A curiosidade que acabou em loucura – Parte 2

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Oie! Chamo-me Kaylane e vou dar continuidade a minha história.
Como já havia dito antes, eu estava ficando bastante pensativa depois do que aconteceu entre eu, minha irmã e meu irmão. Estava começando a ficar desatenta nos treinos, meu desempenho já não era mais o mesmo. Uma amiga minha do time até me sugeriu procurar o psicólogo do time, mas eu não quis mesmo, afinal o que eu iria dizer a ele? Que eu tinha chupado o pau do meu irmão?
Então depois de pensar e repensar muito, decidi conversar com o meu irmão. Saí do treino decidida, não conseguia pensar em outra coisa.
Eu sou assim, enquanto não resolver um problema, eu não consigo pensar em outra coisa e quando era uma coisa que estava me afetando, aí é que eu precisava fazer alguma coisa mesmo.
Cheguei em casa e fui direto para o meu quarto, que por sinal é o mesmo da Pri.
– Lane, “tá” acontecendo alguma coisa? Faz tempo que você não conversa comigo, às vezes parece tão distante. Disse ela.
– Relaxa, Pri. Não “tá” acontecendo nada.
– E aquele assunto, ainda te incomoda?
– Claro “né”, você acha que eu estou feliz com o que a gente fez, a minha vida mudou depois daquilo tudo, entenda isso.
– “Eita”, também não precisa ficar assim “né”.
– Pri, você é completamente maluca, vocês estão transando, não tem medo de engravidar?
A minha irmã se calou e com uma cara de choro falou:
– A gente só transou uma vez.
– É o suficiente. Ah! Eu vou sair, nem sei o porquê que eu estou perdendo o meu tempo conversando com você. Fala-me uma coisa, o Je “tá” em casa?
– Sei lá, procura por ele.
Procurei bastante e não o encontrei, ele tinha saído. Voltei para o meu quarto e fui descansar um pouco. Me acordei com a Pri, fazendo o que? Adivinhem. Vendo filme de sexo.
– Menina, já te disse que está ficando viciada nisso.
– Ah, me deixa, Lane.
Batem a porta, pensei nossa é ele, antes de entrar já fiquei pensando em como eu iria conversar sério com ele. A porta abre.
– Oi, meninas.
Era a minha mãe, que aqui no Nordeste a gente chama de “mainha”.
– Vamos jantar? “Cadê” o Je, saiu? Liga pra ele, trouxe o que ele adora.
Como sempre, mimado pela minha mãe e por nós duas, fazíamos tudo o que ele queria, pedia e assim por diante.
Quando ele chegou, minha barriga gelou, se eu não tivesse pensado tanto nisso, eu com certeza não iria ter essa sensação. Quando ele passou por mim, peguei no braço dele, pareceu ser com força, mas não foi.
– Quero falar com você, urgente!
– Depois, agora me deixa tomar banho.
Neste momento a minha mãe olhou e disse:
– Está acontecendo alguma coisa que eu preciso saber?
– Nada, mãe, é só brincadeira da gente. Eu disse.
– É, mãe, deixa que a gente se entende. Disse a Pri.
Jantamos, mainha foi para o quarto dela e nós ficamos na sala assistindo tv.
– Pri, me deixa sozinha com o Je.
– Nossa, é tão sério assim? Disse ele.
A minha irmã saiu da sala e comecei a conversar com o meu irmão.
– Je, “tamo” indo longe demais com isso que a gente “tá“ fazendo.
– Mas é tão bom, eu gosto, você gosta, a Pri gosta, não vejo porque a gente parar.
– Você é louco “né”. Você já está comendo ela, e se você engravida-la?
– Não nascerão filhos, nascerão sobrinhos.
Neste momento, eu não queria, mas acabei rindo.
– Je, isto é coisa séria, menino.
– Não se preocupe, foi com camisinha.
– Isso quer dizer que vocês vão continuar fazendo?
