TRANSEI COM UM PRESO DENTRO DA CADEIA

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Minha historia é incrivel, na verdade sou uma mulher ativa sexualmente, mesmo sendo casada eu procurei me satisfazer de varias maneiras e com varios homens em diferentes ocasiões, mas o que eu vou relatar foi a melhor transa que já tive e é veridico só não vou dizer a cidade onde aconteceu porque alguem poderia ler esse relato e ligar fatos a pessoas.
Vou me descrever, sou descendente de alemães, sou loira mas não sou loira do tipo branquela, sou uma mulher alta e grande tenho um corpo proporcional a minha altura, não sou nenhuma mulher do tipo mignon, mas não tenho o corpo feio, e eu tenho minhas fantasias sexuais, com o tempo o casamento vai se tornando rotina e eu não gosto desse tipo de rotina, sexo em casa parece que faltava alguma coisa, apesar deu eu me permitir tudo com o maridão.. eu queria era ser comida por um macho de verdade, um macho que me fizesse virar os olhos alguem que me comesse por frente por traz, que me fizesse subir as paredes, mas meu marido quando terminava ele se virava e dormia, eu quase sempre saia meio frustrada, eu amo meu marido, mas apesar de amar eu quria experimentar sensações novas

como eu moro numa cidade de porte medio no interior, na minha cidade tenho que me comportar porque tenho medo que alguem me reconheça, então eu gosto de viajar, comecei a fazer cursos na minha area fora da minha cidde, como sou autonoma preciso estar constantemente me atualizando em meu ramo, fiz um curso de 1 ano numa cidade distante da minha uns 150 kms, eu ia um fim de semana por mes fazer as provas praticas, porque a gente estudava em casa, nesse curso era normal a gente sair as sextas a noite pra algum barzinho, então tinha um carinha bem mais novo que eu que vivia dando em cima de mim, como eramos todos de cidades diferentes ficavamos hospedados no mesmo hotel então a noie quando voltavamos das baladas iamos dormir, mas um dia acho que bebemos demais e ele falou hoje a noite vou te visitar no seu quarto posso??? Eu meio grogue falei só visitar pode, ele falou então deixe a porta destrancada, mas eu sabia que ele não queria só visitar, ele queria me comer literalmente porque com os olhos ele comia sempre.

Naquela noite depois que chegamos todos foram pros seus quartos se acomodarem, eu já estava quase dormindo quando a porta se abre, não sei porque eu deixei ela destrancada, talvez seja porque mesmo no meu intimo sabendo que era arriscado transar com um colega de turma que iriamos passar ainda muitos meses juntos, mas naquele dia eu vacilei e deixei a porta aberta, ele mal entrou me viu na cama e se jogu pra deitar do meu lado, meio desconfortavel porque era cama de solteiro mas começou a me abraçar e me apalpar toda, eu meio que tentando resistir, só que no fundo eu já sabia que aquela transa seria inevitavel, foi quando eu falei-lhe.. espera… vamos combinar uma coisa, ele disse o que? Eu falei, vou transar com voce, mas vai ser só transa, nada de envolvimento emocional eu sou casada, tudo bem.. ele concordou, ainda falei, e vai ser só esta vez tá.. novamente ele concordou, então eu estava de camisola de dormir, o que ele imediatamte retirou, depois a calcinha, ele era tão jovem que nem se preocupou com as preliminares foi logo me beijando deitando-me na cama e enfiando o pau dele o que não foi ruim, mas podria ter sido melhor, então eu que gosto de sexo anal falei, quero que voce me coma por traz… ele falou fica de 4, então eu disse que ele ficasse deitado de barriga pra cima que eu iria me encaixar, e ele teria que me masturbar enquanto isso, então lubrifiquei meu cuzinho, eu fui por cima dele coloquei a cabeça na porta e comecei a soltar o peso do meu corpo até que eu senti o seu membro se encaixar todinho dentro de mim, e eu fui fazendo movimentos de sobe e desce, sobe e desce, e ele me masturbava, até que gozei abundantemente.

É claro que não ficou em apenas uma vez, mas eu evitei que se tornasse comum, na verdade eu transava com ele só quando estava subindo pelas paredes, e assim foi eu conheci um cara da capital, dei uma desculpa de curso, fui até ele, e transamos, depois conheci um cara de Minas na região historica dei uma dfesculpa em cas que precisava dumas férias e passei um fim de semana lá tambem, transamos tambem, depois conheci um cara de Porto Alegre, dei um jeito e tambem fui, transamos, mas nessas transas todas eu procurava algo que não consegui encontrar em nenhum desses camaradas, depois que terminava era apenas uma transa e não tinha vontade de repetir.

