Minha Ex Fodendo com um Garoto Escroto

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Na época tinha 21 anos. Depois de três anos sem se ver, minha turma do Cursinho resolveu se reunir em um bar, aproveitando o feriado prolongado. Ao entrar na faculdade, cada um foi pra um canto e só alguns mantiveram contato.
Naquela noite, eu também ia rever minha ex-namorada. Tinha ficado com ela dois anos e meio, mas como passamos em cursos de cidades diferentes, ficamos distantes e acabamos nos separando. Mas ainda era apaixonado por Ângela. E fiquei excitado em poder reencontrá-la e esperançoso de ficar com ela novamente.
Quando cheguei no bar, só ela tinha chegado. Estava mais linda do que nunca. Tinha vindo em um vestido branco, com um decote que deixava à mostra parte dos seus seios, pequenos, mas muito bem feitos. As costas nuas, as pernas lisinhas à mostra me deixaram ainda mais louco. Um ano mais velha que eu, aos 22 ela estava no auge. Era tipo mignon, tinha 1,63 de altura eseu corpo esguio ficava realçado naquele vestido. Começamos a conversar animadamente e vi que estava indo bem. Então começaram a chegar as outras pessoas.
O clima de confraternização estava ótimo, e eu ali investindo e atraindo a atenção dela. Mas aí aconteceu algo que me deixou bronqueado. Paulo, nosso amigo, havia chegado e trazido seu primo Fábio, um mala daqueles que realmente chateiam uma mesa. Tinha 18 anos, não estudava, e mesmo assim era metido, se achava o sabido e só falava bobagem. Os caras dificilmente o suportavam e as mulheres idem, já que nem bonito o cara era. Magrelo, não era alto (tinha 1,68) com espinhas e chato, não arranjava nenhuma namorada, apesar de viver contando vantagem.
Mas continuamos a conversa animadamente. O Fábio pouco se meteu nas conversas, o que foi um alívio para todos. Uma hora e meia depois, ele nos daria mais uma alegria dizendo que tinha que encontrar outros amigos e saiu da mesa. Fiquei até mais feliz naquela hora. Quando ele se levantou, vi que Ângela o observava saindo, até aí nada demais. Foi quando ela se virou para o Paulo e perguntou:
– Seu primo tá diferente…
– Como diferente?, perguntou Paulo.
– Ele tá mais másculo… Nossa, achei um gato…
Não acreditava que ela tinha dito aquilo. O cara era feio, um mala e ela sempre falava mal dele quando estávamos juntos. Até porque ele era quatro anos mais novo que ela e era um pirralho que, quando namorávamos, enchia nosso saco. Ângela o achava insuportável e nunca fez questão de esconder isso. Isso já me chateou o resto da noite e parecia que ela me dava menos atenção depois disso.
Todos combinamos de nos encontrar no dia seguinte na casa do Carlos, pra um churrasco com piscina. Cheguei e vi Ângela de biquini… Estava ainda mais gostosa do que na época em que namorávamos, corpo lisinho, bunda redondinha e aquela cinturinha que era uma delícia de agarrar com as duas mãos. A gente ficou na beira da piscina conversando e já estávamos ficando entusiasmados com a bebida, ela deixava eu passar a mão nas costas dela, nos abraçávamos lembrando histórias antigas.
Até que vi de longe Paulo junto com seu primo. “Caralho”, pensei, “o que esse filho da puta veio fazer aqui?”. Carlos, o anfitrião, conversava com os dois e eles foram se trocar pra vir à piscina. Quando estavam chegando, os dois só de sunga, quase tive um troço. O Fábio, aquele idiota, tinha um volume descomunal na sunga. Fiquei envergonhado, não sou dotado e pra mim era revoltante que aquele moleque tivesse um pau e um saco daquele tamanho.
Fábio e Paulo chegaram para cumprimentar eu e Ângela e reparei que ela olhou praquele volume. Diferente do dia anterior, cumprimentou Fábio de forma meiga, bem doce, abraçando aquele palhaço. Fiquei puto de ciúmes e comecei a beber mais. Chegou uma hora que não teve jeito, tive que ir ao banheiro.
