Por uma aposta, tive que transar com um negro bem dotado

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Me chamo Suely, e para que vocês entendam melhor minha historia deixa eu me descrever, sou baixinha, tenho 35 anos sou separada eu tenho um filho já com quase 15 anos e tenho 1,55 de altura, e sou magra, e por ser baixinha e peuena, sempre sou motivo de gozação das colegas quase sempre em rodas de amigas quando eu saía pra balada, a gente gostava de frequentar esses bailões e nos divertíamos muito, as vezes a gente arranjava um ficante e acabávamos indo para um motel, só que elas sempre faziam brincadeiras comigo tipo me chamando de pintora de rodapé, baba de creche entre outras, eu tinha duas amigonas que saiamos juntas sempre, a Rose que era separada que nem eu e a Mara que ainda era casada mas o marido viajava bastante por issi a gente saia sempre juntas, e numa dessas nossas conversas meio altas pelas cervejas começamos a falar sobre sexo elas falavam sobre as suas aventuras, uma delas a Rose tinha quase 1.80 de altura perto dela eu parecia uma anã, ela era uma loira bonita, e a mais safada também era bem liberal em matéria de sexo, ela não tinha namorado fixo e saia com qualquer um que ela fosse com a cara, como dizem por ai ela só não transava com o sapo porque não sabia qual era macho, então ela disse que tinha conhecido na balada um negão e acabou rolando sexo entre eles que ela tinha adorado que o tal negão tinha uma pica enorme, mas por ela ser grande suportou bem que foi uma delicia coisa e tal, e olhou pra mim em tom de gozação me disse, se fosse a Suely, coitada dela não aguentaria, e a Mara entrou na dança e também começaram a tirar sarro de mim por ser pequena eu respondi, você que pensa, tamanho não quer dizer nada, a Rose então respondeu, eu divido que você aguentasse a vara do meu negão e deu uma baita risada, eu pago pra ver… fiquei puta da vida com ela me tirando sarro que eu falei, tamanho não é documento, só porque eu sou baixinha não quer dizer que… nesse momento eu me calei mas ela entendeu as entrelinhas então ela começou a provocar dizendo eu duvido, se vc quiser eu dou um jeito pra que você conheça meu negão, e me desafiou para uma aposta, que eu acabei de raiva topando na hora sem saber o que íamos apostar mas topei o desafio..

Mal sabia eu que esse desafio iria me levar pra um caminho desconhecido e ia me fazer passar por uma experiencia muito dolorosa que nunca mais eu iria querer repetir., e que eu não tinha a menor ideia de como seria, mas não estava disposta a perder pontos e completei, só que a Mara também vai ter que entrar na dança ela que sempre conta vantagem então vai ter que dar pra ele também senão nada feito, eu sabia que a Mara já tinha pulado a cerca algumas vezes e como todas estávamos meio bêbadas, dentro desse clima de provocação ela disse que se eu que era a menor aguentasse ela tiraria de letra, mas acho que ela falou isso no calor da discussão, que na verdade não sei se em outra situação ela toparia, logo acabou a noite e fomos pra casa, a semana passou acabei esquecendo da aposta, umas duas semanas depois resolvemos sair de novo juntas, a Rose disse que nos encontraria lá porque ia levar um amigo, quando chegamos na balada encontramos a Rose com um cara negro, forte, sarado, eu pude observar um considerável volume entre as suas pernas, na hora lembrei-me da aposta e estremeci, eu tinha certeza que a Rose estava aprontando pra mim, entramos no bailão, reservamos uma mesa e ficamos os três bebericando, a Rose e a Mara arranjaram parceiros e começaram a dançar, ao tocar uma musica mais lenta, o tal Negro chamado Marcelo me tirou pra dançar, eu me sentia pequenina entre seus braços, ele era um pouco mais baixo que a Rose, mas era forte e mesmo assim ainda era grande pra mim, enquanto dançávamos ele me falou ao ouvido, então você é a baixinha que disse que vai aguentar-me??? Na hora minhas pernas tremeram, quase perdi a sustentação, ele percebeu e deu risada, respondi que foi uma brincadeira boba da gente e desconversei.

Quando voltamos pra mesa as duas estavam lá, então a Rose Olhando pra nós perguntou que você achou do Marcelo Suely, e completou, o Marcelo é o cara com quem eu saio de vez em quando, eu lhe falei da nossa aposta e ele adorou a ideia, na hora fiquei sem saber o que dizer, então a Rose completou você não vai roer a corda agora né, nós nem tínhamos definido o que íamos apostar mas eu sem jeito respondi e eu sou mulher de roer a corda? Ela riu e disse é bom saber, eu falei ainda que… só tem aquela condição e olhando pra Mara eu disse, não é mesmo?? Por ela ser a unica casada, senti que ela não estava muito a fim de cumprir tentou pular fora ai eu falei, então nada feito, se é só eu que tenho que provar que aguento afinal ela também me provocou, a Rose que não prestava começou a tirar sarro da Mara e falou você vai perder pra baixinha?? O Marcelo ficou só na dele esperando nossa decisão, então a Mara de tanto ser provocada ela respondeu que se foda, vamos então se a Suely aguenta eu aguento também, quero ver se ele dá conta das duas, no que a Rose falou das duas não, das três.

