Duplamente deflorada.

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Meu nome é Ângela, tenho 1,62 m, e apesar da pouca altura tenho uma bunda bem avantajada e redonda, seios bem redondos e firmes e uma cintura bem fina. Bem essa estória aconteceu quando eu tinha 19 aninhos. Sempre fui fogosa e curiosa quanto ao sexo, gostava de me masturbar imaginando mil e uma situações e sempre gostei de chamar a atenção, principalmente de pedreiros em construção e coisas do tipo. Porém nunca pude colocar muito em prática. Meu pai sempre foi muito rígido e me manteve em rédeas curtas, sem me dar oportunidade de escapulir (acho que conhecia a filha que tinha… rsss). Por conta disso cheguei aos 19 virgem, com apenas uma ou outra chupada rápida no seio, uma massagenzinha do namorado no grelo, não muito mais.

O único lugar em que não havia como meu pai me marcar era no colégio. Lá havia um servente muito gostoso: um negão alto e forte, que cheirava a suor. Sei disso porque sempre procurava passar perto dele. Ele fingia que não me via, mas algumas vezes peguei ele olhando minha bunda (eu sempre fingia deixar cair o material, ou coisas desse tipo pra me insinuar para ele. Certa vez um professor faltou e tivemos as duas aulas finais vagas. A turma resolveu se juntar e sair, mas eu não podia por causa do meu pai e resolvi ficar na escola e esperar na biblioteca até a hora dele me buscar. Quando passei em frente a um cômodo onde ficavam guardados alguns móveis velhos do colégio, material de limpeza e coisas assim, vi o Marcos (o nome do servente) lá dentro lavando o rosto na pia… que cena!! Aquele homem suado lavava o rosto, com a camisa aberta, o peito de fora, esfregava as mãos no rosto e descia peito abaixo. Não resisti e entrei no quartinho. Ele tomou um susto e me perguntou o que estava fazendo ali. Disse que queria ajudá-lo. Ele disse pra eu parar de bobeira e que eu deveria estar na aula, então lhe falei da minha situação. Enquanto falava, molhei minha mão na pia e passei no seu rosto, depois molhei de novo e fui descendo até seu umbigo. Então molhei novamente minha mão e passei no meu rosto, fui descendo até empurrar o decote da minha blusa e molhar meu seio, deixando-o à mostra. Até então Marcos estava resistindo, pensando no emprego, eu acho.

Mas depois dessa ele não aguentou, me agarrou e imprensou contra a parede, chupando feito um louco o meu seio, e agarrando. Nesse imprensada senti o volume da sua calça comprimindo minha buceta. Era enorme! Fiquei doida… Ele continuou me agarrando e chupando e se enfregando em mim, abriu minha blusa e mamou nos dois seios, então continuou subindo pelo pescoço e me deu um longo beijo, como se eu fosse a última mulher do mundo. Depois falou assim: sempre soube que você era puta! Agora você vai ter o que merece, vagabunda!! Fiquei doida e comecei a beijá-lo, enquanto isso ele levantou minha saia e enfiou a mão na minha calcinha, sentindo minha xana molhada. É vagabunda mesmo, tá toda molhada, disse ele, então, sem parar de me beijar e chupar abriu as calças e tirou um cacete preto, duro, enorme… lindo!! Bem, ele tirou o cacete, puxou minha calcinha de lado e quando foi meter eu gritei para ele parar e empurrei, dizendo que ainda era virgem. Puta virgem, é? Só acredito vendo, então se abaixou, tirou minha calcinha e mandou eu me abaixar um pouco pra abrir mais a buceta.

Caramba, tu é virgem mesmo, vagabunda… pois vai deixar de ser hoje. Então eu lhe implorei que não, que meu pai era bravo, que podia dar problema.. Então ele disse, tá bom, prometo que não vou tirar seu cabaço, mas vou provar dele. Nisso ele começou a me chupar freneticamente, me lambia, mordia meu grelo, eu fui à loucura e acabei gozando na boca dele. Várias vezes tive que segurá-lo pra ele não tirar meu cabaço com a lingua ou o dedo. Então ele começou a molhar o dedo na minha xana e enfiar no meu cu, me virou de frente pra parede e começou a alternar as lambidas entre o cu e a buceta, depois ele ficou em pé e esfregar a pica entre minhas pernas, molhando o caralho no liquido que escorria da buceta. Lembrei a ele o que tinha prometido e ele disse: eu prometi que não tiro o cabaço da buceta! E meteu com toda a força no meu cu. Quase desmaiei, só não caí pois estava imprensada entre a parede e aquele negão maravilhoso, além disso estava enganchada numa pica discomunal e com duas mãos firmadas nos meu peitos pra me puxar mais pra junto dele.

