Irmãzinha Rabuda

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A história que eu vou contar se passou há alguns anos atrás, quando eu tinha 17 anos.
Meu nome é Marco, sou soteropolitano e tenho duas irmãs. Na época dos eventos que vou relatar, a mais velha, Marisa, tinha 19 anos, já era casada e morava em outra casa. A mais nova, Mayana, tinha 13 anos e morava comigo na casa de nossos pais. Além da família, havia na casa a empregada Rita.
Minha irmãzinha Mayana sempre foi muito apegada comigo, gostava de ficar junto de mim o tempo todo. Quando víamos TV ela gostava de ficar sentada no meu colo, e eu nunca me importei. Naquele ano, Mayana fez 13 anos e nossa família se mudou para um novo apartamento, mais espaçoso. Agora cada um de nós teria seu próprio quarto, e nós estávamos muito contentes com isso. E pela primeira vez cada um de nós teria seu próprio computador.
Meus pais têm um pequeno comércio, e os dois trabalham lá das 08:00h. até por volta das 19:00h. Normalmente chegam em casa às 20:00h. Eu e Mayana estudamos pela manhã, e à tarde ficamos em casa com Rita, que sai do trabalho às 18:00h.
Uma das razões para eu gostar de ficar num quarto separado de Mayana é que ela gosta de Pagode e Axé Music, tipo de música que eu odeio! Eu gosto de Rock.
Nos últimos meses eu estava notando como Mayana estava ficando gostosa! Eu nunca antes tinha olhado para ela desse modo, mas agora, apesar de ter apenas 13 anos, Mayana estava com uma bunda de enlouquecer qualquer mortal! Grande, redondinha, bojuda, empinadinha e firme. Com um rego profundo que sempre comia os shortinhos que ela usava. Ela tinha a bunda tão empinadinha que as camisetas compridas que ela usava às vezes, sempre ficavam levantadas atrás.
Nossa rotina era escola pela manhã, e ao meio-dia voltávamos andando para casa, porque o colégio é perto de casa, e então tomávamos banho, e eu ia jogar games no meu computador, enquanto Mayana ficava ou teclando com as amigas nas redes sociais no computador dela, ou ouvindo Pagode e imitando as coreografias das bandas. Por volta das 18:00h. a gente fazia os deveres da escola e ficava esperando nossos pais chegarem para jantarmos todos juntos. Depois do jantar nossos pais viam TV até as 22:00h. e iam dormir. Enquanto nós íamos para nossos quartos e normalmente ficávamos na Internet até o sono chegar.

Nesse dia eu saí de meu quarto à tarde para fazer uma merenda, e vi que a porta do quarto de Mayana estava aberta e ela estava ouvindo uma banda de Pagode daquelas, enquanto dançava imitando as dançarinas da banda. Ela estava usando um shortinho azul de lycra, que normalmente deixava uns dois dedos de polpinha da bunda de fora de cada lado, mas por causa dos movimentos da dança, o shortinho entrou um bocado em seu rego, deixando pelo menos metade de cada banda da bunda de fora. Ela estava de costas para a porta e não podia me ver, mas eu tinha uma visão privilegiada de seu rabão exposto. Fiquei alguns minutos observando aquela bunda gostosa remexendo enquanto ela dançava. Em segundos fiquei de pau duro! Saí dali antes que ela me visse, e tentando esconder minha ereção da vista de Rita, fui preparar minha merenda na cozinha.
Mais tarde nossos pais chegaram, nós jantamos, nossos pais viram TV junto com Mayana e eu fui para o meu quarto. A bunda de Mayana não saía de minha cabeça, então fiquei visitando sites pornô para desviar minha atenção. Por volta das onze horas da noite, eu ainda estava sem sono, então resolvi assistir qualquer coisa na TV. Todos dormiam. Fui para a sala, sentei no sofá e liguei a TV. Estava passando um erotic thriller e eu fiquei assistindo. Mais ou menos meia hora depois, Mayana entra na cozinha, toma um copo d’água e depois vem para a sala e fica em pé ao lado do sofá observando a TV. Ocorre então o seguinte diálogo:
Mayana – “O que é que você está vendo?”
Eu – “Um filme aí que está passando. Já peguei pelo meio…”
Mayana – “Estou sem sono. Posso ver também?”
Eu – “Claro!”
Enquanto a gente conversava percebi que Mayana não tinha vestido uma camisola. Ela ainda estava com o shortinho azul de lycra. E ele estava bem metidinho em sua bundinha. Imaginei ele vindo sentar no meu colo com aquele shortinho e meu coração acelerou. No mesmo instante ela disse:
Mayana – “Posso sentar no seu colo?”
Senti meu rosto queimar, meu pau endurecer, e respondi da forma mais natural que pude simular:
Eu – “Claro, minha linda!”
Ela passou para a minha frente, empinou a bundinha para trás, e sentou lentamente em cima do volume do meu pênis. Fiquei nervoso porque minha ereção estava ficando mais intensa, e eu temia que Mayana se zangasse comigo. Mas ela não disse nada, apenas remexeu a bunda no meu colo, acomodando o volume de minha ereção bem no rego de sua bunda carnuda. Ela se recostou no meu peito e eu a abracei pela cintura.
