite e agarradinha comigo no sofá. Não deu jeito, meu pau endureceu e ela percebeu e se encostava mais ainda.
Deixei, pois estava gostoso. Minha mulher nem percebia, pois estava concentrada no filme. Levantei para ir pegar uma cerveja e ela veio atrás de mim na cozinha e pediu um golinho da cerveja. Deixei ela dar uma golada e ela fez cara feia, mas quis outra golada. Na volta pro sofá vimos o final do filme e minha mulher levantou, nos deu beijos de boa noite foi dormir. Eu disse que também ia e a Jennifer falou: peraí tio, deixa eu ir no banheiro e você me leva pra minha caminha. Minha mulher sorriu e entrou no quarto. Fiz o que Jennifer pediu, levei-a no banheiro e depois a deixei na sua caminha. Entrei no quarto e minha mulher já estava dormindo. Bem, voltei peguei outra cerveja e fui ver um filminho pornô, achando que ficaria sozinho. Não demorou muito e Jennifer apareceu na sala e eu tentei mudar o canal, mas não deu tempo, ela tinha visto uma cena. Olhou pra mim e falou: “bota lá de novo. Quero ver”.
Eu relutei, mas ela insistiu e aquilo tudo: eu e ela sozinhos, noite silenciosa, mulher dormindo, ela com aqueles peitinhos, boquinha carnuda e uma bundinha empinada, e pedindo pra ver um pornô? Quem agüentaria? O pau cresceu, endureceu, botei no filme e fiquei quieto. Sentado de pau duro. Ela olhava o filme e olhava meu pau. Eu a chamei e ela veio e se encostou. Na cena, uma garota mamava a piroca de dois caras. Ela olhou pra mim e olhou pro meu pau. Eu, sem falar nada, botei o meu pra fora e ela também sem dizer nada segurou e começou a punhetar. Sempre calados, fomos nos acariciando. Chupei seus peitinhos. Beijei sua boquinha e ela sempre punhetando até que ela se curvou e começou a olhar pra TV e fazer igual. Chupava a cabeça do meu pau e lambia o mastro e o saco. Não trocávamos palavras, era um silêncio só e apenas íamos “namorando”. Jennifer sabia o que estava fazendo e eu a deixei brincar com a piroca na boca e na mão e sempre quieto só a chupava os peitinhos e beijava sua boca. Gozei com ela me punhetando. Fui dormir e aí nada mais era como antes, pois sempre que dava a gente se atracava. Em outra ocasião começamos a fuder. Tirei seu cabacinho e fudi seu cuzinho. Hoje, Jennifer tem 25 anos e é casada com um cara de 58. Ou seja, ela sempre gostou de coroas.