Crente, casada, grávida e carente!

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Este conto é real, aconteceu quando eu tinha dezoito anos, sempre me excito com os contos daqui, principalmente os que falam de traição, acho excitante pra cacete esse tema, o conto que segue é de quando eu fodi com a mulher de um conhecido, o casal era evangélico, e a mulher estava grávida!

Sabrina era uma adolescente muito lindinha com dezesseis anos vivia com a mãe e mais duas irmãs, a irmã mais velha já havia se casado, e, conseqüentemente não morava mais com a mãe, Sabrina, sua mãe e as irmãs eram evangélicas, por imposição da mãe, que era muito respeitada no meio evangélico, cobrava muito das filhas, e tentava a todo custo casá-las na igreja, dizia que não queria ver as filhas sofrendo e sendo “abusadas” por homens, muitos anos depois descobri que sua mãe, antes de se converter ao evangelho, já havia curtido muito, gostava muito de sacanagem, já havia sido prostituta, e gostava da putaria.

Minha mãe também era evangélica da mesma igreja que Dona Neusa, mãe de Sabrina, de tanto minha mãe insistir acabei por freqüentar sua igreja, e mais tarde me converter ao evangelho, assim conheci Sabrina, jovem, linda, simpática, quase perfeita; quase, pois tinha um noivo, e iria se casar, tornei-me amigo e confidente de Sabrina, com o tempo veio a confiança, e Sabrina confessou que iria se casar por imposição da mãe, pois não amava o noivo, este por sua vez extremamente apaixonado, construiu uma bonita casa para viver com Sabrina, esta me confessou que sua mãe a obrigaria a casar, pois ela perdera a virgindade com seu noivo, pois numa discussão com Dona Neusa, Sabrina foi chamada de “puta” por sua mãe, fato este que gerou rancor em Sabrina, então Sabrina disse: “então a senhora me chamará de puta com razão”, procurou seu noivo e fez sexo com o mesmo, perdendo assim sua virgindade. Dona Neusa ao saber disso quis casar a filha a todo custo com o noivo, nesta loucura toda a única voz da razão foi do padrasto de Sabrina, que ao saber que a enteada não amava o noivo fez uma reunião com ambos, perguntando se o noivo amava Sabrina e teve a resposta “sim”, ao perguntar se Sabrina amava o noivo a resposta foi “não”, então seu padrasto disse: “então o casamento está desmarcado”, para Sabrina foi um alívio, para seu noivo um sofrimento, pois além do sentimento não correspondido havia ainda a perda financeira, pois a casa construída foi em um terreno doado por Dona Neusa para sua filha, ou seja, mesmo sem haver casamento Sabrina ficaria com a casa. Dona Neusa ao saber do ocorrido teve um ataque de histeria “Sabrina, você quer me matar? O que irão dizer de mim? De nós? Tudo já pronto! E você faz isso? Por favor, minha filha, não me mate de vergonha!” Sabrina não suportou ver a velha puta daquele jeito e reatou o noivado, e, conseqüentemente o futuro casamento, para alegria, momentânea, do futuro corno.

Sabrina já estava com dezoito anos quando houve o casamento, Sabrina não estava nada feliz, e isso era perceptível a todos, Dona Neusa por sua vez estava radiante, parecia que quem iria entrar na pica era ela, eu a par de tudo, mas jovem e sem iniciativa nada fiz para evitar aquilo, pouco tempo depois Sabrina soube que estava grávida de uma das poucas e frígidas vezes que fizeram sexo, isso parecia que piorava a situação, Sabrina ficou mais triste ainda, Dona Neusa e o futuro corno eram só alegria.

Como disse, eu era seu confidente, e minha amizade dava um pouco de conforto a Sabrina, antes de me tornar evangélico eu me masturbava constantemente, várias vezes por dia, atualmente eu prefiro me masturbar estimulando a base do pênis contra minha mão, deitado de bruços, mas antigamente eu tocava a tradicional punheta, com movimentos rápidos e constantes, o que acredito, ajudou a desenvolver meu pênis que media cerca de 20 cm, não era exatamente um colosso, mas era bem maior que a média, hoje podem acreditar mede 18 cm, o que faz com que eu acredite mais na minha teoria do exercício peniano, que age como se fosse mais um músculo que, se exercitar desenvolve, se parar murcha.

Eu e Sabrina trocamos algumas carícias, e rolou alguns beijos, mas não passou disso, havia uma estória de se que um urubu cagasse em cima de um homem esse homem ficaria broxa, impotente, eu por ser respeitador (entenda-se por otário), as irmãs de Sabrina diziam que eu fora vitima de um urubu. Certa noite Sabrina começou a brincar dizendo “quer dizer que o urubu te acertou, não é”, “é ruim menina, tenho potência para dar e vender, quer ver?”

Sabrina deveria estar com seis meses de gravidez, com a barriguinha bem saliente, não sei bem como, mas fomos parar em sua casa, que estava bem escura, pois o maridinho, já prestes a ser corno de fato, havia ido para um culto, ao entrar em sua casa já agarrei Sabrina, fui beijando e acariciando, ela não ofereceu nenhuma resistência, pelo contrario, correspondia cada carícia, cada beijo, Comecei a sugar seus mamilos, minha mão desceu de encontro a sua xoxotinha com poucos pelos e bem molhada, pus meu dedo em seu grelinho e comecei uma siririca, Sabrina gemia, me beijava com uma vontade espantosa, parecia que iria me devorar. Comecei a baixar sua calcinha, que estava toda molhada, Sabrina estava de vestido, após tirar sua calcinha, deitei-a no chão da sala, abri suas pernas e meti a pica numa estocada só, Sabrina soltou um grito, parei assustado e perguntei se a havia machucado, Sabrina disse que não, deu um sorriso e disse para eu continuar, estava bem molhada, deslizante, mesmo assim apertada, eu metia com força e tesão que não consigo explicar, estava tão bom que derramei um rio de porra em Sabrina, pois havia muita, pois há um bom tempo que não me masturbava, cai para o lado sem ar, meio que passando mal, Sabrina, minha amiga, agora minha amante havia tirado meu “cabaço”, foi minha primeira vez, naquela noite, mais tarde o corninho procurou Sabrina, ela me contou que ele ao penetrá-la, viu sangue, e perguntou “meu amor eu te machuquei”, Sabrina apenas deu uma pista e disse “não, está tudo bem.” E sorriu, seu sorriso era de vingança, pois havia sido fodida por outro, se sentido assim vingada do agora corno, pois ela achava que ele, ao saber que ela não o amava, deveria não ter se casado com ela, pois ela se casara por imposição da mãe, Sabrina foi minha primeira mulher, devido ao conflito de consciência abandonei o evangelismo, Sabrina não, pois dizia que havia muita cobrança por parte de sua mãe e seu marido, continuamos a foder na minha casa, na sua casa e na casa de sua mãe, mesmo após o nascimento de seu filho, após isso Sabrina ficou grávida de mim, mas sofreu um aborto espontâneo, ao terminarmos nosso romance devido a eu ter me apaixonado e queria cobrar demais, nos afastamos durante certo tempo, nos tornamos apenas amigos, mas seu marido continuou a ser corno, pois Sabrina teve outros amantes depois de mim inclusive o próprio irmão do corninho.

Se gostarem do conto escreverei mais, de quando pus a irmã mais nova de Sabrina para pagar um boquete, e de outras vezes que eu fodi com mulheres de “amigos”, se algum corninho quiser ver sua mulherzinha sendo fodida, ou alguma putinha quiser cornear o maridinho, entre em contato [email protected]