Isso foi rolando até que eu prestei um concurso pra ser Agente de um presidio uma cadeia publica, e o meu trabalho era revistar as mulheres que vinham visitar os presos, eramos em varias mulheres na turma, e foi assim que conheci o Jorjão, era assim chamado não porque ele era grande, mas porque ele era forte, bombado ele fazia exercicios exaustivamente, e nas rodas de conversa de nós as mulheres nas horas que não tinha visitas, as agentes mais antigas diziam que o tal Jorjão era um garanhão, que fazia qualquer mulher trepar nas paredes, e entre outras coisas é que ele tinha um membro bem grande, alias não era membro era um pé de mesa e riam…. uma delas falou que sabia porque a Madalena já tinha transado com o tal Jorjão,e outra complemtou, ela é maluca ele deve ter arrombado ela e a outra rindo retrucou, será???? Será que el ajá não é uma arrombada, voce não imaginam o que sai de besteira numa roda de mulheres, ainda mais numa cadeia onde tudo rola solto, mas como eu era novata não podia nem perguntar mais detalhes, e essas conversas se repetiam algumas vezes, provavelmente algumas daquelas mulheres ali se não todas gostariam de ser arrombada pela vara do tal Jorjão, eu me perguntava como elas conseguiram transar sem que ninguem visse, então vim a descobrir que os presos tem uma area para visitas intimas e foi num desses quartinhos que eles transaram, eu só de imaginar a cena e a adrenalina minha calcinha molhava, e quantas e quiantas vezes eu me masturbei imaginando a cena, nem preciso dizer que isso foi me excitando de tal maneira que eu já me imaginava transando com o Jorjão….

Passaram se meses, até que surgiu uma oportunidade real de contato com o tal Jorjão, quando fiz a revista da mulher que vinha visita-lo, não sei se era mulher dele porque eu já tinha visto outras vezes outras mulheres, só não sei se era pra visitas intimas, mas essa que eu revistei era, arrisquei um comentário, hoje o Jorjão tira o atraso, ela riu e respondeu, eu tambem, a partir desse dia eu as vezes conversava com ele, mas por ser cadeia publica não podiamos ficar de bate papo com os presos, então um dia ele tomando banho de sol eu estava pertgo o observando ele então falou, e dai branquela, gostou do material e deu uma exibida pra mim, ele aproximou-se de mim e falou baixinho, se vc quizer é só me dar um toque e aparecer a noite no quartinho intimo que eu dou um jeito de aparecer. Isso mexeu com meu intimo, as minhas fantasias sexuais com ele estava ali ao meu alcance eu não precisaria mais me masturbar imaginando quando eu podia experimentar, o tempo passava e cada vez que eu estava perto dele lá vinha ele com a provocação, até que um dia eu falei, tá e se eu aceitasse como faria pra ir lá no quartinho, ele falou-me misterios… mas deixa comigo, eu falei então na madrugada quando todos estiverem dormindo vou fazer uma ronda e passo por lá, quero ver se voce é tão bom de cama assim como dizem… ele respondeu… a madame vai perceber que o que falam não faz justiça a mim, sou muito melhor…, o desgraçado era convencido alem de tudo.