Ficamos vendo o filme. Na verdade eu já não prestava mais a atenção no filme, e sim na sensação gostosa daquele rabão pressionado em cima de meu pau. Em certo momento ela remexeu lentamente a bunda para um lado e depois para o outro, e eu senti o volume de meu pau entrar um pouco em seu rego. Meu cacete estava muito duro, ela devia estar sentido aquela tora na bunda dela, mas ela não dizia nada.
Até que o filme acabou. Mayana olhou para mim, sorriu e disse:
Mayana – “Vou dormir. Boa noite Marquinho!”
Eu – “Boa noite, lindinha!”
Ela então se levantou do meu colo e eu pude ver que o volume do meu pau tinha entrado mesmo entre as bandas da bunda dela, e agora que ela tinha se levantado havia uma “pirâmide” na frente de minha bermuda. Rapidamente puxei uma almofada para cima do meu colo, de modo que Mayana não visse minha grande ereção. Depois que ela entrou no quarto dela, eu fui ao banheiro, bati uma punheta para me aliviar, e fui dormir.

Na tarde do dia seguinte, eu estava jogando Civilization no meu computador, quando Mayana bate na porta e vai entrando:
Mayana – “Marquinho, posso ver meus e-mails no seu computador?”
Minha reação foi instintiva:
Eu – “Por que isso May, você não tem seu computador agora? Eu tô jogando!”
Mayana – “Ah deixe Marquinho, eu só quero é matar a saudade de quando eu usava o computador sentadinha no seu colinho…”
Ela se virou para fechar a porta de meu quarto e eu pude apreciar aquela bunda maravilhosa de novo. Ela estava usando um shortinho branco folgado, de tecido fino, e que ficava bem enfiadinho no rego. As polpinhas da bunda claramente visíveis. Meu pau despertou imediatamente, me fazendo mudar de idéia.
Mayana – “Não vai demorar nada…” Ela veio se aproximando de mim com um sorrisinho na cara. Eu fingindo contrariedade, respondi:
Eu – “Tá certo…” Afastei um pouco a cadeira da mesa do computador, dando espaço para ela se posicionar na minha frente.
Ela me deu um beijo na bochecha dizendo:
Mayana – “Obrigada irmãozinho querido!” E foi sentando no meu colo. Desta vez ela já sentou com o volume do meu pau bem no rego dela.
Ela entrou na Internet, e ficou vendo os e-mails. Vez por outra remexia a bunda no meu colo. Meu pau só ficando mais duro. Dava para eu perceber, com certa curiosidade, como a bunda dela era firme mas macia ao mesmo tempo! Ela se mexeu de novo no meu colo, desta vez colocando todo o peso do corpo numa banda da bunda, enquanto levantava um pouco a outra, e depois fez o inverso, então largou o peso nas duas bandas de novo. O volume do meu pau entrou mais no reguinho dela. Novamente fiquei ansioso, esperando uma bronca dela a qualquer momento. Mas ela continuava na dela vendo seus e-mails.
Já tinha se passado mais de meia hora, e ela ainda ali. Resolvi prestar a atenção no que ela estava realmente fazendo e notei que ela já havia respondido aos e-mails e agora estava relendo e-mails antigos que ela tinha enviado. Não falei nada, e continuei aproveitando aquela sensação gostosa. Vários minutos mais tarde, ela disse: “Pronto, terminei! ‘Brigadão’!” Levantou-se do meu colo, então pude ver que tinha melado minha bermuda de esmegma. Rapidamente cobri minha ereção e a mancha na minha bermuda com a mão, enquanto Mayana andava em direção à porta do meu quarto. Quando estava saindo, ela parou um pouco, olhou para mim com um sorriso safadinho e perguntou:
Mayana – “Você vai ver filme hoje de noite?”
Eu – “Não sei…”
Mayana – “Se for, me chame para eu ver também!”
Eu – “Tá certo!”
Fiquei pensando: ‘A safada está sentindo meu pau duro na bunda dela e está gostando, é?’ Resolvi testar, mas com jeito para não arrumar um escândalo caso eu estivesse errado. Esperei alguns minutos depois de Mayana ter saído do meu quarto, e fui para o banheiro trocar a bermuda e bater uma para me aliviar. Mas o banheiro estava ocupado! Mayana tinha de usar o banheiro logo agora! Fui então para o banheiro da suíte de nossos pais. Imaginei que ela poderia estar fazendo a mesma coisa que eu, lá no outro banheiro! Essa idéia me deu mais tesão ainda!
À noite, depois que meus pais foram para o quarto deles, eu vesti a bermuda de tecido mais fino que tinha, sem cueca, e fiquei observando a luz que saía por baixo da porta do quarto de meus pais, até ela se apagar, indicando que eles tinham ido dormir. Esperei por mais quinze minutos e fui bater na porta do quarto de Mayana: Toque, toque.
Eu – “Mayana, você está acordada?”
Mayana – “Estou. Pode entrar.”
