Meu Vizinho Nos Pegou e Depois Me Papou

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Depois de ler vários contos desta página resolvi enviar o meu também. Ele é real e aconteceu comigo. Bom em geral na maioria dos contos que leio as crianças são sempre inocentes. Mas devo dizer que na realidade em que cresci não é nada assim. Sou sexualmente ativa desde os seios ou sete anos e todas as crianças do meu bairro eram também. As crianças mais velhas ensinavam para as mais novas uma brincadeira muito gostosa camada saliência. Esta brincadeira consistia e formar casais de mais o menos a mesma idade. Os dois iam para um lugar escondido onde o menino metia o pau no meio das pernas da menina e começava a roçar. Esta brincadeira era muito gostosa porque o roça-roça mexia com uma coisa no meio das pernas das meninas (hoje sei que é o clitóris) que deixavam elas loucas (pelo menos eu ficava). Depois que aprendi esta brincadeira não quis parar mais. Eu ia com os meninos sempre que eles pediam para eu dar um pouquinho pra eles. Esta era a senha para brincar de saliência. O menino chegava e dizia: –Me dá um pouquinho? Eu como menina sempre fazia um pouco de doce. –Não, não quero não. Mas os meninos sempre insistiam. –A vai só um pouquinho. E eu acabava indo. Fosse para o matinho que tinha depois do campo, no barranco atrás da casa da minha tia, atrás da casa do vizinho que só voltava no final de semana. Por causa disso tenho muitas histórias para contar, mas essas ficam para depois. O que tenho que contar agora é como perdi realmente a minha virgindade aos treze anos de idade. Bom como eu já,disse na nossa brincadeira os meninos só colocavam o pau entre as nossas pernas. Começávamos pequenos e não sei se era porque eles não sabiam como fazer, mas o caso é que não havia penetração vaginal. Mete no cú era comum e chupa o pau também, mas meter na buraco da vagina nunca. Quer dizer o Luiz até tentou uma vez quando eu já era grandinha. Ele deveria ter uns 16 anos e sabia bem o que estava fazendo. Mas eu senti a dor quando ele começou a enfiar e eu comecei a gritar. –Aí não, aí dói! Ai não, aí dói! Ele não gostou, mas acabou parando. Assim não foi desta vez que perdi o cabaço. Até que um dia o meu primo Paulo insistiu muito e acabei aceitando dar para ele. O Paulo na época também devia ter uns 16 anos e eu estava com 13. Fiz ele prometer que não ia enfiar naquele lugar que doía. Ele aceitou, mas disse que ia comer o meu cú. Eu aceite porque depois do roça-roça no meio das pernas o que eu mais gostava era um pau entrando fundo no meu cú. Então fomos os dois para trás da casa do Vizinho. Primeiro o Paulo pediu para eu chupar o pau dele. Eu não gostava muito disso. Então só fiz um pouquinho e disse para enfiar o pau entre as minhas pernas. Abaixei o short junto com a calcinha. Eles caíram e ficaram presos nos meus pés. Abri um pouco as pernas para ele encaixar e começamos. Ele roçou e roçou daquela forma gostosa que eu adorava. Pra frente e pra trás enfiando o pau entre as minhas pernas roçando na minha xoxota. Depois ele me fez virar, colocar as mãos na parede e empinar o bumbum. Aí ele enfiou a pica no meu rabo e meteu com vontade. É claro que para um adolescente daquela idade a melhor parte e enfiar o pau em alguém. Não importa se o buraco é na frente ou atrás. Eles querem e meter com força. E Lá estou eu rebolando no pau do Paulo quando de repente ele para. Mal tenho tempo de me virar e vejo ele correndo levantando o short. Enquanto outra figura me olha com uma cara assustadora. Seu Honório o dono da casa havia voltado no meio da semana. Paulo saiu correndo e escapou, mas eu com o short e a calcinha entre os meus pés só consegui cair e ficar estatelada no chão com tudo a mostra. –O que você está fazendo menina? A sua mãe vai te matar quando souber disso! Eu comecei a chorar. Sabia que era verdade que a minha