Chefe do meu noivo meu Cafetão denovo

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Oi pessoal. Para situar vocês, leiam meus contos anteriores, e vão saber como vim parar aqui, e como me transformei em uma verdadeira garota de programa para o chefe do meu noivo. Depois do último conto, já transei várias vezes com Carlos, e também com alguns amigos que ele me ‘recomendou’, mas na semana passada novamente ele me surpreendeu, o que me deixou muito excitada a ponto de voltar aqui e compartilhar com vocês. Meu noivo foi viajar a trabalho na sexta feira e voltaria apenas no sábado a tarde, e eu já imaginava que o Carlos me ligaria como de costume. Combinamos que eu esperaria ele em uma galeria como sempre, logo após sair do trabalho, e assim o fiz, ainda de calça jeans e blusinha. Entrei na caminhonete dele, e ele me avisou que iríamos passar a noite no sítio, liguei pro noivo pra dizer que ia pra casa de minha prima, e que pegaria ele no aeroporto na tarde seguinte, ouvindo tudo, o Carlos riu dizendo que eu já sabia enganar ele direitinho. Chegamos no sítio, e subimos pros quartos, o Carlos mal chegou, sentou na beira da cama, e me pediu pra ajoelhar na frente dele, falei que antes ia tomar um banho, mas ele respondeu seco: “não, depois você toma banho, agora venha aqui e faz o que vc gosta vai”. Eu me aproximei dele rindo…me ajoelhie na frente dele, ele abrindo a calça, já estava sem cueca o safado, foi colocando aquele pau grosso pra fora, eu segurei ele…me aproximando o rosto, e logo caí de boca, chupando ele gostoso. Poucos minutos ele estava duríssimo em minha boca enquanto o Carlos com uma mão alisava meu rosto, e a outra enrolava e segurava meus cabelos. Ele puxava minha cabeça pra cima, e depois forçava pra baixo, como se minha boca fodesse com o pau dele, eu babando e engolindo aquela tora grossa. Ele começou a aumentar o ritmo gemendo e dizendo “ahhh, isso camille, isso, vou gozar, ahhh”. E logo ele começou a jorrar a porra em minha boca, alguns jatos foram direto em minha garganta, enquanto outros se espalharam em meus dentes e labios, fui chupando, até deixar o pau dele limpinho, e ele deitado satisfeito na cama. “Pronto, agora pode ir pro banho vai”. Eu sabia que a noite seria longa, e quando saí do quarto, ele tava vestido, e com uma sacola na mão. Pedi o que era, ele tirou um longo casaco de botões, e uma cinta-liga com uma máscara. Eu sorri, pedi se ia brincar de ‘tiazinha’, ele falou que sim, mas não pra ele. Me assustei, e ele disse que o afilhado dele e um amigo iriam vir pro sitio, e eu faria um streaptease pra eles, como presente de aniversário. Falei que não, que o afilhado dele me conhecia do escritório pois trabalhava como oficce boy e podia abrir a boca, aí ele disse q a máscara era justamente pra isso, pra não me reconhecerem. Demorou uma meia hora e os meninos chegaram, o afilhado dele era Felipe, tinha 18 anos, e outro era Daniel, e tinha a mesma idade. O Carlos desceu, falou com eles, e logo me chamou, colocando uma música, e disse que iria dar uma volta e voltava mais tarde. Quando desci, eles estavam tomando cerveja sentados me esperando. Não falei nada só vi os rostos dos dois rindo, gostando do presente do padrinho. Comecei uma dança, olhando sexy pra eles, enquanto ia vagarosamente desabotoando o casacão. Fui abrindo os botões, virei de costas, e deixei o casaco cair, mostrando a cinta-liga enterrada em minha bunda. Fiquei rebolando, enquanto eles ficavam olhando, virei de frente. Felipe se levantou e veio dançar comigo, ele roçava em mim, e passava a mao no meu corpo, enquanto Daniel sentado ria. Ele me virou de costas pra ele e de frente pro Daniel, e foi puxando as alças da cinta-liga, até deixar meus seios a mostra. Ele me bolinava a calcinha por sobre a parte debaixo enquanto me beijava e dizia que eu era muito cheirosa. Saí de perto dele, pois eu pretendia apenas fazer o streaptease pra eles, apesar de já estar excitada pelos dedos dele me tocando e pela lembrança recente da gozada do Carlos. Continuei dançando, virando de frente pra ele, indo de costas pro Daniel, que ainda sentado apertou minha bunda, segurando ela e balançando enquanto dizia “nossa, que rabão lisinho”. Felipe se aproximou novamente tocando em meus seios e apertando eles, com cara de tarado, enquanto o Daniel soltou as presilhas da cinta liga, puxando minha calcinha pra baixo. Me afastei dos dois, dançando ao som que tocava, tirando o resto de minha roupa, fiquei apenas de sandália salta agulha e fui deitando e sentando no chão, abrindo as pernas, mostrando minha bucetinha depilada para aqueles dois garotos com cara de safados. Eles se deliciavam me olhando, enquanto já dava pra notar que tavam ficando de pau duro nas bermudas. Dancei mais uns minutos me esfregando neles, que passavam as mãos em meus seios e me apertavam e davam tapas na bunda, até que acabou a música. Comecei a recolher minhas roupas, e eles sem entender, pediam se era só isso, falei que sim, que esse era o presente. Felipe pediu se eu não ia tirar a