A Rose então que estava fazendo o fervo todo falou que tal irmos pra minha casa pra casa, terminar a noitada lá… a Rose era a unica que morava sozinha porque a Mara tb tinha filhos adolescentes,… saímos do salão entramos no carro da Rose porque o Marcelo tinha vindo no carro dela e fomos até o apartamento dela, durante o trajeto o Marcelo foi na frente com a Rose que foi o tempo todo provocando-o até deixa-lo de pau duro, quando ele chegou lá já estava pronto pra briga, estacionamos na garagem, não tinha uma viva alma por causa do horário, entramos no apto dela ou melhor eu diria que entramos no matadouro para sermos abatidas por aquele belo exemplar de negro, forte sarado e com um pau invejável apesar de eu ainda não ter visto, mas pelo volume dentro da calça dava para ter uma ideia, no caminho todo eu só fiquei pensando naquela loucura, e imaginando se eu ia conseguir aguentar a experiencia, quanto a Mara também senti que ela estava inquieta, eu diria que é que nem a gente quando está num parque de diversões e quer experimentar os brinquedos mais radicais tipo montanha russa, ou aquelas torres que eleva a gente até 100 metros de alturas depois solta e a gente despenca, a principio dá um medo danado, enquanto se está na fila dá tempo pra desistir, mas depois que entra não tem mais volta, era assim que eu estava me sentindo, aposto que a Mara também.

Para quebrar aquele clima e descontrair ela foi até a geladeira e trouxe uma latinha e cerveja pra cada um de nós, junto com uns amendoins salgado, e ela tirava sarro e ria, esse amendoim é pro Marcelo porque vai ter que dar conta de três duma vez só, será que aguenta, então ele respondeu, paga pra ver… e era o que estávamos fazendo, pagando pra ver no que ia dar, a Rose que era a mais desinibida pra não dizer safada, começou a provocar o Marcelo e olhando pra mim disse, vou deixar ele em ponto de bala pra você e ali meso no sofá começou a bolinar com ele beijando e se amassando, até que tirou a roupa dele então ela falou vamos para o quarto, vocês vão ver o que é uma foda bem dada aprendam comigo depois será a vez de vocês eu prometo que deixo ele inteiro, e fomos para o quarto, confesso que aquela situação me excitava muito ainda mais que eu estava na seca sem sexo fazia um tempinho, mas quando a Rose tirou a roupa dele que eu pude ver o tamanho da vara dele me apavorei e a Rose parecia estar se deliciando com aquela pica enorme dentro dela, ela gemia não sei se de prazer ou de dor ou de ambos, o fato é que aquela situação estava me excitando e eu apesar do medo estava apreensiva, mas queria experimentar aquele negro, no fundo era uma fetiche que eu tinha em minhas fantasias mais secretas, só que eu nunca tinha falado nada a ninguém e então ali estava a minha oportunidade, eu imaginava que não seria fácil, mesmo porque eu era a menor de todas e a Rose era grandona seu corpo aguentaria melhor aquela pica enorme invadindo, mas fazer o que quem tá na chuva é pra se molhar, eu olhava pro lado e via a Mara numa especie de êxtase e medo também no fundo acho que ambas queríamos passar por aquela experiencia mesmo que nos arrependêssemos depois, quando no fundo eu estava achando bom que a Rose tivesse sido a primeira porque na minha cabeça teria acalmado um pouco os ânimos dele e quando fosse minha vez eu não sofreria tanto, quando eles acabaram, achei que iam dar um tempo antes dele me comer, mas não a Rose saiu ele olhou pra mim e falou vem baixinha é sua vez… deita aqui do meu ladinho vou te dar um trato legal, achei que ele ia cair matando em cima de mim e enfiar aquela rola duma só vez sem dó nem piedade, mas pra minha surpresa ele foi carinhoso deitou-se do meu lado beijou minha boca e disse-me, não tenha medo porque eu vou com calma, prometo ser carinhoso, e realmente foi muito carinhoso, beijou-me, enquanto tirava minha roupa, e ao mesmo tempo que tirava minha roupa acariciava meu corpo meus seios de forma que deixou-me bem relaxada, que até me esqueci do tamanho da encrenca que ele tinha no meio das pernas e que em breve eu iria sentir no meio das minhas também então com aquelas caricias eu já estava bem excitada, quando ele tocou em minha xexeca e ao notar que eu estava toda melecada, olhou pra mim e disse é baixinha, to vendo que você tá pronta pra mim, tá toda molhadinha então vamos ao que interessa, e dizendo isso apontou aquela cabeçorra pro meio as minhas pernas e falou, menina você nunca mais vai esquecer hoje, de fato eu nunca mais esqueceria aquele dia como estava meio que doendo quando ele forçava a entrada falei pra ele que eu queria tentar de outra forma e falei que ele deitasse eu tentaria por cima cavalgando e assim soltaria meu corpo aos poucos contra o corpo dele então eu controlaria a penetração, ele deixou e eu fui por cima dele, ajeitei aquele piroca enorme na minha menina, fui rebolando e aos poucos ela foi entrando, primeiro a cabeça, logo depois tinha entrado até onde dava, porque toda aquela pica eu não iria conseguir dentro de mim, eu estava sentindo como se tivesse sendo estuprada. minha buceta ficou toda arreganhada, a elasticidade dela tinha chegado a um limite que se forçasse mais um pouco rasgaria, era como se eu tivesse tendo um filho ao contrario tal era a dor, a Rose do lado só dizia, bravo menina, não é que você é corajosa mesmo, tá aguentando bravamente esse chouriço pé de mesa, mas só eu sabia pelo que eu estava passando a dor era quase insuportável mas passando-se alguns minutos meu corpo já tinha se acostumado com aquele invasor apesar da dor e eu já estava até tendo prazer, resolvi tirar o máximo do prazer que eu podia e rebolei em cima daquele mastro, ele não aguentou segurou minha cintura e eu uma estocada forte que bateu no fundo do meu útero, eu vi estrelas naquela hora, ainda bem que não demorou muito pra ele gozar, inundou minha xoxota com seu leite quente, apesar da dor eu também já tinha gozado, confesso que me sentia arrombada mas gostei daquela experiencia, após gozarmos desfalecemos e ficamos alguns minutos ali na cama, a Rose deitou-se do nosso lado também, começou a acariciar aquela pica enorme que já estava amolecendo, enquanto isso a Mara ainda de roupa, aproveitando-se de que estávamos envolvidas enquanto ele me comia disfarçadamente ela tinha ido até o banheiro, acho que ela estava querendo fugir pra não ter que dar pro Marcelo, mas logo depois de descansarmos olhando pro lado e não vendo a Mara o Marcelo ficou deitado e eu e a Rose fomos atras dela o trato era que ela também teria que experimentar, eu já tinha suportado aquela tora agora era a vez dela e eu não ia deixar barato..