– Se a gente vai continuar, não sei, vou deixar as coisas acontecerem.
A conversa acabou, fui para o quarto e ele chegou depois.
– E aí gatas.
– Fala. Disse a Pri.
– Vocês já vão começar de novo? Eu disse.
– Nossa, como tu “tá” chata, Lane. Disse a Pri.
Deitei na cama e virei para o lado da parede, eu só escutava o som do pau dele batendo na cara dela e ela pedindo mais.
– “Eita”, vocês não têm jeito mesmo. Eu disse.
De repente a porta, que não estava fechada, se abre.
– Que porra é essa?
Era a mainha. Eu dei um pulo da cama. A Pri começou a chorar e o Je… Ah! O Je…
O Je ficou como se nada tivesse acontecido e ainda disse:
– Ah! Mainha, como é que a senhora entra assim no quarto sem bater.
– Cala a porra dessa boca! Não sai ninguém do quarto, vamos conversar sobre tudo isso que está acontecendo aqui. Disse a minha mãe.
Eu nunca tinha visto a mainha daquele jeito, parecia outra pessoa. O rosto dela estava diferente. A Pri não parava de chorar, até soluçava.
– Sentem todos aqui, agora. Desde quando está acontecendo isso?
Foi o silêncio mais angustiante da minha vida. Absolutamente nenhuma palavra foi dita por nenhum de meus irmãos e nem por mim.
– Vou começar por você, Lane. Embora não estando na cena apavorante que eu vi, você estava deitada na cama, nem sei se estava realmente dormindo. O que está acontecendo aqui?
Eu não sabia o que dizer, eu olhava para o lado e via a Pri chorando, me partiu o coração. Eu me levantei e fui para o lado da minha irmã e fiquei abraçada com ela.
– Mainha, vamos deixar isto pra lá, não é a melhor hora de conversar sobre isso, só vai piorar as coisas. Eu disse.
Minha mãe começou a se culpar por tudo o que estava acontecendo porque ficava por muito tempo longe da gente, estas coisas que mães gostam de fazer quando acontece alguma besteira dentro de casa.
– Calma mãe. Calma. Não é culpa sua, a senhora faz o sempre fez pela gente, eu a admiro muito por tudo que faz não se culpe.
A conversa foi longa. Longa mesmo durou quase três horas.
No outro dia, na hora do café da manhã parecia que tinha morrido alguém. Ninguém pronunciava uma palavra sequer. Impressionante como um caso de incesto na família deixou-nos em pedaços, antes disso só a situação que a gente vivia em Natal, quando o meu pai nos ameaçava.
Passamos meses sem tocar no assunto até que esquecemos e voltamos a ser uma família “normal”. Na verdade aquilo tudo acabou sendo por incrível que pareça bom pra mim, que passei uma borracha em tudo que havia acontecido mesmo.
Já em 2011, quando eu deixei o vôlei e me dediquei à faculdade, um fato me fez voltar a Natal, até meio que sem querer, não foi planejado por mim e sim pelo meu irmão. No sábado pela manhã ele chega ao meu quarto.
– Lane, acorda vamos para Natal hoje.
– Fala sério, Je. Disse ainda sonolenta.
– Tem jogo importante do América amanhã à tarde, a gente vai voltar pra segunda divisão.
Voltar à minha cidade depois de cinco anos me deixou muito alegre, não vou negar nunca isso, adoro Fortaleza, aprendi a gostar da cidade, mas sempre que posso voltar a Natal me deixa hiper-ultra-mega feliz. Chegamos a Natal por volta de cinco da tarde, fomos pra casa de uma tia nossa que fica no Alecrim, nossa quanta coisa eu havia deixado pra trás por conta de meu pai. A gente morava no Quinta, que fica perto do Alecrim.
