Fazendo a alegria dos moleques

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Olá pessoal, estou de volta, e com algumas novidades. Vou me apresentar novamente, pois fiz algumas mudanças no meu visual. Continuo sendo a Aline (risos), caminhando para os 26 anos, 1,75cm de altura, 58 kg, olhos verdes, seios médios, bumbum empinadinho bem definido, pernas torneadas e bem definas também, bucetinha aparada (não faço depilação total), muitos leitores dos meus relatos já estão acostumados com essas características ai acima, tirando a idade e o peso que estão alterando, o resto continuaria o mesmo, exceto que. Fiz uma Tattoo abaixo do umbigo, uma estrela. Nada exagerado! Pequena, discreta. Mas vamos ao que interessa.
Não sou o que se considera puta, mas se tratando de sexo, experimentar coisas novas, eu tenho a mente muito aberta. Para os que já leram meus relatos, e trocam e-mails comigo, sabem que sou adepta de novas situações. Afinal, sou uma mulher que tem um certo status na sociedade, tenho alguns amigos que exercem certas influencias aqui no estado, tanto na área privada como no campo político.

Mas sejamos sinceros, do que adianta ter quase tudo que o dinheiro pode comprar, e manter uma vida fechada, não poder sair por ai e VIVER? E o que eu faço, não tenho preconceitos quanto à cor, raça, religião, rico, pobre, pra mim tanto faz, todos somos filhos de Deus. Por isso, que ultimamente, estou realmente liberando geral, claro, com cuidado! Recentemente estive a trabalho em alguns países da Europa, e vi muita coisa que me desagradou, pessoas que se importam apenas consigo, ou com seus compatriotas, e que se danem os de fora. Engraçado, é que aqui no Brasil, recepcionamos aquele bando de babacas que vem do exterior como se fossem as melhores pessoas do mundo, eu quero é que os gringos vão se fuder, pois não são melhores do que ninguém! Temos que mudar nossa mentalidade a respeito dos estrangeiros, pois aqui nos importamos com eles, e quando estamos lá, eles nos tratam pior do que os cães de rua. Vendo essa tal globalização, cheguei à conclusão de que sou uma mulher bonita, livre, leve e solta, e posso fazer o que quiser da minha vida.

Por isso, decidi que quantos velhinhos, anões, garotinhos, que caírem na rede, serão peixe, e por que não, bichinhos (risos). Agora, passo a relatar-lhes o que fiz no ultimo dia 05/01. Tenho uma amiga que tem uma escolinha de reforço para alunos que malandram durante o semestre, e depois precisam de uma orientação especial em algumas matérias. Em sua escolinha, ela tem alunos de todas as idades, dos que freqüentam o primário, até os de nível universitário. Ah, mas não são muitos alunos não. Essa minha amiga, sempre dava algumas aulas nos finais de semana, para aqueles que não tinham tempo. E nesse final de semana, mais precisamente no domingo, ela havia marcado um horário para três alunos, nível fundamental. Mas ela não poderia estar com eles nesse dia, pois surgira um compromisso de ultima hora. Foi ai, que ela se lembrou de mim, e me ligou, pedindo se eu poderia quebrar esse galho pra ela, e dar a aula em seu lugar. Falou-me sobre os meninos, que eram bonzinhos, comportados, e que eu iria gostar deles. Não tinha nada pra fazer mesmo, acabei aceitando. Segundo essa minha amiga professora, o horário combinado era de 14hs às 18hs.

Tudo certo, me preparei para interpretar o papel de mestra do ensino no lugar dessa minha amiga. Me arrumei com roupas discretas, uma calça jeans básica, cós baixo, barriguinha de fora, uma camiseta, sutiã, e uma calcinha preta minúscula de telinha na frente. Não gosto de lingerie grande. Cheguei à escolinha por volta das 13h30minhs, e fui organizar o material que minha amiga havia deixado para eu ministrar a aula. As 14hs os meninos chegaram. Os irmãos Gustavo 14 anos e Guilherme 15 anos, Marcelo 13 anos. Ficaram surpreendidos ao me ver no lugar da minha amiga como professora deles. Mas acharam até melhor minha presença do que minha amiga. Me apresentei pra eles, e comecei então a dar a aula. Os três eram fracos me matemática. Não entendiam nada de equações, expressões algébricas, e logo eu entendi porque eles tinham dificuldades. Três moleques com atenção dispersa. Dificuldades em fixar na resolução de problemas. Conversadores, e os dois irmãos ainda tinham um agravante, além de estudarem na mesma turma no colégio normal, brigavam muito. Já Marcelo, pra variar, era muito amigo dos irmãos, eram vizinhos também. Eu lia a matéria e explicava-lhes como seguir as formulas para resolver as questões que estavam com duvidas. Eles conversavam o tempo todo, não prestavam à atenção no que eu falava. Por um instante, me sentei, e pensei: Como vou fazer para fixar a atenção dessas pragas, para que eles aprendam? Será que tem alguma coisa que eu possa fazer para que eles parem com a conversa e com a briga?