Abri a porta e entrei. Ela estava deitada, coberta até a cintura, e lendo uma revista. Falei:
Eu – “É que eu resolvi ver um filme. Você vem também?” Ela deu um sorrisinho malicioso e disse:
Mayana – “Vou sim. Vá na frente!”
Fui para a sala. Meu pau já duro. Liguei a TV, sentei no sofá, meti a mão dentro da bermuda e posicionei meu pau para cima, de modo que ele ficou encostado em minha barriga. Fiquei esperando por Mayana.

Em poucos minutos ela apareceu, com um sorrisinho malicioso na cara e vestida com uma camisolinha azul, curtinha. A bunda quase toda de fora. Dava para eu ver o fio dental que ela estava usando.
Eu sorri, me recostei no sofá e fiquei olhando para ela. Ela ainda sorrindo olhou para o volume do meu pênis, depois virou-se de costas para mim, e sentou lentamente no meu colo. Repousando sua bunda carnuda bem em cima do volume do meu cacete. Que sensação boa! Logo após sentar, ela ergueu e abaixou de novo a bunda algumas vezes no meu colo, procurando se acomodar. Acho que ela estranhou a posição de minha pica. Até que após dar uma empinada para trás com a bunda, que fez o volume de meu pau entrar um pouco no seu rego, ela se deu por satisfeita e se recostou no meu peito. Abracei-a pela cintura, enquanto meu pau latejava espremido entre as bandas de sua bunda.
Ficamos assistindo TV assim por vários minutos. de vez em quando ela remexia a bunda em meu colo. Meu cacete estava super duro e bem apertado contra o rego de Mayana. Eu pensava: ‘É impossível que ela não esteja sentindo!’ Então resolvi fazer uns “testes”, mas com cuidado.
Primeiro eu dei um beijinho em seu pescoço, e falei em seu ouvido: “Minha irmãzinha linda!” Enquanto a apertava num abraço bem forte, fazendo sua bundinha ficar ainda mais espremida contra minha pica. Ela gemeu um pouco: “Ãnhe Marquinho!” Depois olhou para mim, deu um sorriso malicioso e voltou a olhar para a TV. Algum tempo depois, ela remexeu a bunda de novo. Eu então repeti tudo, só que dessa vez eu disse: “Minha irmãzinha querida!” E enquanto a abraçava bem apertado, empinei minha pica para cima da bunda dela. Deu para sentir que o volume do pau entrou mais um pouco no reguinho dela. Mayana deu outro gemidinho: “Ãnhe Marquinho! Você hoje, hein!” Mas disse isso sorrindo. Assistimos ao resto do filme assim, com meu cacete bem encaixadinho em seu rego. Quando o filme acabou, ela se levantou de meu colo e se virou para mim muito depressa, vindo beijar o meu rosto enquanto dizia:
Mayana – “Boa noite, Assanhado!”
Notei que tinha melado minha bermuda de esmegma outra vez, mas não tive tempo de esconder a mancha. Acho que Mayana viu também. Mas ela não disse nada. E eu respondi:
Eu – “Boa noite, lindinha!”
Esperei Mayana entrar no quarto dela, e fui para o banheiro bater uma punheta em sua homenagem.
Na tarde seguinte, estava no meu quarto sentado em frente ao computador, usando uma bermuda de tecido fino e sem cueca, na esperança de que Mayana viesse de novo ler seus e-mails no meu computador, quando ouvi o som horrível das músicas das bandas que ela gostava. Saí do quarto e fui espiar. A porta do quarto dela estava entreaberta e pude vê-la com um top preto e um short cinza, dançando as coreografias sensuais das dançarinas da banda.

Entrei devagar em seu quarto e fiquei apreciando aquela bunda carnuda balançando. Em poucos minutos ela percebeu minha presença, e ainda dançando perguntou:
Mayana – “O que é que você está fazendo aí?”
Eu, sorrindo – “Nada. Só vendo você dançar…”
Ela sorriu e continuou dançando. Agora sempre empinando a bunda em minha direção. Uma hora empinou a bunda para trás, e veio andando de ré, tremendo as carnes da bundinha, até bater em mim com a bunda, então se afastou. Eu só olhando e sorrindo… meu pau começando a ficar duro quando notei que seu short aos poucos entrava mais e mais em seu reguinho. Então ela falou:
Mayana – “Dance comigo!”
Eu – “Não sei dançar esse negócio, não.”
E ela veio de novo de ré, tremendo a bundinha, para dar nova trombada em mim. Quando ela chegou perto, dei um beliscão na polpa da bunda que estava para fora do short. Mayana deu um gritinho e um pulinho se afastando de mim, e se virou de frente para mim enquanto ria. Ela continuou a dançar e a empinar a bunda em minha direção. E mais uma vez veio de ré tremendo a bundinha. Novamente dei um beliscão na carne exposta de sua bunda. Desta vez ela só gemeu:
Mayana – “Ãnhe!” E continuou rebolando pertinho de mim. Comecei a alisar sua bunda, e ela deixou… Então perguntei:
Eu – “Você não quer ler seus e-mails em meu computador hoje, não?”