Depois ele pegou mais leve até eu me acostumar, como minhas pernas ainda estavam meio bambas ele puxou uma cadeira que estava junto da gente e, se sentou, me colocando sentada em cima, de costas pra ele. Quando terminamos de nos ajeitar, assim que ele deu a primeira estocada, dei um gemido e levantei a cabeça. Foi então que percebi o diretor do colégio nos olhando, segurando um celular.

Vejam minha situação: eu ali, blusa aberta, saia pro alto, sentada de pernas arreganhadas com a pica descomunal de um negão enfiada no rabo, o negão de mão cheia em um dos meus peitos, e a outra mão no meu grelo, e ali na minha frente o diretor da minha escola e patrão da pica, quer dizer, do Marcos, dono da pica que estava enfiada em mim. O Marcos parou as bombadas na hora, mas tanto eu como ele ficamos paralisados, naquela posição embaraçosa, mas deliciosa. O diretor era o seu João Roberto, ou ‘seu’ João, como os alunos o chamavam.

Era um homem de idade, era diretor do colégio há trinta anos, conhecia meu pai desde que ele havia estudado ali. Os alunos,entre eles, também costumavam chamar seu João de ‘Buldogue’, pois era severo, e por ser gordo e velho tinha papadas e bochechas que o deixavam parecido com o cão. Pensei, ele está ligando pro meu pai. Então seu João quebrou o silêncio: Bonito, hein! Seu pai sempre foi um aluno exemplar, um homem sério, o que iria pensar se visse isso?! E você senhor Marcos, um homem com idade pra ser pai dessa moça, aproveitando- se desse jeito!! Marcos engoliu a seco e começou a me levantar, mas seu João o impediu. Veio até a mim segurou no meu ombro e me empurrou pra baixo, fazendo com que aquele colosso penetrasse meu cu até sentir as bolas.

Dei um grito. Acreditam que mesmo nessa situação o pau do Marcos ainda estava duro como antes?! Para minha surpresa, seu João esfregou a mão na minha buceta e falou: não gosto que ninguém deixe serviço pela metade, terminem o que começaram. Então se afastou, e só aí percebi que ele estava nos filmando com o celular. Velho safado, pensei. Marcos, meio assustado, meio com tesão, balbuciou algo do tipo ‘Já que eu vou perder meu emprego mesmo, vou aproveitar até o fim’. Então ele voltou a estocar com mais força que antes, e mais rápido. Seu João fechou a porta da salinha e continuou filmando. Mesmo com medo, gozei feito louca, até que Marcos também gozou, dentro do meu cu, até eu sentir sua porra escorrendo. Então ele me tirou de cima dele e falou, agora pode me demitir, obrigado por ter deixado eu terminar o serviço.

Terminado o serviço?, disse seu João, Você ainda não terminou. É o seguinte, eu não demito você, nem expulso você da escola, (apontando pra mim), se agora essa putinha me der também. Caso não aceitem além de fazer o que já disse ainda jogo esse vídeo na internet. Ou seja, ou eu meto ferro na safada, ou ferro vocês. Marcos perguntou o que ele tinha haver com isso, então seu João disse que ele tinha que filmar também. Eu acabei consentindo. Seu João e Marcos pegaram um tapete meio empoeirada que estava enrolado num canto e colocaram no chão. Marcos começou a filmar, enquanto seu João tirava o casaco do terno e a gravata. Ele abriu alguns botões da camisa, deixando o peito cheio de cabelos brancos à mostra. Então veio até mim e terminou de tirar toda minha roupa, me deixando completamente nua. Depois me deitou no tapete, abriu minhas pernas e chupou vagarosamente, mas com vigor, minha xana.