Fiquei em silencio por alguns minutos, e a mente começou a maquinar algo inusitado. Em meus pensamentos, eu cheguei à conclusão de que usaria minha feminilidade, claro, o corpinho gostoso que tenho para conseguir meu objetivo, que era prender a atenção daquele trio de burrinhos. Levantei-me, pedi para que fizessem silencio, e comecei a pagar pau pra eles. Dei uma pequena lição de moral pra eles, falei sobre a vida dura que meu primo tivera quando da idade deles, e o que ele havia se tornado hoje, um empresário bem sucedido. Pronto, eu tinha a atenção deles naquele momento. Foi ai que fiz minha proposta: – Vocês não estão prestando atenção no que estou ensinando. Então façamos o seguinte. Vamos fazer um joguinho, para cada acerto um prêmio, para cada erro, pagaram uma prenda! Eles toparam, mas quiseram saber que tipo de jogo seria. Então eu falei, dinheiro vocês não tem para perder, então iremos apostar sem valor. A cada erro de vocês, uma peça de roupa será retirada, e se no final do jogo vocês tiverem mais erros do que acerto, ou seja, se estiverem pelados, irão pra casa todos nus.

Nesse momento eles perguntaram, e se nós acertamos o que ganharemos? Eu respondi, para cada acerto de vocês, eu tiro uma peça de roupa minha. Guilherme então fez outra pergunta, e se no final nos tivermos mais acertos, o que você fará? Então eu disse-lhes, que se no final eles tivessem mais acertos, ou seja, se eu ficasse nua primeira, pagaria uma prenda maior, que seria decidida por eles, mas que pra conseguirem isso, teriam que se esforçarem ao máximo. Começamos então o jogo. Fui até o quadro, e passei a primeira equação para que resolvessem. Ponto pra mim, os três erraram na resolução. Ou seja, eu tinha na sala três garotos sem camisa. Segunda equação, agora ponto pra eles, os três acertaram. Lá se foi minha camiseta. Agora eu tinha atenção total deles em meu corpo. Terceiro exercício, e ponto pra mim novamente, meninos apenas de cuecas.

Quarta pergunta, Guilherme e Marcelo acertaram, Gustavo havia errado bom, fui justa nesse momento, como 75% deles haviam acertado, eu tirei a sandália que estava usando e o Gú tirou o tênis. Quarta equação, agora eu dificultei um pouco mais a formula, e os três por incrível que pareça, acertaram, tive que me desfazer da minha calça. Estava agora de frente pra eles apenas de calcinha e sutiã. Quinto exercício, Gustavo acertou, Marcelo e Guilherme não, ponto pra mim, os deixei tirarem os tênis, da mesma forma que tinha feito com o Gú. Sexta questão, ponto pra eles. Eles estavam realmente prestando atenção nos exercícios. Meu método havia dado certo. Totalmente desinibida, eu tirei meu sutiã, e deixei meus peitinhos à mostra, agora eu estava apenas com uma minúscula calcinha, que parecia mais um fio dental. Sétima pergunta, seria eu ou eles a ficar totalmente sem roupa primeira.

Como eu nunca tive sorte em jogos, acabei perdendo, eles acertaram, e lá se foi o minúsculo pedaço de tecido que cobria minha bucetinha. Eu acabará de ficar totalmente nua na frente deles, agora eu tinha a atenção total deles apenas em meu corpo. Eles nem olhavam mais para o quadro ou para os livros, prestavam atenção apenas em mim. Lancei então o oitavo exercício, faltava apenas mais dois, pois eu havia acordado com eles um total de 10 questões. Ponto pra mim agora, eles erraram. (risos) Eles ficaram constrangidos na hora de retirar as cuecas. Eu disse pra eles, engraçado, eu não tive vergonha nenhuma de ficar nua na frente de vocês, e agora vocês não querem pagar a prenda? Se não tirarem, não farei as duas perguntas que faltam, vestirei minhas roupas e depois falarei que dei aula para três veadinhos, vou queimar o filme de vocês. Os três, totalmente sem graça, tiraram as cuecas. Ficaram nus na minha frente, aqueles pintinhos pequenos, começando a nascerem pelos pubianos. Marcelo então me olhou nos olhos e me pediu, Tia, não fique zangada com nós, pode terminar o exercício, passe as duas ultimas questões.