Mayana, dando um sorrisinho malicioso – “Quero sim! Vá na frente que eu já vou!”
Fui para meu quarto já com uma grande ereção. Sentei junto ao computador e fiquei esperando por ela. Em pouco tempo ela entrou no meu quarto com um sorriso malicioso na cara, e quando se virou para fechar a porta, pude ver que seu shortinho estava bem mais enfiado no rego do que quando eu a tinha visto dançando em seu quarto! Pensei: ‘A safada deve ter puxado bem o shortinho para cima!’
Ela veio andando depressinha para minha frente, e foi sentando no meu colo empinando bem a bunda para trás. Eu tinha puxado meu pau para trás, de modo que ficasse encostado em minha barriga, mas por causa de minha ereção, ele estava levantado, formando um ângulo de uns 45 graus em relação à minha barriga. Só quando a bunda dela o forçou para baixo é que meu pau voltou a ficar encostado em meu corpo.
Mayana ficou vendo seus e-mails, e de vez em quando remexia a bunda no meu colo. Em certo momento eu a abracei apertado por trás, e empinei meu pau de encontro a sua bunda, fazendo-o entrar mais um pouco em seu reguinho. Mayana gemeu e protestou, mas fez isso sorrindo – “Ãnhe, Marquinho! Aquiete!” Meu pau latejava preso em seu rego, e eu sentia suas carnes contraírem de tempos em tempos. Nesse dia ela não demorou muito no meu colo. Em menos de trinta minutos se levantou agradecendo:
Mayana – “Obrigada, irmãozinho querido!” Mesmo tendo demorado pouco, a estimulação foi suficiente para eu melar minha bermuda outra vez.
Esperei uns dois minutos após ela sair do meu quarto, e fui bater uma punheta no banheiro e trocar de bermuda. Mas de novo Mayana já tinha ocupado o banheiro. Usei então o banheiro da suíte de meus pais.
Mais tarde quando meus pais chegaram, minha mãe nos disse que Rita, nossa empregada, tinha avisado que no dia seguinte trabalharia só até às 10:00h porque teria de fazer um exame médico. Sendo assim, minha mãe já tinha encomendado um almoço que seria entregue às 13:00h. E que eu ou Mayana deveria prestar a atenção para receber o almoço e pagar com o dinheiro que ela deixou na estante da sala.
Naquela noite meu pai ficou vendo TV até mais tarde, o que frustrou meus planos para ver outro filme com Mayana. Quando ele finalmente foi dormir já passava da meia-noite. Mesmo assim, cheio de tesão, bati na porta de Mayana, mas não tive resposta, então voltei para meu quarto e fui dormir.
No dia seguinte, ainda no colégio, estava ansioso para voltar para casa e ficar a tarde toda sozinho em casa com Mayana!
Já em casa, eu recebi e paguei o almoço, nós almoçamos e depois tomei um banho e fiquei junto ao computador no meu quarto, esperando que Mayana viesse ver seus e-mails. Claro que coloquei uma bermuda fina, sem cueca por baixo. Eu já estava impaciente, pensando em levantar e ir provocar Mayana para ver seus e-mails no meu computador quando ela bate na minha porta:
Mayana – “Marquinho, posso entrar?”
Eu – “Entre!”

Mayana entrou enrolada numa toalha. Parecia ter acabado de sair do banho. Ela disse:
Mayana – “Posso olhar meus e-mails no seu computador, rapidinho?”
Fiquei decepcionado, porque esperava que ela estivesse com um shortinho bem enfiado na bundinha na hora que viesse sentar no meu colo. Com essa toalha grossa no caminho, minha rola não entraria no reguinho dela. Numa tentativa de salvar a situação, eu disse:
Eu – “Claro que pode May! Mas você não prefere vestir uma roupa primeiro?”
Mayana – “Não. Vai ser rapidinho!” E ela se aproximou, ficando em minha frente, e começou a se abaixar para sentar no meu colo. Foi aí que a toalha se soltou e caiu no chão. Ela disse:
Mayana – “Droga! Aah, eu pego depois!”

Ela usava uma calcinha fio dental e um sutiã pretos por baixo da toalha. E sentou assim, bem em cima do meu cacete. Meu pau começou a endurecer no mesmo instante. Ela remexeu bastante a bunda no meu colo, tentando se acomodar. A cada remexida meu cacete afundava mais em seu reguinho apertado. Eu podia sentir claramente a pressão de suas carnes firmes e o calor de seu rego. Meu pau ficou bem duro e latejando. Ela se reclinava para frente para ler algum e-mail, enquanto empinava a bunda bojuda para trás, depois voltava à posição normal. Isso estimulava meu cacete ainda mais. Depois de cinco minutos, eu já estava melando minha bermuda de esmegma. Mais alguns minutos, e melava também a bunda de Mayana…
De repente, Mayana se levantou de meu colo dizendo:
Mayana – “O que é isso, molhando minha bunda?!”
Ela olhou para o meu colo, e eu não tive como esconder aquela monstruosa ereção, e a enorme mancha de esmegma em minha bermuda.