Já no domingo, estávamos na expectativa do jogo, tivemos que sair de Natal em direção a Goianinha, uma cidadezinha que fica perto de Natal, estávamos eu, o Je e mais dois primos no carro. Estádio pequeno, muita gente, quase passei mal. No fim saímos todos felizes, o América ganhou e ainda se classificou. Voltamos para Fortaleza, ainda muito alegres pelo jogo, chegamos por volta de seis da manhã. Eu estava muito cansada e fui dormir, o meu irmão acabou dormindo no meu quarto mesmo, a Pri já estava acordada e se arrumando para ir para a faculdade dela.
Acordei-me por volta do meio dia com meu irmão batendo com o pau dele na minha cara.
– Acorda Lane, vamos comemorar a classificação.
– O que é isso, Je? Acordei assustada.
– Vamos maninha.
Nossa era o pau dele muito duro, enorme.
– Assim você me mata, menino. Por que você me acordou batendo com ele no meu rosto.
– Uma forma especial de te acordar, gostou?
– Não sei.
Não queria que ele pensasse que seria fácil, mas eu adorei a forma que ele me acordou.
Ele sentou na cama, do meu lado.
– E essa coisona ai deste jeito hein?
– É… me acordei e ele estava assim.
– Faz tempo “né” daquele dia?
– Anos você quer dizer “né”? Seja sincera, você ainda lembra muitas vezes daquele dia?
– Às vezes sim.
– O que você sente quando lembra.
Fiquei calada, eu não queria dizer a ele, mas eu tinha vontade de ver o pau dele novamente, assim de forma mais natural, sem a gente programar nada, simplesmente acontecer naturalmente. E aconteceu, meu irmão ali ao meu lado de pau duro e eu me controlando pra não fazer besteira. Ele se levantou e ficou na minha frente com aquela coisa enorme apontando para o teto.
– Vem cá!
Ele veio, se aproximou, eu me sentei na cama com os pés no chão.
– Não fala nada, por favor. Eu disse.
Eu me agachei na frente dele e olhei pra cima. Era a visão mais maravilhosa que tinha depois de alguns anos. Ele colocou as mãos pra trás, eu coloquei minhas mãos em cada coxa dele e fui começando a lamber os testículos dele, depois coloquei na boca, ora um, depois o outro, mordisquei. Comecei a beijar o pau dele, fiquei um bom tempo beijando. Passei a lamber o pau dele todo. Eu podia sentir as veias na minha língua, que sensação, nossa, não me perguntem, não saberei explicar, sei que era fantástico tudo aquilo. O pau dele começou a sair àquele lubrificante, quem já sentiu o gosto sabe do que “tô” falando, é muito bom.
Ele estava louco para falar alguma coisa, mas eu coloquei o dedo indicador nos meus lábios, pedindo silêncio e fui direto com o mesmo dedo no pau dele, depois comecei a dar tapinhas, depois pegava o pau dele e puxava até embaixo e soltava e aquela coisa maravilhosa ficava assim balançando na minha frente, pedindo para que eu fizesse mais travessuras. O pau dele ficou tão grosso, que eu nem conseguia fechar a mão. Neste momento achei que ele merecia que eu colocasse na boca, mas para meu azar e dele também, apenas a cabeça entrava, então passei a lamber a cabeça, fazia círculos com a língua. Comecei a notar que ele não aguentaria quando o pau dele começou a se mexer sozinho. Eu segurei e apertei o pau dele, ele não resistiu e começou a gozar, bastante esperma por sinal, minha mão ficou cheia, meu braço.
– Posso falar agora?
– Fala.
– Lane, eu te amo.
– Fala sério.
– Ninguém nunca me deixou assim.
– Vai dizer que a Pri nunca fez isso.
– Te garanto que não.
Dias depois meu irmão ficava o tempo inteiro pedindo pra eu repetir o que eu havia feito. Eu sempre negando, apesar de querer novamente. Assim seguiu por quase duas semanas, até que eu fui tomar água na cozinha e antes da cozinha, tem que passar pelo quarto dele. Quando passei pelo quarto dele, ele me puxou.