Fui então, rebolando para o quadro de costas pra eles, que estavam rindo, e passei a nona questão. Uma bem difícil, que exigiria mais raciocínio por parte deles, afinal, se eles acertassem, eu estaria nas mãos deles, pois já não tinha mais nada para retirar. Passados alguns longos minutos, os três terminaram, e pra minha surpresa, bingo, eles acertaram. E agora? Não tinha mais nada para tirar, e como eu havia prometido, eu disse-lhes que no final, se eu estivesse completamente nua, eles iriam decidir o que eu iria fazer. Olharam entre si, conversaram de maneira baixa, para que eu não pudesse ouvir. Viraram-se para mim, e disseram. Como você não tem mais nada pra tirar, vai se virar de quatro, e abrir a buceta pra gente ver. Fiz uma cara de assustada, do tipo que estava surpresa. Fui até a frente do quadro, me virei de costas pra eles, abaixei-me ficando na posição de quatro, e abri minha bucetinha, que estava molhadinha devido à situação. Enfiei ainda um dedinho dentro dela, para provocar eles.

Quando me levantei e olhei em direção dos três, vi que estavam de pau duro. Não eram desenvolvidos, mas estava lindo ver a cena, três machinhos de barracas armadas. Pronto, prenda paga me virei pro quadro, e lancei a ultima questão.

Pensei comigo, seja o que Deus quiser, passei uma equação daquelas brabas, que até universitário xinga quando aparece pela frente. Sentei-me sobre a mesa com minhas pernas abertas, a fim de deixar minha bucetinha abertinha pra eles verem, claro, uma maneira de tirar a atenção deles, pois se haviam acertado a anterior, claro que se esforçariam ao máximo para acertarem a ultima, e pedir uma prenda maior. Cerca de vinte minutos depois, os três haviam terminado. Fui corrigir, verifiquei com a resolução que estava no livro, e não teve jeito. Eu perdi novamente. Os três moleques haviam acertado. Quando eu disse que eles haviam ganhado, que acertaram a questão, fizeram a maior festa, gritaram, assoviaram, pularam, uma verdadeira algazarra. Terminaram de manifestar o gosto de terem me vencido, olharam pra mim, e disseram, agora chegou sua hora professorinha safadinha. Eu comecei a sorrir, e eles novamente se reunirão. Voltaram-se pra mim, e perguntaram: Tia Aline, como você disse no inicio do jogo, nós podemos decidir o que quisermos para a prenda final? Eu respondi ironicamente que sim.

Fiquem a vontade, aposta e aposta, jogo e jogo, e quem perde, tem que ter a hombridade de cumprir o trato. Eis que surgem as palavras, então lá vai, você vai ter que dar pra nós três. Queremos perder a virgindade com você. Se eu disser pra vocês leitores, que fiquei espantada ao ouvi-los, estarei mentindo, afinal, eu provoquei a situação intencionalmente. Disse-lhes então: – Pois bem, trato é trato, mas será que irão dar conta? Vejam bem, estão pedindo uma prenda muito alta! Mesmo que não dessem, já estava valendo a pena, ter feito o que fiz. Como os três eram inexperientes, ficavam apenas nas revistas e nas punhetas, eu disse-lhes que orientaria para que fizessem tudo certinho, iria ensinar desde já, como eles deveriam tratar uma mulher quando estivessem com uma. Chamei os três para perto de mim, sentei-me numa cadeira, peguei naqueles pauzinhos, e comecei a acariciar. Comecei a masturbá-los, levemente, um…

Outro. Passei então a chupar o pau do Guilherme, coloquei seu pequeno membro, deveria ter uns 15cm por 03cm na boca. O moleque começou a gemer logo que dei a primeira chupada. Enquanto isso eu punhetava Marcelo e Gustavo. Parei de punheta-los e passei a chupar somente. Depois, me deitei sobre a mesa, abri minhas pernas, e mandei que me chupassem. Gustavo foi o primeiro, se apoiou em meio as minhas coxas, e começou a passar a língua vagarosamente sobre minha bucetinha, apenas superficial, sem entrar no grelinho. Forcei a cabeça dele, para que fizesse direito, mandei que abrisse os grandes lábios, e passasse a língua no meio da racha, enquanto isso Guilherme e Marcelo ficavam observando. Gustavo não estava conseguindo fazer direito, então chamei Marcelo, que não perdeu tempo, e fez direitinho. Sua língua percorria toda fenda de minha bucetinha, aquela língua vai se dar bem futuramente.