Quando voltei, vi que Fábio estava sentado ao lado de Ângela, conversando e rindo com ela. Fiquei na dúvida se chegava ali ou não e acabei ficando em outra roda, mas sempre olhando os dois. Já meio alto, não conseguia conversar mais direito, estava furioso. O cara já começava a passar a mão no cabelo dela e eu já estava quase indo pra lá pra cortar o barato deles quando vi que Ângela se levantou pra ir no banheiro. Fiquei parado, sem saber pra onde ir, quando Fábio me viu e veio até mim.
– Você tá bem, Cadu?, perguntou dando risada, vendo que estava bem altinho já.
– Estou sim, respondi tentando demonstrar que estava sóbrio.
– É, Cadu… Tua ex-namorada tá ainda mais gostosa do que na época que vocês namoravam, hein?
Fiquei puto e não respondi nada. Ele riu e continuou falando.
– Na época que vocês namoravam e eu era pirralho, cansei de bater punheta pensando nela… Imaginava “porra, esse Cadu come bem”.
Ele falava e ria, eu fechava mais a cara.
– É… quando que ia pensar que ela ia dar mole pra mim. Tô tendo que me controlar pra não ficar de pau duro… Com essa sunga, é capaz do meu amigo aqui escapar.
Falava e gargalhava. Não aguentei e disse pra ele:
– Ela sempre te achou um imbecil. Dizia que você era feio e insuportável. Não vai querer nada com você.
Fábio gargalhou.
– É, ela me contou que não ia com a minha cara. Mas agora…
Nisso, Ângela estava voltando do banheiro. Fábio me largou e foi pra junto dela. Pegou na sua mão e os dois entraram na casa do Carlos. Já estava tonto e tive que sentar pra me recobrar de tudo aquilo que o Fábio tinha falado. Não conseguia mais pensar direito. Sentei e depois de uns dez minutos fui beber água. Um pouco recuperado, vi que os dois não tinham voltado. Fiquei puto e decidi ver onde estavam. Entrei na casa, que era enorme, e comecei a procurar.
Depois de vasculhar vários cômodos, vi uma porta semiaberta. Era o quatro do Carlos, achei que ele estava lá e ia perguntar se ele tinha visto a ângela. Mas, quando chego perto, começo a escutar:
– Isso, gostosa… Como vc chupa bem… Ahhhh…
Era a voz do Fábio. Meu coração disparou. Cheguei até perto da porta pra ver o que estava acontecendo. Quando olhei, vi Ângela sem a parte de cima do biquini chupando o pau de Fábio. Fiquei perplexo. Ela fazia com vontade e aquela cabeça enorme mal cabia na boca dela. Mas ela se esforçava, lambia, sugava o saco dele. Segurava firme, com uma ou duas mãos, já que o pinto dele deveria ter uns 24 cm. Ofegante, ela levantou e tirou a boca dele pra sussurrar:
– Nossa, nunca vi um desse. Que delícia, Fábio.
– É todo seu, putinha. Tava acostumada com aquele pau ridículo do Cadu, né?
Ela riu e concordou com a cabeça. Aquilo era humilhante demais. Sentei e comecei a chorar, quando percebi que agora ele fazia um oral nela. Ela gemia alto, chamava Fábio de cachorrão, gostoso, pauzudo… Olhei e ela se contorcia toda, segurando o canalha pelos cabelos. Até que ele chegou e falou pra ela:
– Hora de você conhecer um pau de verdade…
Ela abraçou Fábio e, beijando-o, perguntou:
– Não vai me machucar, amor…
-Você não tá molhadinha, tesuda?
Ângela respondeu gemendo:
– Encharcada.
Ele a agarrou e puxou pra si.
– Então vem!