Achamos ela na cozinha ela disse que tinha ido tomar um café, falamos então agora é sua vez, ela tentou novamente fugir, mas pegamos ela cada uma em um braço e a levamos quase a força até o quarto, e perguntamos então Marcelo consegue mais uma, ele riu e disse claro que sim basta um pouco de carinho pra meu pau levantar de novo e ficar pronto pra briga, então eu disse pra Rose vai tirando a roupa dela que eu vou fazer aquele instrumento ficar pronto pra trabalhar de novo, então eu cai de boca naquele chouriço preto que mal cabia na minha boca, chupei-o dediquei um bom tempo, lambi em volta a glande, lambi as bolas do saco até que em pouco tempo ele estava em pé de novo e pronto pra batalha, olhei pro lado vi que a Rose tinha tirado toda a roupa da Mara que estava pelada, como se fosse pro sacrifício acho que ela estava com a consciência pesada por ser a unica casada, mas a gente não queria saber de nada, afinal ela também na hora de provocar entrou na onda de tirar sarro de mim, eu provei ela tinha que provar também, era esse o trato casada ou não agora ali ela teria que experimentar aquele pé de mesa em forma de pica, ela relutava ainda quando a mara a puxou para a cama, deitou-a e falou Marcelo pode fazer o serviço nela também então ele se colocou por cima dela, posicionou aquela pica na portinha da sua gruta de prazer e foi enfiando aos poucos, a Mara urrava literalmente, aiiiiiiiii… vai devagar…….. para… não vou aguentar, para, paraaaaaa…. mas eu do lado tirava gozava dela, oras não é você que tirava sarro de mim dizendo que eu que não aguentaria… que vocês eram as tais, agora tá fazendo ceninha,..para não Marcelo, enfia toda essa piroca nela pra ela ver o que é uma pica de verdade e não aquela coisa do marido dela que chama de pinto, ..até vi sair lagrimas dos olhos dela ela dizia suas filhas da putas, vocês vão me pagar, mas a gente continuava a tirar sarro, e o negão que já tinha fodido em nós duas estava meio cansado e demorou um pouco mais pra gozar, enfiava nela aquela vara mais demoradamente e bombava forte, até que uma hora ela com misto de raiva e prazer falou, se essas putas acham que vou perder pra elas tá enganada, vai Marcelo enfia tudo, enfia sem dó quero mostrar quem é a frouxa aqui… e quando o Marcelo deu uma estocada mais forte ela urrou alto de dor eu acho e falou, caralhooooooo tá doendo… mas não para que eu vou gozar…. e dizendo assim estremeceu em gozo, eu vendo aquela cena ali fiquei ainda mais excitada e comecei a me masturbar e também gozei….

