Não resisti e saciei a mulher do meu amigo bêbado

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Há alguns anos, antes de me casar, eu voltei a morar na cidade onde morava minha família por a empresa onde eu trabalhava me transferiu por um período de um ano. Perto de minha casa tinha um bar onde eu ia nas sextas e sábados à noite. Tinha alguns amigos lá. Um deles tinha um sítio a uns quinze km da cidade. Em todos os fins de semana a gente ia para lá pescar, beber e fazer churrasco ou alguma coisa diferente para comer. Nessa fase da minha vida eu bebia pouco e quase não ia a outtro lugar. Era um amigo de infãncia que também morou fora alguns anos. Nós estudamos juntos, servimos ao Exército na mesma época e depois ele foi para a faculdade e eu fui trabalhar fora e diminuimos nossos contatos, mas quando eu ia lá a gente saía, ainda tomava umas, colocava os assuntos em dia. Depois de alguns anos ele estava namorando uma mulher que morou no bairro e por quem ele já sentia atração, dizia sempre nas nossas noites de bebidas. Era um puoco mais velha que a gente, loira com cabelos longos até o meio das costas, peitos duros grnades, boca pequena bem desenhada, 1,55 mais ou menos. Eu calculava a altura comparando com minha namorada da outra cidade que tinha 1,60. Pele clarinha, muito educada e meiga e parecia, o que depois confirmei, muito ingênua, sem nenhuma vivência. Coxas médias e durinhas, lisinhas, e bunda pequena bem desenhadinha. OLhos verdes e magrinha. Tinha um jeitinho de quem gostava muito de beijar. No sítio ela usava sem pre calças jeans e camiseta e isso mostrava o tamanho e o formado de seus seios e os mamilos deliciosos. Eu já vinha sentindo alguma atração mas não deixava que ela percebesse por causa da amizade entre eu e o marido. Ela Sempre dava ficava perto de mim enquanto eu cozinhava, pois eles gostavam da comida que eu fazia. Leva bebida para mim, tira gosto, se oferecia para ajudar. O verão chegou e ela começou usar um vestido de alcinha que mostrava uma boa parte das costas e a enttrada dos seios rosados e claros. Era um vestido de malha até os joelhos que modelava seu corpinho. Tudo isso era sem nenhuminteresse, até porque ela se gostava e se preocupava muito com o marido, que estava bebendo em exceço. Ele bebia e dormia depois do almoço, deixando a esposa, linda como era, na cozinha, arrumando tudo depois do almoço e sendo olhada disfarçadamente pelos caras. Eu permanecia ali e por isso, sabendo da amizade que eu tinha com ele, não arriscavam nenhuma atitude errada. Sempre eram entre seis ou nove pessoas, às vezes algum deles levava a esposa ou namorada, mas eu sempre ia sozinho. Foi num domingo em que todos foram embora à tarde e ela tinha que esperar o marido acordar que eu disse que a faria companhia até ele estar pronto para ir embora. Ela reclamou dizendo que gostava muito dele mas que a bebida estava estragando a vida dos dois. “Ele não fica agressivo e não faz nada contra mim, porém, acontece isso todas as noites, bebe e logo apaga me deixando sozinha.” Eu só ouvia. Na semana seguinte aconteceu a mesma coisa. Todos foram embora e eu fiquei até ele voltar ao mundo real. Depois a gente ia junto para a cidade, ele já estava bom e ia dirigindo e eu no meu carro os seguia. Viajei por algumas semanas para a cidade de onde eu tinha vindo a chamado da gerência da empresa e fiquei por quinze dias. Voltando encontrei a loirinha na porta do banco e depois de cumprimentar ofereci para levá-la em casa mas ela ia para o trabalho. Levei e na despedida ela me abraçou discretamente para agradecer e deu-me um beijo no rosto e virando beijou o outro lado, mas pertinho da boca. Se eu tivesse me virado um pouquinho mais teria sido na boca. Conforme a gente ia no sítio ou se encontrava no bar mais intimidade, discretamente, a gente ia pegando. Tentei