máscara, falei que não. Daniel disse que não concordava: “não, olha só como me deixou, vamos acabar o serviço”, ele se aproximou me abraçando….eu rindo, tentando me desvencilhar. Ele beijava meu pescoço e continuava falando. “Você tbm ta doidinha querendo, olha como ta molhada”. Passando a mão no meio de minhas pernas, ele notou que realmente eu tava meladinha. Eu falei que não, que não era pra isso que estava ali. O Felipe bebendo a cerveja dele falou “Não tem problema, eu pago a diferença, ao menos faz um boquete pra nós”. O daniel me encoxando, eu já sem saber o que fazer acabei concordando. Daniel foi me empurrando de joelhos no chão, e colocando o pau pra fora, estava duro, e apesar da idade, já era enorme, moreno e cabeçudo. Olhei pra ele e sorri, segurei na base do pau dele, e comecei a chupar. Felipe se levantou e veio pra junto de nós, colocando o pau pra fora, não era tão grande quanto do Daniel, mas era grandinho. Eu segurava um e punhetava o outro, ia revezando com os dois na boca. Ia chupando e cuspindo neles, que gemiam e riam, dizendo que era bom, que minha boca era fantástica. Até que o Felipe puxou a máscara arrancando ela do meu rosto….eu me assustei e gritei que não na hora, ele me olhou, tão espantado quanto eu dizendo. “Puta que pariu, é você”, eu tentando esconder o rosto. Parei na hora, tentando me esconder, ele rindo, e o Daniel sem entender absolutamente nada perguntou: “que foi cara, conhece ela?”, e ele respondeu, “claro meu, é a namorada de um cara La do escritório do meu padrinho” e os dois riram, enquanto eu tentava me esconder. Felipe me chamou, “ei camille, agora não adianta fugir, vem e termina o serviço”. Olhei envergonhada pros dois. O Daniel balançando o pau disse pra eu relaxar e aproveitar! Apesar da vergonha, ainda estava excitada, e não tinha como dizer que não. Voltei pra perto dos dois, olhando envergonhada. F(Felipe) – Caraca velho, agora meu pau ficou mais duro ainda…c (camille)– Só não vá contar nada pro Diego né? Ele riu, respondeu que não. Voltei a chupar os dois, revezando. Pouco depois o Felipe sentou no sofá, colocou uma camisinha e pediu pra eu cavalgar nele. Obediente eu fui até lá, subi no sofá, e de costas pra ele fui descendo, com minha bucetinha engolindo o pau dele. Daniel ficou um pouco atrás alisando minha bunda e dando tapas nela. Depois disso ele subiu no sofá em pé, e eu chupava ele enquanto cavalgava no Felipe. Daniel também sentou no sofá, e eu revezava, cavalgando nos dois, pulando de um pro outro. Daniel me ergueu, e me colocou de 4 no sofá, apoiando os joelhos no sofá e os braços no encosto, ele em pé atrás ficava na mesma altura de minha cintura, e bombava com força, fazendo estalos quando suas coxas encontravam minhas nádegas. Felipe que já havia arrancado a camisinha me fazia chupar seu pau, enquanto ele sentou no encosto do sofá! Ele segurou minha cabeça, com a cabeça do pau dentro de minha boca, enquanto se punhetava e gemia: F – aaaa, abre..abre a boquinha…. e Logo senti ele gozando na minha boca….sem tirar o pau de dentro, fazendo eu engolir! Ele desceu do sofá, e foi pegar uma cerveja, enquanto o Daniel continuava bombando. F – isso cara…soca nela, que eu preciso me recuperar, depois quero comer seu rabinho. C – negativo. F – aaa, vou sim Camille, nem reclama! Enquanto isso o Daniel tirou de minha buceta me empurrando pra virar no sofá, sentei e ele em pé em minha frente, mal teve tempo de tirar a camisinha e começou a jorrar sua porra em minha cara, algumas gotas foram na boca, o restante se espalhou pelo meu rosto. Ele se afastou sentando no outro sofá, enquanto o Felipe jogou uma toalha e disse pra eu me limpar, e ir chupar ele pra deixar duro novamente. O Safado jogava cerveja no pau mole e fazia eu secar. Logo estava duro denovo. Eu no chão, ele ficou de joelhos atrás de mim, começou novamente a comer minha bucetinha. Meteu uns minutos e começou a forçar meu cuzinho. Não demorou muito seu pau estava todo acomodado. F – hummm, que gostoso….C – aii, devagar. Ele foi bombando suave até acostumar, depois aumentando o ritmo. O Daniel já estava de pau duro quando comecei a chupar ele denovo. Ainda sentia o cheiro de suor dos dois. Alguns minutos assim e o Daniel começou a dizer q ia gozar denovo. F – quer um banho quer camille. C – quero sim, vem….Ele parou de meter, fiquei de joelhos no chão e os dois começaram a punhetar em minha frente. O Daniel logo começou a gozar em mim novamente, agora abri a boca na sua direção, engolindo os primeiros jatos, e os seguintes lambuzaram minha bochecha. O Felipe veio por cima de mim, segurou minha cabeça, e foi gozando em minha testa e olhos..F – aaaa…isso…toma banho de porra sua safada. Eu ainda melada fiquei chupando os dois, até deixar limpinhos. Depois disso subi tomar um banho. Quando desci o Carlos já estava lá, e aí conversamos um pouco e voltamos pra casa. Ele rindo do que tinha me feito fazer o sacana. E eu mais uma vez saciada pela safadeza dele. Espero que tenham gostado novamente. Logo volto aqui se tiver novidades. Bjus.