– Que é isso, menino!
– Lane, olha só como eu fico só de lembrar aquele dia.
– Aquilo já passou.
– Pra você, pra mim não.
– Eu vou gritar se você não me deixar sair do quarto.
– Lane, não faz isso comigo.
– Preciso ir Je.
Saí do quarto e fiquei rindo, acho que ele se masturbou com muita raiva de mim. Fui para o meu quarto e lá estava a Pri.
– Pri, seja sincera comigo, você e o Je ainda…
– Não. Respondeu de forma rasteira.
– Legal, melhor assim “né”.
Uns três dias depois novamente meu irmão cheio de desejo invade meu quarto querendo fazer besteiras.
– Não, você está muito tarado.
– Culpa sua.
Eu tive que rir. Ele ficou com raiva e saiu do quarto. Eu sabia que aquilo estava o deixando cada vez mais cheio de tesão, eu tinha noção disso.
Cheguei da academia, fui tomar banho, quando voltei para o quarto me vestir, acredite, meu irmão estava embaixo da cama.
– Que coisa mais ridícula, Je, que ponto você chegou.
Ele não falou nada, já estava de pau duro. Ele nunca me viu nua depois que eu fiquei “crescidinha”. O fato de ele estar ali no meu quarto me vendo completamente nua, começou a me excitar.
– O que você quer?
Ele não respondeu, só colocou o braço por volta da minha cintura e me puxou. Pensei que ele ia me beijar na boca, mas não o fez. Começou a beijar e a lamber meus seios, parece até que ele adivinhou um dos meus pontos mais sensíveis. Ele colocou o dedo na minha boceta e começou a me tocar de forma muito gostosa. Ele lambia meus seios e me masturbava, não resisti, peguei no pau dele e comecei a masturba-lo também. Impressionante que ele não dizia nada. Ele me virou, eu fiquei de quatro e muito empinada, ainda fiquei mexendo na boceta, ele pegou a camisinha, vestiu o pau dele e meteu na minha boceta. Ao contrário do que pensei, ele foi muito agressivo, ele metia muito, ora segurava muito forte minha cintura, ora puxava meus cabelos e batia na minha bunda, que ficou toda vermelha.
Do jeito que eu estava de quatro, ele me pegou pela barriga e me puxou pra fora da cama, me empurrou contra a parede e metia cada vez mais forte. Eu tinha vontade de gritar, mas só conseguia gemer. Ele pegou minhas pernas e me levantou do chão sem parar de meter. Me colocou de volta no chão, levantou minha perna esquerda e foi metendo sem parar, chupando meus seios. Depois me colocou de quatro novamente, pegou outra camisinha e foi metendo na minha bunda.
– Je, por favor, na minha bunda não.
Finalmente ele falou alguma coisa.
– É meu sonho, por favor entenda.
Ele metia o dedo na minha boceta, passava na entrada minha bunda e enfiava o dedo, era muito doloroso. Só que com a camisinha, foi entrando mais rápido por causa da lubrificação que vem nela. Meu amigo e amiga que está lendo, parecia que era uma tora da madeira que estava entrando na minha bunda.
– Devagar!
– Calma Lane, “tá” entrando ainda.
– Você acha que não sei disso.
Ele colocou com mais paciência e foi metendo. Estava ficando gostoso, ele comia a minha bunda e brincava com os dedos na minha boceta. Acho que gozei umas quatro vezes. Minhas pernas estavam tremendo e ele não parava de meter. Ele tirou da minha bunda e começou a encher as minhas costas de esperma. Eu estava exausta, morrendo de fome. Deitei na cama, ele deitou do meu lado. Nunca fui comida daquela forma.
– Meu sonho é comer você e a Pri juntas.
– Se ela topar eu faço. Respondi passando os dedos nos cabelos dele e dei um sorriso.
Até outro dia!