O canalha atolou de uma só vez aquele mastro nela. O grito que ela deu teria chamado a atenção da casa toda, mas o pessoal já tava bêbado e o som muito alto. Ângela continuava gemendo alto, chorosa, suplicando “Devagar, devagar…”. Mas Fábio não estava nem aí e estocava forte. Não se passaram três minutos até ela dar um grito mais forte ainda que o primeiro. O animal até parou, assustado.
– O que foi, gostosa?
Ela completamente mole, quase desfalecida, abriu um sorriso pra ele e disse:
– Gozei gostoso, amor…
Fábio gargalhou e aí continuou metendo forte. “Pau de homem é outra coisa, né?”, perguntava rindo e metendo. O desgraçado parecia uma máquina. Fodia ela de todo jeito, só parou depois dela ter gozado umas cinco vezes. Fizeram papai-mamãe, frango assado, de quatro. Ele a xingava, chamava de puta, cadela, safada e ela se submetia àquele pirralho.
Depois de uns quarenta minutos, ele tirou o rolão dela e a chamou:
– Aqui, cadela. Me faz gozar com a boca.
Ela foi como uma cachorrinha. Chupou até o cara explodir de gozo na boca dela. Ela tentava beber toda a porra dele, e nunca tinha feito aquilo comigo, dizia que tinha nojo. O cara mandava limpar com a língua e ela lá, servindo aquele pivete escroto.
Quando terminou, Fábio mandou que Ângela lavasse a boca, ela foi e voltou pra cama. Ficaram ali se beijando nus durante um tempo.
– Gostou de dar pra um macho de verdade?, perguntou Fábio com aquele jeito metido.
– Adorei… respondeu ângela o beijando – Acho que estou apaixonada, lindo.
Beijaram-se aidna mais um tempo até que ela dormiu em cima dele. Fábio a colocou na cama e se levantou. Nesse momento, saí pra não ser pego e corri pra baixo.
Fiquei sentado quando, logo depois, aparece o Fábio. Ele chega perto de onde estão Carlos e Paulo conversando, fala alguma coisa e os dois o cumprimentam gritando “boa, garoto!”. Paulo vira pra Carlos e grita: “não falei que ele conseguia?”.
Aquilo foi demais. Fui ao banheiro e fiquei. Adormeci ali e acordei depois de mais ou menos uma meia hora. Quando saí, resolvi ir embora pra sair logo daquele lugar. Quando estava saindo ainda vi Fábio e Ângela dando amassos na frente de todo mundo. Ela já não tinha vergonha de ficar com um moleque mais novo na frente dos outros. Perto da porta, sinto alguém tocar no meu ombro.
– Peraí, Cadu.
Olho pra trás e era o escroto do Fábio rindo.
– Calma, você já aproveitou. Agora é minha vez… Não fique chateado, toma um presente pra você ver em casa.
Estendeu a mão e me deu um DVD. Nem olhei pra cara dele e fui pra casa. À noite, não conseguia dormir pensando naquele dia. Foi quando me deu curiosidade de saber o que tinha naquele DVD. Liguei a TV do meu quarto, coloquei e comecei a ver.
Fiquei boquiaberto. O escroto tinha filmado tudo. Combinou com o Carlos e pôs uma câmera no quarto dele. O pior é que tinha som. Tava lá o cara tirando sarro de mim, todos aqueles xingamentos. Mais tarde, o vídeo acabou indo pela internet e o pior é que Ângela achou que todo mundo, até eu, estava envolvido naquela armação. Mesmo assim, fiquei sabendo que ela ainda ficou com o Fábio outras vezes. Ele tirava sarro com os amigos dele, dizendo que ela tinha ficado apaixonada. A fama do cara se espalhou e ele começou a ficar com um monte de garotas, doidas pra provar aquele colosso.
Meses depois, encontrei Fábio na rua, ele me parou, cumprimentou e me disse:
– É, Cadu. Agora quem bate punheta é você…
Riu e saiu andando. Pior que, com o passar do tempo, vendo o vídeo de novo realmente comecei a ficar excitado. Várias vezes bati punheta vendo os dois. Foi o que restou de consolo…