Olhando para minha ereção ela perguntou com um sorriso malicioso:
Mayana – “Que mancha é essa em sua bermuda?!”
Eu – “É…”
Mayana – “Você gozou nas calças?!”
Eu – “Não! Isso é só esmegma…”
Mayana – “Você é safado, Marquinho!! E tarado!! Está o tempo todo de pau duro, e agora goza nas calças com a própria irmã!!” Ela continuava me olhando com um sorriso malicioso. Eu respondi:
Eu – “Já lhe disse, isso não é gozo, é só esmegma! Você tem a bunda muito gostosa! Ficou esfregando em mim, aí não deu para evitar, escorreu esmegma, é normal…”
Mayana em tom de desdém – “Normal… Você é safado!”
Eu – “Não é nada disso. É que sua bunda é muito gostosa!”
Mayana deu um sorriso safadinho, e empinando a bunda em minha direção, perguntou:
Mayana – “Minha bunda é gostosa, é?”
Eu – “É sim! É a mais gostosa que eu já vi!”
Mayana – “Mesmo sendo a bunda de sua irmã?”
Eu – “Mesmo assim! É a bunda mais gostosa que eu já vi!”
Mayana deu uma risadinha e continuou – “KKKK, eu tenho a bunda mais gostosa de Salvador, é?” E remexeu a bundinha…
Eu – “É! Você tem a bunda mais gostosa do mundo! Ela é irresistível!”
Mayana – “KKKK, minha bunda é irresistível, é?” Agora ela virou totalmente de costas para mim, apoiou as mãos nos joelhos, empinou a bunda na minha direção, e ficou rebolando, enquanto me olhava por cima do ombro.
Com os olhos vidrados em sua bunda, me levantei da cadeira e a agarrei por trás, segurando em seus quadris e roçando o volume do meu cacete no seu rego, num movimento de vaivém, enquanto respondia:
Eu – “É, sim! Sua bunda é irresistível!”
A medida que eu roçava em sua bunda, meu cacete afundava em seu reguinho apertado. Mayana deixava e dava uma risadinha… Tomado pelo tesão, abaixei minha bermuda colocando meu pau para fora, e voltei a roçar naquela bunda carnuda. Ao sentir o contato quente de minha pica nas carnes de sua bunda, Mayana se esticou toda, tentando afastar a bunda de meu cacete, mas eu continuei puxando seu corpo de encontro ao meu, pelos seus quadris. Ela esboçou um protesto tímido, dizendo:
Mayana – “Que safado!” Mas voltou a se inclinar para frente, colocando as mãos nos joelhos de novo, e empinando a bunda para mim. Rocei mais um pouco, e então, rapidamente abaixei sua calcinha até o meio das coxas, e encaixei a rola em seu rego de novo. Notei que sua calcinha estava molhada. Ela soltou um gemido:

Mayana – “Ãnhe, safado!” E eu comecei a acelerar os movimentos de vaivém. Minha pica entrava fundo em seu rego, e minhas virilhas batiam com força nas bandas de sua bunda, balançando todo seu corpo. Minha respiração estava ofegante. Mayana gemia e me pedia calma:
Mayana – “Ãnhe, ãnhe, ãnhe, calma Marquinho! ãnhe, calma!”
Meu esmegma lambuzava o rego de Mayana facilitando o deslizar de meu pau entre suas carnes. Até que gozei forte! Os jatos de esperma acertaram as costas e a bunda de Mayana, deixando-a bem meladinha.
Ofegante e ainda um pouco zonzo pelo gozo intenso, soltei Mayana, que levantava a calcinha enquanto reclamava:
Mayana – “Você me melecou toda, seu tarado! Ai que nojo!!!” Antes que eu pudesse dizer alguma coisa, ela pegou a toalha do chão, e saiu depressa de meu quarto, se trancando no banheiro.
Quando me refiz, fiquei com medo. Pensei: ‘Que merda! Perdi o controle, e agora Mayana está zangada comigo, e ela vai contar tudo para meu pai e minha mãe, e vai ser uma merda só! Tenho de ir pedir desculpas para ela!”
Fui tomar banho no banheiro da suíte, porque Mayana ainda estava no banheiro social. Quando saí do banho, ela estava fechada em seu quarto.
Bati na porta e falei:
Eu – “Mayana! Preciso falar com você…”
Mayana – “Não quero falar com você, não!”
Eu – “Mayana! Preciso falar com você. É sério! Vou entar…” Esperei um pouco, e como ela não respondeu, entrei. Ela estava deitada na cama de barriga para cima, lendo uma revista. Estava vestida com um top branco e um short bege, e ignorava a minha presença. Fiquei em pé ao lado de sua cama e comecei:
Eu – “Me desculpe May! Não queria ter feito isso… mas eu sou homem de carne e osso, e sua bunda é gostosa demais…” Notei um sorrisinho em seu rosto, que ela tentava esconder. Prossegui:
Eu – “Você ficou só de calcinha, rebolando essa bunda maravilhosa na minha cara. Eu fiquei doido, perdi o controle, mas a culpa é sua por ficar exibindo essa bunda irresistível bem na minha cara!”