Lá por volta das 3 da madrugada era um silencio total, fui me esgueirando até a tal suite nupcial como chamavam o tal recinto que era muito apertado sem conforto nenhum, nem siquer tinha uma cama, tinha alguns colchões no chão… quando entrei tava tudo escuro, meus olhos ainda não tinham se acostumado com a escuridão quando senti alguem me agarrar por traz, me pegar forte e puxar contra si, quando encostei nele senti um volume enorme roçando minha bunda por cima da roupa, ele então virou-me e beijou-me, e depois disse, eu sabia que a branquela casada não ia resistir a conhecer os atributos do negão aqui, e dizendo isso me pegou pelo cabelo me fez ajoelhar, tirou aquela piroca enorme pra fora e me fez chupar, eu estava sendo subjugada por um preso, mas estava excitada demais pra pensar nas consequencias, tratei de chupar aquela rola enorme que mal cabia na minha boca, e eu excitada como estava me doei a aquele momento, quem entra na chuva é pra se molhar senão fica em casa, ele pegou então no meu cabelo puxou minha cabeça contra aquela rola eu quase engasguei, e começou a meter na minha boca num movimenteo de vai e vem, numa dessas eu quase engasguei e dei uma mordida de leve, ele ficou bravo e falou, sua cadela se morder vai levar porrada, ele estava sendo bruto mas isso me excitava, então ele gozou dfespejando um jorro de porra na minha boca, quase engasguei, tentei engolir mas a metade escorreu pra fora.
Em seguida ele me pegou forte encostou-me na parede, levantou uma das minhas pernas, e enfiou aquela rola na minha chana assim, como estava dificil a penetração ele me levantou fez eu encaixar nele as duas pernas envolta em sua cintura, encostou-me na parede e enfiou aquela rola em mim, apesar da dificuldade foi se encaixando aos poucos, meio que desconfortavel pela posição mas estava excitante porque eu nunca tinha transado assim, ele era forte e musculoso, conseguia me segurar sem muta dificuldades, para depois deitarmos no colchão e segurando aquela pica na mão balançando contra meu corpo falou, agora voce vai ver o que um macho de verdade pode fazer, eu deitei ele abriu minhas pernas colocou aquela cabecorra enorme na entrada da minha chana, quando ele enfiou a cabeça senti um certo desconforto, apesar da pica do meu marido não ser pequena aquela pica que estava me invadindo era enorme, alem de grossa era enorme mesmo, não deu pra visualizar direito por causa que estava escuro mas deu pra sentir que era enorme quando eu estava chupando mal coube na minha boca e com uma mão só não consegui segurar tive que usar das mãos, mas como eu estava excitada e toda molhada apesar do desconforto não foi dificil aceitar toda aquela rola dentro de mim, pelo contrario senti quando ela batia no fundo do meu utero, e logo eu estava gozando como uma doida, tive orgasmos multiplos, e o jorjão continuava bombando forte, cada vez mais rapido, ele arfava em cima de mim, e eu estava deslumbrada em ser possuida, talvez pela adrenalina de estar fazendo escondido, pelo lugar, ou mesmo pelo tamanho daquela rola enorme me invadindo, ficamos assim até que o Jorjão gozou de noovo.

Quando pensei que tava tudo acabado comecei a colocar a roupa ele olhou pra mim e disse calma ainda não terminei, eu fiquei imaginando o que será que ele quer dizer com não terminei, ainda estava divagando em meus pensamentos quando ele me virou de bruços cuspiu na minha bunda e falou agora branquela, agora é aqui que vamos brincar me apavorei, apesar de eu fazer sexo anal com meu marido aquela rola era enorme, descomunal, iria me arrombar eu falei que não que ele nem tentasse, mas minha negativa foi em vão, ele falou nada disso comigo o serviço é completo, pode gritar pose fazer o que quizer mas vai me dar esse rabo, e dizendo isso foi me segurando meio que a força, eu travei as pernas pra que ele não conseguisse, mas foi em vão ele abriu meio na marra e forçou a cabeça, doeu pra caramba, mesmo porque eu tava tensa, ele falou se voce não se soltar vai ser pior vai doer mais, eu então cheguei a conclusão que ele estava certo, eu não podia gritar, o que seria de mim se outros presos soubessem, ou mesmo se as minhas companheiras soubessem, mesmo sabendo que algumas delas já tinham transado com o Jorjão, de

qualquer forma seria humilhante eu cair na boca delas, resolvi aceitar a situação, ele então forçou a entrada do meu cu quando passou a cabeça eu urrei, travei os dentes lagrimas sairam dos meus olhos, ele colocou a mão na minha boca pra que eu não gritasse, ele entrou com aquela tora no meu buraco anal, sem dó nem piedade, falei-lhe então por favor, não enfia tudo eu não vou aguentar, goza logo por favor, ele começou aquele movimento de vai e vem, bombou forte até gozar, quando retirou o pau de dentro senti um alivio, todo o prazer que eu tinha tido quando ele me penetrou a buceta, senti de dor quando ele me comeu o rabo, mas eu sai dali naquela noite satisfeita, com dor mas satisfeita por ter sido possuida por um homem bruto rude, mas me deu muito prazer.

Fiquei semf azer sexo anal com meu marido por um bom tempo porque estava machucado e dolorido, agora quando transo com meu marido me lembro sempre da rola do Jorjão e o estrago que ela fez em mim, ainda bem que o coro do cuzinho e da buceta é elastico e volta a sua posição original, senão meumarido descobriria logo que outra rola maior que a dele tinha entrado no seu parque de diversão, e quanto ao Jorjão eu o evitei, uma vez só pra mim bastou, eu não queria mais ser enrabada por aquela rola por mais que me desse prazer na frente, ele não se contentava só na frente então melhor evitar, outra que se quizer de pra ele minha cota acabou.