Com a filhinha do vizinho no sítio…

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Feriado numa segunda-feira de janeiro, eu, minha esposa e minha filha e minha sogra. Meu vizinho, sua esposa e sua filha, todos no nosso sítio. Ele trabalharia na terça. Minha esposa também.
Ao fim deste dia eles embarcaram de volta, no carro dele, para retornarem na sexta-feira.
Ele, a esposa, a minha mulher e a minha sogra. Pronto, fiquei com as meninas para que elas pudessem se divertir mais nessa última semana de férias.
Minha filha, Betina, 12 anos. A coleguinha, Laura, 14. E aí começa a história. Terça-feira. Andar de cavalo. Laura sobe com dificuldade, eu ajudo. A calça comprida e a bota a tornam mais mulher. Peitinhos durinhos debaixo da blusinha de alcinhas. Branquinha, cabelos lisos e compridos, loiros. Uma linda ninfeta. Minha filha fica rede da varanda, distraída com o celular.
Ela sobe e o medo invade. Ela pede: “sobe comigo, quero dar uma volta, mas tenho medo!”
Eu subo. Ela na minha frente. Seguimos devagar pela estradinha de chão. O cavalo sacoleja muito. Fico excitado. Contenho-me, mas ela percebe. Estou também de calça e bota. Pede para pararmos numa fonte de água natural. O cavalo se afasta um pouco pra beber água numa pequena poça. Ela fica de joelhos e com as mãos toma a água. Sua bundinha está empinada. Não consigo parar de olhar. Vem na cabeça maus pensamentos e o pau endurece de novo.
Fico apreensivo. Ela nota novamente e se aproxima. Diz pra mim: “Quero voltar atrás. Você comanda o cavalo.” Subo e ela logo me abraça e encosta os peitinho em mim. Não dá pra segurar. O pau continua duro. Ela desliza sua mão pra baixo e aperta. Não acredito. Ela diz: “Se você não contar nada …” . Paro o cavalo e descemos. Andamos por uma trilha e ela me pede: “Deixa eu ver?”. Me encosto ao pé de uma árvore. Ela diz: “Sou virgem, mas adoro chupar”. Tiro o pau e Laura ajoelha e começa um boquete monumental. Seus lábios rosados e carnudos lambem com maestria e sugam minhas bolas, sacos e a cabeça do meu pau. Ela tira a blusa de alcinha e vejo seus peitinhos durinhos, rosadinhos também. A levanto e começo a chupar um por um com muita vontade. Ela geme e pede: “goza neles”. Eu a abaixo de volta e a faço continuar o boquete. Não demora e vem a vontade de gozar. Ela se afasta um pouco e direciona aqueles dois peitinhos. Gozo muito. 4 jatos de porra em seu colo e peitos. Ela ri, pega a blusa, se limpa e diz: “Logo mais tem de novo. Mas ninguém pode saber.” E foi assim até sexta-feira. Duas chupadas por dia. Ela comandava quando queria. Eu apenas obedecia. E quando voltarmos pra casa? Na vizinhança? Como será?

Com a filhinha do vizinho no sítio… parte 2