Ela abaixou a revista, e dando um sorriso safadinho, olhou para mim, e falou:
Mayana – “Minha bunda lhe deixa doido, é? Ela é mesmo irresistível?”
Eu – “É!” Ela então abaixou o short, virou-se de costas para cima na cama e com um sorriso safadinho disse:
Mayana – “Quer fazer de novo?” Respondi rápido:
Eu – “Quero!”
Ela então terminou de tirar o short e a calcinha, empinou a bunda para cima e abriu as bandas para mim. Foi tesão instantâneo! Meu pau ficou super duro no mesmo instante. Abaixei depressa minha bermuda e minha cueca, e fui para cima dela na cama. Pela primeira vez pude ver de perto o cuzinho de Mayana. No meu quarto foi muito rápido, não pude apreciar direito, mas agora com ela abrindo a bunda para mim, pude contemplar aquela maravilha em seus detalhes! As preguinhas bem apertadinhas, o reguinho suado, e aquela área escurinha ao redor do cuzinho! Essa visão aumentou meu tesão ainda mais! Encaixei minha pica bem fundo em seu rego. Minha uretra inchada ficou bem apertada contra seu cuzinho. Mayana soltou as bandas da bunda que se fecharam, prendendo meu cacete naquele rego quente. Comecei a roçar, para frente e para trás, e Mayana começou a gemer:
Mayana – “Ãnhe… ãnhe… vá devagar, Marquinho!”
Eu – “Sssshh ahh, eu vou devagar, sssshh…” Continuei roçando no reguinho de Mayana, e a sensação era ainda melhor nessa posição. O peso do meu corpo ajudava a ficar com a pica bem socada no reguinho dela, e as carnes de sua bunda faziam uma pressão deliciosa em minhas virilhas! Em poucos minutos meu esmegma já estava melando a bunda de Mayana, e ela falou:
Mayana – “Ãnhe… quando for gozar, bote a cabeça no meu reguinho, para não me melecar toda de novo, ouviu?”
Eu – “Ssssh ahh, ssh ahh, sim!” Rocei por mais alguns minutos, e essa encoxada foi a coisa mais gostosa que eu tinha experimentado até então! Quando senti que iria gozar, fiz como prometido, puxei a pica até que a cabeça ficasse completamente presa entre as bandas de sua bunda, e gozei em seu reguinho. Mas o gozo foi muito forte, e meu esperma esguichou pela parte de cima do reguinho dela melando suas costas de novo, e por baixo, banhando sua xoxotinha com meu esperma, que ainda formou uma poça sobre a colcha de sua cama. Mayana esperneou e gritou, enquanto eu saia de cima dela, virando para o lado:
Mayana – “Que porra, Marquinho! Você me melecou toda de novo!!” Eu ofegante, não disse nada. Mayana raspou meu esperma de sua bocetinha com dois dedos, e os aproximou do nariz, enquanto cheirava e fazia uma cara de nojo:
Mayana – “Ai que nojo!! Você é um safado galão, Marquinho! Você me galou toda de novo! E olhe para isso!! Melou minha cama também!!”
Ela foi até o banheiro pegou uma toalha e limpou a colcha da cama, e de cara feia foi tomar outro banho. Fiquei sem saber o que pensar. Ela está gostando, mas dá um chilique toda vez que a melo de esperma…
Fiquei deitado em sua cama esperando que ela voltasse. O que aconteceu depois de uns dez minutos. Ela entrou sorrindo e falando:
Mayana – “Você é muito galão, Marquinho! Tem de dar um jeito nisso!”
Eu – “É que sua bunda é gostosa demais May, me faz gozar muito!”
Mayana – “Ah tá! A culpa é de minha bunda agora! Você é que é muito galão!”
Eu – “Da próxima vez eu podia gozar dentro de seu cuzinho! Eu botava só a cabecinha para dentro, e gozava. Assim não ia melecar você!”
Mayana em tom de desdém – “Cabecinha… Sua rola tem é um cabeção! Se você meter isso no meu cuzinho vai doer!”
Eu – “Não vai doer tanto assim, não! Minha rola é de carne, é maleável, não é de ferro! Quando eu botar no seu cuzinho, ele vai apertar a cabeça de minha rola e ela vai ficar menor! Não tem osso, é maleável! E a gente vai usar algum lubrificante para entrar mais fácil!”
Mayana deu um sorrisinho safado e disse:
Mayana – “Vou pensar! Você é tão safado, Marquinho! Agora quer gozar no meu cuzinho!”
Ela então saiu do quarto rebolando sua linda bundinha. Foi então que reparei que ela estava usando um shortinho preto, e o tinha deixado bem metidinho no rego. A safada devia ter trocado de short na última vez que foi tomar banho para se limpar de meu esperma. Deixou de lado o short bege, mais comportado, que cobria a bunda toda, e tinha colocado esse pequenininho! Só podia ser para me provocar!