mãe ia acabar comigo. Algo parecido aconteceu com uma outra menina. Foi pega dando para um garoto na casa dele. Os pais do menino contaram para família dela e a surra que ela levou não está no gibi. Além de ter ficado mal falada pelo bairro inteiro. Eu comecei a implorar para o seu Honório. –Não conta para aminha mãe não. Por favor. Enquanto eu implorava ele ficava olhando para mim ali sem short e sem calcinha e começou a alisar a barba serrada. Acho que ele começou a ver que tinha tirado a sorte grande. Depois de alguém tempo ele parou a minha ladainha e disse. –Tudo bem eu não conto para a sua mãe, mas você vai ter que ser boazinha comigo. –Boazinha?!? Como? –Fazendo comigo o que você estava fazendo com o seu primo. Eu quis recusar, mas lembrei da surra tremenda que ia levar e disse que aceitava a proposta. Então ele me ajudou a levantar. Puxou meu short e a calcinha para o lugar pegou a minha mão e começou a me levar para dentro de casa. Chegamos dentro da casa e ele mandou eu tirar toda a roupa. Isso era uma novidade para mim. Como fazia com os garotos em qualquer lugar, normalmente só abaixava o short. Então fico peladinha na frente dele. Ele manda eu rodar e sorrir passando as mão nos meus peitos pequenininho (ainda estavam crescendo), minha bunda que já era arrebitada e minha vulva ainda com poucos pelinhos. Fomos para o quarto e me deitei virada para cima. Na mesma hora ele arreganha as minhas pernas e cai de boca no meu grelo. Esta era outra novidade maravilhosa. Os meninos sempre queriam que eu chupasse eles, mas nenhum já tinha chupado a minha buceta. Eu fico ali gemendo de prazer e tenho meu primeiro orgasmo acompanhada. Eu sabia o que era orgasmos, mesmo sem saber o nome, mas só porque eu me tocava. Quando estava com os garotos eles só iam até o gozo deles depois a brincadeira acabava. Depois de me chupar toda seu Honório foi subindo pelo meu umbigo, brincou com meus peitinhos e terminou na minha boca. Que beijo gostoso. A língua dele vinha até a minha garganta. Enquanto isso seu quadris se mexiam e ele ia se preparando pra fazer o serviço. Quando dei por mim ele estava enfiando o pau naquele lugar que doía. Comecei a pedir pra ele parar, mas ele foi logo dizendo. –Não vem não que você tava dando pro Paulo quando cheguei. –Mas era só atrás. –Entendo, mas agora é tarde. Já meti. Ele falou isso enquanto dava uma forte estocada arrebentando me cabaçinho de vez. Eu gemi alto com a dor. As lágrimas escorreram pelos meus olhos. Ele ficou parado dizendo baixinho. –Fica calma. A dor vai passar. É assim na primeira vez. Dói um poço mais depois fica gostoso. É só relaxar. Enquanto falava ia beijando meu rosto, mordiscando minha orelha e roçando a barba cerrada no meu cangote. Assim pouco a pouco fui relaxando. Então ele começou a se mexer. No começo bem de vagar, mas a medida que eu ia me soltando começou a meter com força. Eu só gemendo. No começo de dor mais depois de prazer. –Ai que gostoso! Mete mais! –Eu disse que você ia gostar. –Vai que tá bom! Aí, assim! Bem forte! Tive então meu segundo com seu Honório Ele gozou em seguida. Antes tirou o pau de dentro pra não me engravidar. E acabou esporrando na minha barriga. Foi esta porra que ele usou para lubrificar o meu cú. Ainda bem porque estava acostumada a ser enrabada pelos meninos, mas nunca encarei uma vara tão grande e grossa. Bem lubrificadinha foi fácil e só gritei de prazer. Depois que terminou ele confirmou que não contaria para a minha mãe. Disse que não ia me chantagear de novo. Mas se eu quisesse trepar com um homem de verdade era só visitar ele. É claro que eu voltei depois de ter um homem de verdade acha que eu ia voltar para aqueles garotos bobos. Se bem que tive que voltar já que depois o Paulo é que começou a me chantagear, essa, e a da vingança do seu Honório são outras histórias que eu conto outro dia se vocês quiserem.