Ele chupava meu grelinho como um bezerro na teta de uma vaca, Guilherme chupava meus peitinhos, apertando-os. Marcelo parou de me chupar, e os três tiraram no par ou impar para ver quem me comeria primeiro. Marcelo foi o sortudo. Me pediu para ficar de quatro, igual uma mulher que ele tinha visto numa revista. Se ajeitou por trás de mim, colocou a cabeça do seu pau de 13cm x 04cm na entrada de minha bucetinha que estava molhadinha, e começou a forçar. Seu pau escorregou, e não entrou na primeira tentativa.

Abri então minha bucetinha, passando minha mão por baixo, e ele conseguiu dessa vez, me penetrar. Enfiou de vagar, até sentir seu corpo tocar minha bundinha. Começou então a bombar. Bombava com força, mas como não tinha experiência, seu pau saia a todo momento. Encaixava novamente, e recomeçava as estocadas. Ficou assim por alguns minutos. Eu senti que o menino tremia. Ele então começou a estocar com mais velocidade, mais rápido, e parou de uma vez. Olhei pra trás, ele estava com uma cara de assustado. Perguntei se estava se sentindo bem, ai ele me disse: – tia Aline, eu fiz besteira. Eu gozei dentro de você, e agora? Eu disse pra ele, relaxa, isso é normal, na idade de vocês, a precocidade é aceitável. Ele ainda assustado disse-me, mas e se você se engravidar? Eu respondi, que não poderia me engravidar, pois tomo remédios. Ele sorriu, e saiu de trás de mim.

Guilherme foi o segundo no sorteio entre eles. O garoto me pediu para sentar em cima do pau dele, deitou no chão, ficando com seu pau pra cima. Pois bem, pedido feito, pedido atendido. Me ajeitei em cima daquele pirralho, direcionei a cabeça de seu pau pra entradinha de minha bucetinha, e fui me sentando em cima dele, fazendo-o sumir dentro de mim. Achei estranho o fato dele reclamar que estava doendo. Parei logo em seguida, me desencaixei dele, levantei-me. Ele estava chorando. Fiquei preocupada, pois não sabia o que estava acontecendo. Cheguei perto, examinei seu pau, e não vi nada de anormal com ele. Perguntei se queria continuar, e ele recusou. Disse que estava com medo, afinal, estava doendo. Pois bem, ele não quis, eu não insisti. Chegou então à vez do Gustavo. O garoto não sabia chupar, será que saberia me comer? Voltei a ficar de quatro e ele veio atrás de mim, com seu pauzinho durinho. Dessa vez, o menino sabia o que estava fazendo. Apontou sua ferramenta pra minha bucetinha, e enterrou de uma só vez. Segurou-me pela cintura, e foi estocando firme, como alguém que realmente sabia o que fazia.

Estocou por uns cinco minutos, e me pediu pra trocar de posição. Deite-me na mesa, toda arreganhada para aquele moleque, que subiu em cima de uma cadeira para dar altura para encaixar na minha bucetinha. Encaixado seu pintinho dentro de minha bucetinha, ele começou a bombar, enfiava tudo, e depois tirava, ia fazendo assim, colocando devagar e retirando. Eu estava gostando do que ele estava fazendo. Ele acelerou as batidas, e começou a gemer, e descarregou pela primeira vez todo o seu leitinho de menininho novo dentro de uma buça melada. Gustavo gozou bastante. Marcelo e Gustavo agradeceram, e disseram que havia sido muito bom, e que nunca se esqueceriam do que fizeram.

Já Guilherme, o que eu havia pensado que seria o melhor dos três, me decepcionou, e o pior é que estou com peso na consciência, afinal, o menino sentiu dores em sua primeira vez, e se ele ficar frustrado? Ah, problema dele!!! E assim terminou aquela aula de reforço de matemática, e educação sexual. As 18hs os pais deles passaram na escolinha e os levaram para suas casas. Uma coisa tenho certeza, equação pra eles agora é muito fácil. Não terão mais problemas. Não sou pedófila, mas um acontecimento com quem não tem experiências de vez enquanto é muito bom. Um abraço, e até o próximo. Aline. [email protected]