Fui atrás dela, e a encontrei na cozinha preparando um sanduíche. Me aproximei e comecei a alisar a carne exposta de sua bundinha. Mayana deixou, e ainda empinou um pouco a bunda. Ela deu uma risadinha e falou:
Mayana – “Você é um tarado, Marquinho! Não me diga que já está querendo botar na minha bunda de novo!” Dei um sorrisinho e respondi:
Eu – “Estou sim! Você tem uma bunda tão gostosa, fico com tesão toda vez que vejo essa maravilha!” Ela deu outra risadinha e emendou:
Mayana – “Tá certo, se você quer então eu deixo! Você é tão safado, Marquinho! Não pensei que você fosse assim!”
Eu – “Não sou tão safado assim, não. Sua bunda é que é gostosa demais!”
Mayana – “He, he, he… Tá certo! Deixe eu terminar minha merenda que eu deixo você aproveitar mais um pouquinho de minha bunda gostosa!”
Fiquei apalpando aquela bunda polpuda enquanto ela comia seu lanche. Minha ereção aumentando… Uma hora eu sugeri:
Eu – “Já estou de pau duro, por que você não chupa meu pau um pouquinho?” A reação dela me decepcionou:
Mayana – “Não vou chupar nada! Vá tirando essas idéias da cabeça. É só para você roçar na minha bunda e mais nada!” Sem insistir, continuei alisando sua bunda. Em certo momento Mayana falou:
Mayana – “E vá logo pensando no que você vai fazer para não me melecar toda de novo!” Então eu respondi:
Eu – “Eu já lhe disse, vou gozar dentro de seu cuzinho. Vou até pegar um pouco de manteiga agora mesmo!” Peguei um pouco de manteiga com uma colher de sopa, e mostrei para Mayana, dizendo:
Eu – “Já está aqui!” Poucos minutos depois, com um sorriso malicioso na cara e olhando para minha evidente ereção, ela disse:
Mayana – “Bora, safado!” E rebolando exageradamente, caminhou para seu quarto. Eu a segui de perto. Já no quarto, ela tirou toda a roupa e se deitou na cama de costas para cima, tomando o cuidado de esticar uma toalha embaixo dela. Abriu as bandas da bunda, e empinou a bunda para cima, enquanto sorria de uma forma safada. Retirei minha bermuda e minha cueca, fazendo meu pau ereto saltar para fora, e comecei a espalhar manteiga no cuzinho de Mayana. Ela começou a gemer:
Mayana – “Ãnhe…. unhe…” Eu enfiava um pouco o dedo em seu ânus para espalhar a manteiga um pouco do lado de dentro também. Depois lambuzei de manteiga toda a cabeça de meu cacete e comecei a pressioná-la contra o cu de Mayana. Ela protestou:
Mayana – “Ãnhe, o que você está fazendo?! Não é para meter no meu cu, é só para roçar no meu reguinho!” E eu expliquei:
Eu – “Quando eu for gozar, vou ter de meter rápido no seu cuzinho. Se eu não preparar seu cuzinho agora, na hora vai doer…” Ela se convenceu:
Mayana – “Então tá…” Continuei forçando a cabeça de meu pênis naquele cuzinho apertado, até que ele começou a ceder, e a cabeça foi afundando… Mayana gemia mais:
Mayana – “Aaaiii!! Ãnhe… devagar… aaaaiiii!! Marquinho! ãnhe… aaaaaaiiii!!!!” E a cabeça entrou toda. Que sensação boa! O cu dela era tão quente que a manteiga tinha derretido bastante! Comecei a meter e a tirar a cabeça em seu cu. Cada vez que a cabeça entrava eu forçava um pouquinho mais para dentro do cu de minha irmãzinha. Ela só gemendo:
Mayana – “Ãnheee… aiii!! Ãnhe… devagar… aaiiii… aii! Tire essa pica de meu cu, Marquinho!” Tirei. Encaixei-a em seu rego, deitei-me sobre seu corpo, e comecei o movimento de vaivém.
Eu – “SShh, ahh, shh, ahh…”
Mayana – “Ãnhe, unhe, ai… ãnhe, unhe seu roludo!”
Eu – “Shh, ahh… Está sentindo minha pica na sua bunda, está?”
Mayana – “Ãnhe… Tô, seu safado roludo! Ãnhe que rola gostosa!”
Eu – “Shh… Minha rola é gostosa, é? Safada!”
Mayana – “Unhe… É, sim seu safado! Ãnhe! Safado! Tarado pela bunda da irmã!!”
Mayana empinava a bunda para cima, aumentando a pressão de suas carnes em minhas virilhas e o atrito de minha uretra em seu cu.
Eu – “SShh, ahh, shh, ahh… Que bunda gostosa! SShh, ahh, shh, ahh, vou gozar! Abra a bunda!” Mayana abriu as bandas da bunda, e eu encaixei logo a cabeça de minha pica em seu cu. Meti a cabeça em duas estocadas. Mayana gemeu alto:
Mayana – “AAAIII!!!” Enfiei mais fundo em seu cu fazendo Mayana contrair o rosto e gemer ainda mais alto:

Mayana – “ÃÃNNHHEEEEE!!!” E gozei forte dentro de seu cu, com metade de minha pica do lado de dentro. Despejei jatos e mais jatos de esperma denso e gosmento nas paredes de seu intestino. O corpo de Mayana se estremecia todo embaixo de mim enquanto ela gemia:
Mayana – “Ãnhe… ãnhe…. aaaii meu cu! Ãnhe…” Terminei de ejacular e desabei em cima dela. Meu pau ainda dentro de seu cu. Nossas respirações aceleradas. Ainda ofegante vejo Mayana virar o rosto um pouco para trás para olhar para mim, e com um sorrisinho malicioso falar:
Mayana – “Tô sentindo sua gala quente dentro do meu cu! É tão esquisito!”