Então ele começou a querer enfiar a língua e os dedos, quando eu falei que era virgem e dei as mesmas explicações que dei ao Marcos, disse que daria o cu sem problemas. Ele só respondeu que ser virgem não era problema e continuou me chupando, lambendo feito um gato. Por incrível que pareça, o nojo inicial daquele homem gordo se esfregando em mim foi sumindo, dando lugar a um tesão ainda maior que com o Marcos. Seu João foi subindo meu corpo, apalpando-me toda, demorou enquanto chupava os seios e me beijou na boca. Então senti o peso do seu corpo em cima do meu, e fui ficando ainda mais excitada. Ele voltou para meus seios, e enquanto me chupava, levantou um pouco a cintura, desabotoou o cinto, abriu a barguilha e tirou o cacete pra fora. Enquanto fazia isso comecei a reclamar, que não queria perder o cabaço, coisa e tal, então ele disse: olha aqui sua cadela, vocês não dizem que sou um Buldogue, então, teu cachorrão vai te fuder agora. Você foi pega no cio dando o cu pra qualquer cachorro, não pode negociar nada. Daqui pra frente sou seu dono, você vai ser fudida como eu quiser, quando eu quiser e com quem eu quiser. Além do mais eu senti como você tá molhada, você tá gostando!!

Só restou a mim o argumento de que havia acabado de perder a virgindade do cu, com muita força, que pelo menos o cabaço eu perdesse bem devagarinho. Ele então me atendeu. Terminou de tirar a pica, ajeitou na porta da buceta, deu mais uma bolinada nos meus seios e foi soltando o corpo bem devagar. Foi doloroso e delicioso. Apesar da dor, fui sentindo cada centímetro do pau do Buldogue rasgando minha buceta. Eu de pernas abertas mal conseguia me mover debaixo daquele corpão. Conforme ele soltava o peso, vagarosamente o pau me preenchia. Quando terminou de se soltar todo em cima de mim, ainda aprofundou mais o pau, até que eu senti suas bolas roçando meu corpo. Eu gemia, vai… vaiiiii… feito uma alucinada.

Também gritei várias vezes. Quando ele terminou de enfiar tudo começou a bombar, cada vez mais rápido, até para num vai e vem gostoso. Ele chupava meu pescoço e continuava bombando sem parar. Apesar de parecer estranho, esse papai e mamãe me deixou louca. Um homem com idade pra ser meu vô, montado em cima de mim, era uma delícia. Então ele deu uma parada, pois a roupa o estava incomodando, terminou de se despir, então vi todo seu corpo, grande, sua barriga era mole e caía um pouco por cima da pica, mas que pica! Era menos larga que a do Marcos, mas também era grande, com a cabeça bem vermelha (acho que também era pelo sangue do cabaço). Então ele disse, continua de perna aberta que agora você vai sentir minha gostosura, e riu sarcasticamente. Dessa vez ele voltou com tudo, meteu de uma vez até bater no útero, e continuou bombando, esfregando-se todo em cima de mim. Era uma delícia sentir todos aqueles pelo, aquela carne toda por cima de mim. Fiquei doida e gozei novamente, depois ele também gozou bem fundo, soltando todo seu peso em cima de mim e dando um gemido grosso. Então eu pude ver o Marcos filmando e batendo punheta, com o pau duro de novo. O Buldogue falou assim: pode fuder novamente essa cadela, ela agora vai ter que fuder com nós dois todos os dias, talvez eu traga uns amigos e uns fornecedores pra provar um pouquinho também. Marcos, que ainda não havia comido minha buceta deitou do meu lado do tapete e falou: monta. Eu disse que estava cansada, mas seu João disse assim: Ele disse pra você montar. Então comecei a montar devagar, seu João novamente empurrou meus ombros, e o colosso invadiu minha buceta com tudo, me arregaçando toda.

Gritei novamente, e seu João meteu o pau na minha boca, dizendo pra eu ficar calada e não chamar atenção. Primeiro quase vomitei, mas seu João insistiu e eu comecei gostar de ser comida e chupar ao mesmo tempo. Por incrível que pareça, seu João, mesmo com toda idade, ficou duro de novo, aquele velho filho da puta com certeza toma viagra, então falou pro Marcos abrir meu cu. Não acreditei no que ia acontecer, seu João veio por trás, e sem dó, até porque meu cu já havia sido arrombado por uma rola mais larga, meteu com tudo.

Ficamos assim até os dois gozarem dentro de mim de novo. Depois tomei um banho no vestiário, antes do sinal do fim da aula tocar. Seu João nunca contou pro meu pai, até porque obedeci ele direitinho. Essa foi só a primeira de muitas outras transas que tivemos. Seu João não me comia todo dia pois não aguentava, mas sempre tirava um sarro e ficava me olhando ser fudida pelo servente. Inclusive levou várias vezes os tais fornecedores e amigos que ele tinha falado, mas isso é outra estória.