evitar mas a situação ficou incontrolável. Em uma sexta feira eu entrei no bar e sentei sozinho em uma mesa. Não gostava muito do jeito dos caras olharem a mulher e os evitava como podia. Ele estava em reunião e ela entrou para comprar água e sentou-se comigo, tomou um copo de cerveja e durante a conversa, falando da bebedeira do marido disse que ele a tratava bem mas relutava em se tratar, e disse mais várias coisas. no domingo foram poucas pessoas, algumas almoçaram e foram embora e dois deles foram para o lago pescar. Mais tarde enquanto nós dois conversávamos na área eles chegaram para despedir e foram embora. Ela me convidou para entrar e descansar um pouco. Pensei que fosse isso mesmo e fui para o quarto de visitas. Ela foi ao outro quarto, observou o rapaz que dormia bastante e voltou. Sentou-se na cama ao meu lado, sorriu e perguntou: posso? Dei uma espaço e resondi: claro, deite-se comigo. Daí em diante aconteceu tudo o que eu havia eevitado durante uns três meses. Ela contou-me que perdera a virgindade com ele e nunca tinha transado com outro e que fazia mais de três meses que não tinham nada, e ela morria de vontade chegando a ter insônia, chegou a imaginar que não o atraía, que ele não a desejava, e muitas coisas. Falei que era por causa da bebida, que se gostava dele deveria insistir em se tratar que isso mudaria o rumo em que estavam. Mas entre uma conversa e outra fomos nos aproximando e logo estávamos abraçadinhos, bem encostados, beijando e mãos percorrendo pelos corpos um do outro. Seu corpo estava rígido e trêmulo e ela já respirava ofegante. Disse-me que não fazia sexo como as outras mulheres e que não tinha muita experiência, só conhecia a posição tradicional. Tirei a bermuda e a cueca, levantei seiu vestido e ela acabou de se despir exibindo um corpinho lindo, que na sua idade era difícil uma mulher ter. Muito delicadinha e meiga pediu que eu a penetrasse debagar porque era muito grande e grosso. doeu, foi difícil, com cuidado, tirei, toquei seu clitóris e senti seu corpinho se contrair e depois foi soltando, ficou molhadinha. Era a hora. Fui por cima, penetrei outra vez, fui entrando devagar para não machucar aquela coisinha maravilhosa até que ela soltou um “ai, tá doendo”. Tirei um pouco,perguntei se podia…Falou baixinho, pode, mas com cuidado, é muito grosso. Segurei firme seu corpo e ela me abraçou as costas, entrei todo com calma mas firme. Ela se contorceu e quando foi dizer que doía beijei sua boca e comecei a estocar devagar. Ela me unhou as costas, soltou as pernas abertas, soltou meu corpo e deixou os braços caírem para os lados. Lentamente foi me pegando outra vez, firme, começou a suspirar e gemer, pedi que mexesse também, de encontro a mim. Tinha medo de doer. Consegui convencê-la de que só ia sentir prazer, podia perder o medo. Ela foi devagar e quando percebemos estava completamente solta, respirando forte e gemendo, mexendo e me abraçando fortemente. Segurei o quanto pude para deixá-la ter um orgasmo e aconteceu. Demorou alguns longos minutos que não sei dizer quanto demorou, mas foi uma maravilha. Ela falou alto: agora, vou conseguir, to conseguindo, e me abraçando mais forte levou sua boca mais para cima, pois eu sou mais alto, e beijou-me enquanto continuava mexendo e enfiando as unhas em minhas costas. Foi soltando os braços amolecendo, respirou fundo, eu dei mais umas estocadas e gozei muito, demorado e abundante, foi uma delícia sentir aquele corpinho comigo. Descansamos um pouco e depois fui para o banheiro tomar um banho e ela para a suíte onde estava o marido. Logo ele também estava pronto e voltamos para a cidade, felizes. E passamos a nos encontrar durante a semana quando ele viajava. Pouco tempo depois ela era uma mulher experiente e fazia de tudo, em várias posições. Não queria mas perdemos o controle, nós dois.