Eu – “É gostoso?”
Mayana – “É esquisito! Mas não é ruim, não.”
Eu – “Está vendo que eu tinha razão! Gozando dentro de seu cu não lhe melecou toda…”
Mayana – “É, mas doeu!”
Eu – “Só um pouco…”
Mayana – “Não. Doeu muito!”
Eu – “Quer dizer que da próxima vez você não vai deixar eu gozar em seu cu?”
Mayana, dando um sorrisinho malicioso – “Vou pensar…” Virei para o lado, saindo de cima dela e fazendo minha pica sair de seu cu. Ela soltou um gemidinho:
Mayana – “Unhe… Foi gostoso gozar no meu cu?”
Eu – “Gostoso demais!!!”
Mayana – “He, he, he… Você é um galão safado! Meu cu está cheio de gala!”
Depois disso, voltamos aos nossos afazeres habituais, e naquela noite, planejei assistir a outro filme com Mayana. Após me certificar de que meus pais já dormiam, fui bater na porta do quarto de Mayana, usando apenas uma bermuda fina. Após bater na porta, perguntei:
Eu – “Mayana! Você está acordada?”
Mayana – “Entre!”
Entrei no quarto e encontrei Mayana deitada na cama coberta até o pescoço.
Eu – “Eu vou ver um filme na TV, você vem também?” Com um sorriso no rosto ela disse:
Mayana – “Feche a porta e tranque!”
Fiz o que ela pediu, e quando me virei de frente para ela de novo, a vi deitada na cama de costas para cima, tirando a calcinha. A camisola ela já tinha tirado! Ela abriu as bandas da bunda, e com um aceno de cabeça disse:
Mayana – “Tem manteiga ali!” Olhei para onde ela apontou, e vi uma colher de sopa com uma porção de manteiga. Não perdi tempo e removi minha bermuda. Meu pau já estava ereto de novo. Peguei a manteiga e lambuzei a cabeça de minha pica, em seguida subi na cama, e comecei a espalhar a manteiga no cuzinho de Mayana. Ela sorria e gemia baixinho. Quando seu cuzinho estava bem lubrificado, comecei a forçar minha pica na entrada… Mayana empinava a bunda e gemia baixinho. Em pouco tempo a cabeça de meu pau entrou, e ela deu um gemido mais longo:
Mayana – “Ããnnhheeeee…” Iniciei lentamente o movimento de vaivém, tirando e metendo a cabeça da pica em seu cuzinho. Cada vez que metia eu forçava a pica um pouco mais fundo no cu de Mayana. Ela gemia e deixava. Como ela não disse para eu parar, continuei metendo, e minha pica já entrava até a metade em seu cu. Mayana apertava os olhos e gemia. Continuei tentando meter mais fundo, e Mayana passou a morder o lençol para abafar seus gemidos. Continuei metendo até que minha pica entrou completamente no cu de minha irmãzinha. Eu apertava meus ovos contra sua boceta, e amassava as carnes de sua bunda com as minhas virilhas à medida que eu tentava enfiar a pica ainda mais fundo em seu cu quente. Com os olhos apertados, Mayana gemia, ainda mordendo o lençol:
Mayana – “Ãnhee, ãnhe, ãnhe, aiii, ãnheee…” Eu sentia seu furico contraindo e relaxando ritmicamente, enquanto fodia seu cu apertado. Fodi bastante, com penetrações beeeem profundas! A sensação era indescritível, seu cu era super apertado comprimia meu pau em toda sua extensão, e era também muito quente, parecia que ela tinha febre alta. Seu furico contraía várias vezes na base de minha pica, e as carnes firmes de sua bunda massageavam as minhas virilhas. Sua vozinha doce gemendo aumentava meu tesão, enquanto sua bocetinha com poucos pelinhos melava meu saco com sua abundante lubrificação natural. Mayana empinava a bunda para cima me ajudando a foder seu cu, e em menos de quinze minutos, atingi o orgasmo mais intenso que eu já tinha experimentado, inundando o cuzinho de Mayana com meu esperma pela segunda vez. Gozei até a última gota com meu pau completamente enterrado no cu de Mayana. E quando terminei, continuei deitado sobre ela, dando-lhe beijinhos. Ela virou o rosto suadinho para o lado, e sorrindo falou:
Mayana – “Ãnhe que gostoso, Marquinho! Você comeu meu cu, seu safado!”
Eu – “E estava gostoso demais!”
Mayana – “Entrou tudo, não foi?”
Eu – “Tudinho, até o talo!”
Mayana – “He, he, he…”
E foi assim que começou…

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