Após essa sessão de sexo, todos nós cansados descansamos um pouco, e a Rose dona da casa disse vou preparar um lanche pra nós pra repor as energias…de fato ela preparou uma bela duma gemada, bateu com chocolate quente junto com cerveja preta, fez um coquetel pra levantar até morto, depois de termos transado ainda estavamos todos nus, tomamos junto com umas bolachas que ela colocou na mesa, enquanto lanchávamos a turma zoava dizendo que aquela mistura era fortificante afrodisíaco pra segunda sessão?? E zoávamos do Marcelo negão, será que ele aguenta… outra rodada, ela que era bem mais jovem que a gente e estava na flor dos seus 28 anos não iria negar fogo então ele disse, quem se habilita a dar o cuzinho?? Então vão ver se eu aguento ou não !!!, Foi quando começou aquele jogo de empurra, tirando a Rose que era a unica que dava pra ele sem sentir dor, eu e a Mara falamos nem pensar.. no cu nem pensar, não quero ser arrombada, só se a Rose aguentar, então desafiamos ela, pelo que ela falou. eu aguento mas não to a fim…. só que a zoação não parava, dizíamos aguenta nada só tá se fazendo, ela então que não gostava de perder pontos pra ninguém falou apostamos o que? Falamos então, não apostamos nada só queremos ver se não é prosa sua…

Ela então disse vocês vão se foder, acha que vou colocar meu rabo na reta sem ganhar nada, eu vou dar mas uma de vocês também vai ter que dar, aquilo estava parecendo uma roleta russa, o Marcelo ficou só observando o desfecho da discussão, e assentado aproveitava pra alisar aquela rola enorme massageando pra ficar em ponto de bala, porque ele sabia que teria que trabalhar de novo, e a discussão continuava, a provocação de lado a lado eu falei gente é melhor a gente encerrar por hoje, mas o Marcelo falou, vocês me provocaram e agora estão tirando da reta, não acredito que vão fazer isso comigo…. então eu falei a Rose que é a maior de nós deve aguentar essa vara no rabo, ele falou vem então Rose… ela meio que receosa falou em tom de brincadeira, vou não… você vai judiar de mim, ele riu e falou prometo que vou com carinho, coloco bem devagarinho, então vem…. eu e a Mara aproveitando a deixa falamos vai.. não vai amarelar ou vai… de tanto a gente insistir ela acabou cedendo a pressão e falou suas desgraçadas vocês vão me pagar não perdem por esperar… o Marcelo então mostrou uma disposição incrível pra quem já tinha comido as três .. pegou ela pela cintura e falou vem meu bem.. vamos fazer bem gostoso, começou a beija-la no pescoço, a chupa-la preparando pra enraba-la e a gente só ficou observando eu juro que queria ver como ela conseguiria agasalhar aquele caralho enorme no cu dela, mas pra minha surpresa eu vi ele lubrificar bem o cuzinho dela com saliva, e ir enfiando primeiro a cabeça, depois mais um pouco, até que vi aquele caralho quase que completamente atolado no cu dela confesso que tiro o chapéu pra Rose, ela tem um uma boa elasticidade e conseguiu agasalhar bem aquele rolo de fumo, e me surpreendeu ele bombava furiosamente no cu dela e ela nem reclamava, pelo contrário, ela gritava e gemia de prazer, eu fiquei muito excitada, até me passou pela cabeça experimentar tentar aguentar aquela vara no meu cu, mas depois que eu já tive dificuldades em aceitar ele na frente pensei comigo se tentasse atras ele ia me arrombar então desisti da ideia e me contentei em me masturbar novamente, depois dessa experiencia nunca mais transei com ninguém bem dotado só sei que aquela experiencia nunca mais vou esquecer, não fizemos um ménage a três fizemos um ménage a 4.

eu imagino que o Marcelo deve ter saído satisfeito afinal tinha comido três branquelas no mesmo dia sendo que uma delas a Mara era casada, e ele sabia disso, parece que os homens sentem mais tesão por casadas que por solteiras ou divorciadas, talvez seja a sensação de eles estarem possuindo algo que é de outro macho